Revista científica fala sobre Zika e Microcefalia.

  
 Imagino a situação desesperadora das gestantes e familiares; poderia ter acontecido comigo ou com qualquer pessoa, porque somente após a exposição dos casos de microcefalia podemos obter os dados de que iniciou o aumento dos microcefálicos no período de 2014 e 2015, justamente quando estava gestando até parir minha filha em maio de 2015. 
Neste período iniciaram os casos, mas até então não obtínhamos divulgação; garanto que se tivessem divulgado no período da minha gestação estaria na mesma situação alarmante que as gestantes se encontram agora. A diferença é que não obtive esta pressão que estão fazendo, porém todas pessoas que gestaram nestes períodos obtiveram os mesmos riscos e muitos bebês nasceram saldáveis ….e outros continuam nascendo sem sequelas e talvez a gestante até possui o vírus da Zika se realmente este for o causador, ou possui em seu organismo algum componente químico que pode desencadear a causa da má formação em bebês em conjunto com a Zika ou não, mas por algum motivo que desconhecemos, talvez orgânicos, nada aconteceu com o bebê e nem com a mãe, já que existem portadores da Zika que podem não apresentar sintomas. 

Apesar dos alertas, muitas hipóteses e estudos sendo divulgados; porém tudo ainda é recente, não existe nada completamente definido, existem muitos estudos a serem feitos. O clima, os alertas e as pressões são desesperadores, porém deve-se lembrar que existem muitas coisas além das notícias que ainda estão sendo apuradas e analisadas; na ciência um estudo nunca é a verdade absoluta, porque a qualquer momento um novo estudo pode refutá-lo, confrontá-lo e este perder sua validade. 

Apesar das circunstâncias pensem que desde o período inicial dos casos de microcefalia e até agora muitos bebês que continuam nascendo saldáveis; antes de tomarem qualquer decisão pensem em não fazer de forma precipitada, porque existem decisões que são definitivas e não se pode voltar a trás, e pode-se cometer injustiças, ou carregar um peso, dor, sofrimento e sentimento de culpa sem ter definição de nada. 

Não carreguem a culpa pra si mesmos. Não sabemos quem são os culpados, e se existem, ou se ocorreram erros…

Aconselho a gestantes e familiares que façam neste período conturbado um pré-natal não somente fisiológico; mas Pré-natal psicológico, de preferência com psicologo perinatal que é especialista em gestantes e familiares. Quem não possui condições financeiras, procure qualquer universidade que possua curso de psicologia, todas possuem clínica social aberta ao público interessado em terapia, porque os alunos precisam estagiar para obter a formação e as instituições abrem clínica social para ajudar a população. Vale muito a pena e ajudará a todos que estão passando por este período conturbado. 

Toda gestante deveria ter acompanhamento psicológico é fundamental; é um erro não existir acompanhamento psicológico desde o pré-natal. Porque a gestação, parto e Pós parto são etapas com muitas transformações psicofisiológicas; e o psicológico é o grande responsável por acionar dispositivos orgânicos que possam desencadear uma gestação mais tranquila, bem sucedida.

Esperamos e quero acreditar que todas as hipóteses por mais loucas que sejam estejam sendo pesquisadas, com grupos controle de grandes proporções de gestantes destes períodos que tiveram Zika, as que não tiveram, as que ingeriram algum tipo de medicamento, as que se vacinaram, as que não vacinaram, se as vacinas eram as que divulgaram estarem vencidas se eram públicas ou privadas, seus tipos de partos….em fim, acredito que estejam fazendo todo trabalho de levantamento para obterem resultado preciso.

Este foi um período muito esquisito com muitas questões estranhas, nebulosas na área da saúde, vacinas vencidas, vacinas que não são mais encontradas nos postos, crise, pesquisadores cobrando e necessitando de incentivo em suas pesquisas que dependem de investimento público e ou privado para realizarem mesmo antes da Zika seus trabalhos de pesquisas…., o público, como eu, sempre se questionando sem respostas e nem sabemos se teremos todas.

Única certeza que temos é que todas as sociedades devem seriamente repensar sobre destruição ambiental – nossa autodestruição – que está desequilibrando nosso sistema, afetando nossa saúde, ocorrendo tanto desequilíbrio em todos os sentidos e nos afeta diretamente e as gerações futuras. 

No Brasil os agrotóxicos proibidos em diversos países são aplicados na nossa agricultura interfere no ecossistema e no nosso organismo, e comprovadamente interferem nas gestações ocorrendo interações genéticas que somos incapazes de deduzir se fetos terão ou não sequelas (é brincar de cientista com o próprio organismo, que fazemos diariamente desde os excessos de medicamentos, suplementos vitaminicos….bombardeamos nosso organismo de químicas, desequilibrando-o, em algum momento ele responderá). Nos alimentamos de veneno todos os dias com cara de comida saldavel escondido nas saladas, frutas…e as doenças crônicas entre outras só aumentam em nosso país que utiliza como referência nosso vizinho americano que adoece mais do que nós, são os mais vitaminados, vacinados do mundo e os mais doentes também. 

