VÍDEO- Uma Saudável Introdução Alimentar.

Como é uma saudável introdução alimentar: é permitir a liberdade do bebê de viver a experiência alimentar, se lambuzar, se sujar, se divertir..
Aqui em casa, minha filha Elena vivência todo processo desde ir na feira orgânica escolher cada alimento, acompanha a lavagem, corte, cozedura…
Alguns alimentos dou inteiro como a banana, outros ela só gosta amassado, outros mais processados…nem todo método funciona para sua filha, cada bebê responde de forma diferente; no convívio e observação deve ser respeitado a subjetividade e individualidade de cada bebê.

Os problemas alimentares originam desde o nascimento; por isso é fundamental no ato do nascimento o contato pele a pele mãe-bebê, permitindo que seu bebê exerça seu instinto de procurar seu seio no ato de nascer e amamentação livre demanda 24h por dia sem bicos artificiais (sem chupetas e mamadeiras que provocam desmame…), sem bombas artificiais (permita que o próprio bebê ordenhe, eles sabem fazer é uma atitude inata e instintiva, cada bebê tem seu tempo de no ato de sugar ele mesmo se adaptam e aprende na sua prática)…é um processo que requer muita paciência, dedicação e disponibilidade da mãe e apoio familiar.

Um aleitamento materno mesmo com problemas iniciais, ocorrendo ajustes em acordo com a dupla mãe-bebê, a vontade do aleitamento, o amor…
Tudo isso facilita em uma fácil introdução alimentar, evita distúrbios alimentares e psicológicos.
Cuidar 24h da minha filha, participação do marido, e por opção sem babá, sem creche e cuidadores… exercendo e criando vínculo, na parceria parental é maravilhoso; mesmo com muito trabalho, requer além do amor, disponibilidade, compreender a importância disso, paciência…

Nas 3 vezes ao dia em suas refeições aqui em casa é assim…essa lambança gostosa.
Elena come de tudo, bate pratão, faço tudo na hora e orgânico, somente legumes, vegetais, leguminosas, cereais, frutas no vapor, sem sal, sem açúcar, revezando no final da comida azeite puro orgânico ou óleo de linhaça orgânico; as vezes temperos naturais como orégano, alecrim, alho poró…

Depois da lambança nos divertimos no banho…após o banho soninho bate em Elena, carinhosamente ela pede o seio se debruça com a cabeça e me olha com o pedido, dou o peitinho e dorme sobre mim sempre após a comida.

Apesar dela comer muito, o peito quando solicitado pelo bebê nunca deve ser negado, ela está na fase de dependência absoluta materna, entrando na dependência relativa; mesmo assim em vários momentos ela já negou o seio, empurra o prato quando não quer comer, me empurra quando quer ir para o chão brincar….já demonstra autonomia.
Aquela frase do senso comum que bebê muito apegado a mãe não tem autonomia é uma ignorância social de quem desconhece de psicologia infantil e da ciência do início da vida.

Valeu a pena me dedicar 100%, não sair de casa pra amamentar quase de 10 em 10 mim, deixá-la horas no meu peito até ela decidir rejeitar meu seio, imóvel ficava para não acordar seu sono, quase não me alimentei; no início não dava tempo nem de tomar banho, ir no banheiro na sua fase primitiva de exterogestação….para muitos isso é loucura, sacrifício….mas para mim isso é cumplicidade, compreender a importância dessa fase para construção psíquica e fisiológica…isso é amor, deixar de cuidar um pouco de si para “o outro” que é sua filha, seu amor materializado, vivo!

Na contemporaneidade com a criação social da mulher produtiva dizem que isso é você deixar de ser produtiva pra viver de filho…pelo contrário é produzir vínculo e amor com filho na parceria parental.
Agora, hoje ela faz 7 meses e o presente é que uma permite que a outra se cuide, e cuidamos juntas…ela fica com o pai, vou pra academia, faço minhas coisas e quando chego em casa ela pula de alegria naquele sorriso…me espera, não chora quando saio ou quando volto porq a satisfiz e satisfaço em todas necessidades, ela confia nos pais. ❤️

Por isso lutei para que a sociedade não atropelasse este momento com a insana licença maternidade e conquistei o direito de ficar em casa estudando e ter minhas provas aplicadas em domicílio até amamenta-la livre demanda por 6 meses como recomenda a Organização Mundial de Saúde no mínimo, porém a amamentação livre demanda continua até quando ela decidir parar; a própria OMS recomenda amamentar até 2 anos ou mais.

Lutei na justiça, venci, Eu e Elena vencemos,e lutaria com qualquer um… Lutem sempre e se dediquem vale a pena!

Super contra a insana licença maternidade que é desumana no Brasil; enquanto alguns países desenvolvidos da Europa com baixa criminalidade e poder econômico possuem licença de 1 ano, respeitam o início da vida, a educação e a construção de um ser humano necessita de vínculo e afeto.

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