DOULA AGORA É LEI NO RJ! Direito da mulher e família.

  

AGORA É OFICIAL! DOULA É LEI !  GOVERNADOR DO RJ ASSINOU !      DOULAS ESTÃO PERMITIDAS A ATUAR EM TODAS AS MATERNIDADES E HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS DO ESTADO DO RJ QUANDO A PARTURIENTE SOLICITAR.

Muito feliz por fazer parte disso, na militância como Doula, cidadã e fazendo parte da equipe de trabalho na diretoria da Associação das Doulas do Rio de Janeiro agradeço ao Governador em Exercício Francisco Dornelles e ao nosso governador Luiz Fernando Pezão, ao deputado Edson Albertassi da liderança do governo, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e um dos autores da lei. 

Aos deputados autores da lei: Luiz Paulo, Chiquinho da Mangueira, André Lazaroni, Carlos Minc, Jorge Felippe Neto e Rogério Lisboa; ao grande autor da Lei Deputado Dr. José Luiz Nanci, e a todos deputados da Alerj que aprovaram com unanimidade. 

Agradecemos a Defensoria Publica do RJ, ao Nuden.

Agradecimento absoluto a todas as gestantes, doulas, familiares q lutaram conosco em atos, manifestações, liminares judiciais…

  
As Doulas apoiamos emocionalmente as mulheres da gestação até o Pós parto, orientamos sobre todo esse processo de transformação em sua vida e caso tenha, orientamos sobre a vida casal nessa fase, conscientizamos sobre os tipos de parto, seus procedimentos, benefício e riscos para que faça escolhas conscientes. 

Utilizamos métodos não farmacológicos de alívio nas dores além de massagens específicas na hora do parto, existem e ensinamos as posições mais favoráveis, tem um tecido Rebozo que utilizamos essa técnica mexicana para fazer massagem descomprimir a pelve, podendo melhorar o oposicionamento do bebê….Durante o trabalho de parto ajuda muito, além de trabalharmos para diminuir medos, que são maiores inibidores do trabalho de parto, através da informação podemos ajudar. 

Orientamos nos cuidados com bebê e na amamentação.

Na Europa existem muitas, nos países onde possuem humanização do parto que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde, aprovam e recomendam nosso trabalho. 

A Lei: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=324914

OS BENEFÍCIOS DA PLACENTA NO PÓS-PARTO.

  

Resolvi explicar os benefícios da placenta no pós-parto, porque e como utilizá-la.

Ingeri a minha placenta,do nascimento da minha filha em forma de cápsulas, foi  importante na recuperação pós-parto. 

O parto fisiólogico possui uma diferença gritante de rápida recuperação, cientistas dizem que promove Resert no organismo; sinto que é verdade, ingerir as cápsulas da placenta potencializou. 

Valeu a pena tudo, inclusive sentir as dores do parto, que são únicas, importantes e passam; não sinto mais cólicas menstruais e nem TPM, emagreci tudo da gestação, voltei a ter o físico da minha adolescência, sinto-me muito melhor do que antes da gravidez. 

Este método utilizam há décadas. 

Agora compreendo porque todos mamíferos comem suas placentas, nós racionalizamos tudo e esquecemos q somos mamíferos, perdemos muito com isso, principalmente as mulheres: 

“O método mais popular de encapsulação de placenta usado mundialmente está baseado na técnica da Medicina Tradicional Chinesa, onde a placenta é considerada um medicamento sagrado e poderoso-um órgão repleto de “força de vida” que deve ser consumido para dar suporte para a mulher no pós-parto.

De acordo com essa tradição, os remédios a base de placenta formam uma parte importante na história do nascimento. 

Um dos primeiros grandes médicos-farmacêuticos especialistas no assunto na China, Li Shi-Zhen, incluiu a placenta como medicamento no primeiro livro da prática da Medicina Chinesa (Matéria Medica) publicado em 1578. 

Existem documentos na Europa (datados a partir de 1700) que explanam sobre placenta desidratada como medicamento, no entanto, foi a partir de meados dos anos 80 q uma parteira americana que estudou a Medicina Tradicional Chinesa trouxe à tona essa tradição que estava caindo no esquecimento. 

Hoje em dia, colocar placenta desidratada e triturada em capsulas se tornou muito popular na América, no Canadá, no Reino Unido e em vários países da Europa. Em 2007 a parteira alemã, naturalizada nos Estados Unidos, Cornelia Enning escreveu um livro (Placenta: the gift of life) que popularizou ainda mais a medicina da placenta, trazendo receitas práticas de tudo o q se pode ser feito para o aproveitamento da placenta.” 