Todos nós sabemos dos riscos de adtivos químicos, de produtos transgênicos, agrotóxicos…na nossa vida, porém são perigos silenciosos que por não vermos os efeitos imediatos não nos importamos, nossa sociedade permite, aceita facilmente o produto novo estrangeiro, não questiona, compra e se faz de cobaia todos os dias. 

Dessa maneira autodestrutiva e permissiva de ser, vivemos como cobaias de um laboratório ambulante, onde ainda pagamos para nos fazerem experimentos. Assim abastecemos e enriquecemos indústrias e o mundo desenvolvido; porém os países de alta renda per capita, do eixo desenvolvido dificilmente permite ser cobai de substâncias químicas, nem de transgênicos….eles ate criam e fabricam os produtos; mas por “coincidência” essas coisas são somente experimentadas em países subdesenvolvidos, América do Sul, África….

A pouco tempo o pânico mundial era o Ebola, agora a febre é o Zika, a natureza se rebela e vítimas se prejudicam, e as pessoas viram a página, até surgir outro fenômeno e a vida autodestrutiva continua sem ninguém tomar nenhuma providência; as sociedades se isolam porque não querem se contaminarem com as mazelas do mundo subdesenvolvido e com o tempo ignoram (as pequenas ajudas para nós “pobres coitados” vem de longe e são jogadas como se fôssemos mendingos; somos vistos como o lixo do mundo, desprezíveis e infectos, até lixo hospitalar os outros países já troxeram e jogaram aqui em seus contêiners. O triste é que nós e as vítimas, viramos o jornal velho, esquecido.   

O Zika, Aedes, e outros tantos nomes que existem ou surgirão são responsabilidade social; são a resposta que estamos exagerando e destruindo o ecossistema e a todos nós. A microcefalia não é do vizinho, do outro, daquela família, ela é de todos nós! 

Infelizmente para economia mundial os microencefálicos são seres improdutivos, pra eles são somente números, estatísticas, estão fora da curva; e estes seres vivos e seus familiares dependem dos investimentos destes detentores da economia mundial para encontrarem ajuda, respostas, ou soluções para seus problemas, para sobreviver… As coisas vão além e são muito mais complicadas do que parecem ser.

Nosso país está em crise. Nossa saúde e nosso povo também!

Quitéria Chagas.

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Segue a entrevista da Revista Sciencemag, acesse o link no final e confira:

-Onde surgiu Zika Virus?

Encontrado ela primeira vez em 1947 e descrito pela primeira vez em um artigo em 1952, Zika tem sido conhecido identificado na África e no Sudeste Asiático, mas até uma década atrás, menos que 15 casos foram descritos na literatura científica. Em 2007, o vírus causou um grande surto em Yap, um grupo de ilhas no Pacífico ocidental que faz parte dos Estados Federados da Micronésia; desde então, ele passou uma grande turnê de outras ilhas do Pacífico de surgir no Brasil, de onde ele começou a espalhar-se rapidamente para outras partes da América do Sul, América Central, México e Caribe.

-Por que ele espalhou tão rápido?

Pode ter ocorrido grandes surtos na África e na Ásia no passado que não terem sido detectados; os cientistas não estavam prestando muita atenção. Mas a epidemia maciça atual foi um evento que poderia acontecer. A América Latina tem um grande número de A. aegypti, também conhecido como o mosquito da febre amarela, um importante vetor para Zika. (O mosquito tigre asiático, A. albopictus, que está aumentando em todo o mundo, acredita-se ser um vector, também.) Além disso, ninguém tinha nas Américas imunidade ao vírus. A viagem torna-se pior, o mosquitos Aedes não voam mais do que algumas centenas de metros durante suas vidas; Zika viaja de cidade em cidade e de país para país, quando as pessoas infectadas entrar em carros, ônibus, trens e aviões.

Esses fatores combinados significa que o vírus tinha a capacidade de se espalhar muito rápido e uma vez que está em alguma região.

-O Zika espalhou para os Estados Unidos e na Europa?

Tanto os Estados Unidos e Europa já haviam “casos importados” -As pessoas que chegaram de um país Zika-afetada como portadores do vírus. Isto era amplamente esperado, dada a dimensão da epidemia na América Latina. A questão-chave é saber se haverá surtos locais e se mosquitos espalham o vírus de pessoa para pessoa. Há definitivamente uma chance; A. albopictus ocorre em vários países do sul da Europa (e pode mover para o norte), enquanto o sul e leste dos Estados Unidos têm populações de ambos A. aegypti e A. albopictus.
Se assim for, os cientistas esperam surtos de menores do que em outros lugares, com base na experiência do passado com doenças transmitidas por mosquitos. Recentes surtos de dengue na Flórida, Texas, Havaí não adoeceram mais do que algumas centenas de pessoas, por exemplo; um surto de uma doença transmitida por um mosquito chamado de chikungunya no norte da Itália, em 2007, que começou quando um homem infectado com o vírus chegou da Índia-terminou depois de 197 casos. Uma razão que os surtos nestes países tendem a ser menores pode ser que as pessoas gastem menos tempo expostos e vivem em casas que são mais difíceis para os mosquitos entrarem; os tamanhos das populações de mosquitos podem desempenhar um papel também.

-Sabemos com certeza que Zika está causando um aumento nos defeitos de nascimento, ocasionando a microencefalia?

Não temos certeza. Há fortes evidências circunstanciais de que áreas no Brasil duramente atingida pela Zika têm experimentado um aumento acentuado no número de bebês nascidos com microcefalia, uma condição na qual a cabeça é muito menor do que o normal, porque o cérebro não se desenvolve adequadamente. Mas vai demorar pelo menos vários meses antes que os resultados dos primeiros estudos de mulheres grávidas infectadas com Zika caso-controle estejam disponíveis. Médicos no Brasil, onde ocorreram os primeiros aumentos nos casos de microcefalia durante a ultra-sons de mulheres grávidas em Junho e Julho, poucos meses após o súbito aumento em infecções Zika. O especialista em Medicina Fetal Manoel Sarno, que trabalha na Universidade Federal da Bahia, diz que o padrão de dano cerebral que está vendo agora parece distinta de microcefalia causada por outras infecções, como o citomegalovírus (CMV) ou rubéola. Ele e seus colegas começaram um estudo em agosto que está a seguir as mulheres infectadas com Zika durante a gravidez; os resultados poderiam sair final do verão. Estudos semelhantes estão em andamento em outros lugares no Brasil e na Colômbia.

-Existem outras questões urgentes que os cientistas estão com dificuldade?

Os cientistas têm dificuldade em determinar quem foi infectado e quem não foi, porque os testes de diagnóstico têm limitações. Os testes mais precisos-que detectam o RNA viral no sangue de um paciente somente trabalha dentro de uma semana dos primeiros sintomas aparecerem. Após esse tempo, os investigadores podem testar para anticorpos no sangue. Mas os testes atuais para anticorpos Zika reação cruzada com anticorpos para dengue, que é tão difundido no Brasil e em grande parte do resto da América Latina, que quase todos os adultos têm anticorpos contra ele. Isso faz com que seja difícil dizer se a mãe de um bebê nascido com microcefalia estava infectado com Zika mais cedo ou em sua gravidez.
Os pesquisadores também gostariam de saber quantas vezes o Zika é transmitido através do contato sexual. Um cientista EUA que pegou o vírus na África passou para sua esposa depois que ele chegou em casa em 2008; e um segundo caso de suspeita de transmissão sexual aconteceu na Polinésia Francesa, em 2013. Mas os investigadores não têm idéia do que é o risco. (“Se eu fosse um homem e eu tenho sintomas Zika, eu esperaria um par de meses antes de ter relações sexuais desprotegidas”, virologista Scott Weaver, da Universidade do Texas Medical Branch em Galveston disse recentemente ao The New York Times.)

-Quais são as drogas disponíveis contra Zika?

Nenhuma. Até o ano passado, Zika era tão raro, e acreditava ser tão leve, que ninguém se preocupou em olhar para as drogas, realizar experimentos científicos. Mesmo agora que o vírus está em alta, não é óbvio que há um grande mercado para um medicamento antiviral, porque a grande maioria das pessoas infectadas têm muito poucos sintomas ou nenhum. E não é claro que uma droga pode prevenir defeitos de nascença, quando as mulheres contraem Zika durante a gravidez; no momento em que se infectar e desenvolver os sintomas, pode ser tarde demais para evitar tais danos, se realmente for comprovada a relação Zika e microcefalia. A vacina contra a Zika pode oferecer mais esperança de prevenir microcefalia, caso seja comprovada a relação.

-E quando podemos esperar uma vacina?

Isso vai levar anos. Vários grupos começaram a fazer vacinas candidatas contra Zika, um processo que vai demorar pelo menos vários meses. A maioria destas abordagens de vacina são verticalização em vacinas existentes. Por exemplo, muitas vacinas são feitas por meio de costura proteínas de superfície de um agente patogénico para um vírus ou vector inofensivo; que agora está sendo testado com Zika usando esses mesmos vetores. Uma vez que um candidato vacina é feita, ela terá de ser testada em animais antes de ensaios humanos; começandocom estudos pequenos de segurança, em seguida, passar para maiores estudos que testam se o produto funciona em humanos. Tudo isso leva normalmente 10 a 15 meses. Dada a urgência, o cronograma pode ser comprimido, mas, mesmo assim, Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional EUA de Alergia e Doenças Infecciosas, disse STAT que pode ser pelo menos 5 a 7 anos antes que uma vacina Zika está comercialmente disponível.

-Então o que podemos fazer para parar a propagação do vírus?

Os países e as comunidades podem tentar reduzir as populações de mosquitos, removendo os pequenos reservatórios, tais como água em vasos de flores, garrafas vazias, e nos pneus…em lugares onde os mosquitos Aedes gostam de se reproduzir. As pessoas também podem reduzir sua exposição, especialmente importante para as mulheres que estão ou possam vir a engravidar, colocando telas nas janelas e usar repelente de insetos. No entanto, a história tem mostrado que o impacto do controle do mosquito sobre epidemias é modesto na melhor das hipóteses, e eles são difíceis de sustentar.

-Existem melhores maneiras de controlar os mosquitos?

Ainda não, mas estão sendo estudadas. A biotecnologia britânica chamada Oxitec-que foi comprado recentemente por Intrexon EUA, empresa de biologia sintética que desenvolve mosquitos A. aegypti contendo uma construção de genes que vai matar sua prole antes que eles atinjam a idade adulta. Quando um enorme número de indivíduos do sexo masculino desta estirpe são liberados na natureza, eles vão acasalar com as fêmeas locais.
Em outra linha de pesquisa, os cientistas estão a infectar A. aegypti com uma bactéria chamada Wolbachia, o que reduz a capacidade dos mosquitos de transmitir doenças. Os pesquisadores que desenvolveram estas abordagens foram principalmente pensando sobre a dengue, mas o aumento de Zika está dando as suas tentativas de um novo sentido de urgência. Novamente, levaram vários anos antes que essas estratégias façam efeito.

Fonte: http://www.sciencemag.org/news/2016/01/zika-virus-your-questions-answered
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Um comentário sobre “Revista científica fala sobre Zika e Microcefalia.

  1. Máquina da Propaganda Mira no Zika Vírus

    Artigo do Dr. Mercola de 16/02/2016 presente neste link e traduzido em 23/02/2016.

    É tempo novamente – tempo para a máquina de propaganda de surto de pandemia alarmar sem razão novamente e justificar o uso de vacinas em massa e a necessidade de medicamentos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já declarou outra emergência na saúde pública global. 1

    Temos visto uma sequência destes vírus promovendo exageradamente o pânico ao longo dos últimos seis anos, desde a gripe aviária, gripe suína ao Ebola – todos os quais desapareceram tão de repente quanto surgiram, sem causar o dano catastrófico generalizado previsto no mundo real.

    Este ano é o vírus Zika que está sendo responsabilizado por uma onda de relatos de microcefalia 2,3 entre recém-nascidos no Brasil. A condição, na qual os bebês nascem com cabeças excepcionalmente pequenas, é dito que os casos de microcefalia saltaram de uma média de cerca de 150 por ano para mais de 4.780, desde outubro de 2015.

    Casos de Microcefalia Vastamente Reportados em Excesso

    O governo brasileiro já admitiu que parâmetros excessivamente generosos, resultaram em um dramático excesso de relatos desta rara condição por funcionários da saúde pública que têm sido associada com o vírus Zika, que foi apelidada pela mídia como o vírus da “cabeça encolhida”.

    Para ser cauteloso, quando as áreas afetadas pelo Zika começaram a ter um aumento na microcefalia, o governo brasileiro pediu às autoridades de saúde para relatarem qualquer caso em que uma criança tivesse nascido com uma circunferência de cabeça inferior a 33 centímetros.

    Os falsos positivos eram esperados, e quando eles perceberam que a maioria destes bebês eram, na verdade, saudáveis e normais, o limite foi reduzido para 32 centímetros em dezembro. O limite poderia ser reduzido ainda mais, para 31,9 centímetros para meninos e 31,5 centímetros para meninas.

    Conforme notificado pelo New York Times:4

    “Dos casos analisados até agora, 404 foram confirmados como tendo microcefalia. Apenas 17 deles deram positivo para o Zika vírus …Mais de 709 casos de microcefalia em bebês foram descartados… destacando os riscos de falsos positivos que fazem com que a epidemia pareça maior do que realmente é. Os 3.670 casos restantes ainda estão sendo investigados. “[Grifo meu]

    Continua em: http://estaoteenvenenando.blogspot.com.br/2016/02/maquina-da-propaganda-mira-no-zika-virus.html

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