Fonte: www.luzdecandeeiro.com.br 

A sociedade no parto esquece que são mamíferos-Dr.Michel Odent.

  

Pioneiro na revolução obstétrica-Obstetra francês Michel Odent:

“A tecnologia é aliada do homem na Medicina, mas faz com que alguns instintos sejam deixados de lado. Para o obstetra francês Michel Odent, o aparato tecnológico está tornando os partos menos eficazes.

Ele defende a “mamiferização” do parto, que é como chama o conjunto de ações que fazem com que o nascimento respeite as condições inatas da mulher. Quanto mais máquinas, especialistas por perto e iluminação, menor a segurança da mulher no momento em que ela precisa estar tranquila para dar à luz, diz Odent.
O bebê deveria ficar com a mãe assim que nasce e ser amamentado na primeira hora de vida. Sempre lembrando que somos animais, o obstetra fala sobre a fisiologia do parto, sobre os hormônios e substâncias ligadas ao nascimento e ao medo, que podem causar dor.
Entendo o parto humanizado de uma maneira diferente. É preciso redescobrir o nascimento, libertar-se de tudo quanto é crença e ritual milenar ou cultural, eliminando o que é especificamente humano. A começar pela linguagem, que é o método humano de comunicação.
É preciso satisfazer as necessidades universais específicas de mamíferos, como, por exem­­­plo, ter segurança. Na floresta, se uma fêmea está para ter um filhote e percebe que há um predador por perto, vai liberar adrenalina, essencial em uma situação de emergência na necessidade de partir para a luta.
Essa adrenalina vai bloquear o parto, postergar o nascimento. A segurança é uma necessidade básica para qualquer mamífero. Outra necessidade básica é não se sentir observado.
Então, mais do que humanizar o parto, é preciso “ma­­­­miferizar” o nascimento e por isso essa expressão parto hu­­­manizado não tem o mesmo sig­­­­nificado para mim. Humanizar é usar um número grande de ferramentas, é a cesária.”

Fonte: Gazeta do Povo. @gazetadopovo 

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/maternidade/menos-adrenalina-e-mais-ocitocina-no-parto/

Quer uma gestação e parto saldáveis ? Sou Doula. Posso te ajudar. 

  

Fui tentante, gestante e agora sou Doula – RJ; graduanda e pós-graduanda em psicologia.
Como doula procuro identificar com a gestante as suas crenças e medos em relação ao parto, possibilitando em conjunto diminuir estressores e o medo do desconhecido da gestação ao pós-parto que são os grandes responsaveis pela inibição ou não do trabalho de parto e de outras complicações. 

Descomplicando o emocional para a gestação saudavel e parto conscientes, propicia facilitar o organismo a exercer seu funcionamento sem intervenções e problemas. 

Informar, conscientizar a gestante e familiares para que você possa construir da maneira que você quer a historia do nascimento do seu bebê.  

Como doula presto apoio emocional e utilizo métodos não farmacológicos para alivio das dores (tenho bola, rebozo, essências e óleos a escolher a fragrância que mais agrada – as essências possuem poder fitoterápico). Procuro ser uma facilitadora no momento mais importante da sua vida e família. 

A Doula serve a mulher. Servir para sua felicidade, para o seu sonho, você merece sonhar e ninguém deve roubar seus sonhos, seus desejos. Criar expectativas demais pode ser ruim, mas alguém tirar de você o que pode ser construído é pior ainda. 
Vc é capaz! O corpo é seu! O parto é seu! 

Posso ser sua Doula!  

Minha função é instruir a gestante e seus envolvidos de forma mais completa possível.
**sou uma Doula que pariu de forma natural – parto fisiológico em casa (parto domiciliar assistido), sem intervenções, sem toques de dilatação, sem nada desnecessário, parir é uma necessidade fisiológica do corpo feminino, parir é natural. 

Mudei de ideia de parto hospitalar para parto domiciliar com 33 semanas de gestação foi a melhor decisão da minha vida. Tenho experiência, sei como é parir de forma natural e possuo conhecimentos que ajudam no atendimento a mulher e a família envolvidos no nascimento.
Contato: quiteriachagasdoula@gmail.com

O bebê e seu objeto de transição. Saiba o que é.

  
Minha filha escolheu seu objeto transicional, minha camisola c/cheirinho de afeto e de sua última mamada. Todo bebê segundo a psicologia c/teórico Donald Winnicott (pediatra e psicanalista Inglês) escolhe um objeto de transição entre a realidade externa e seu mundo subjetivo-interno. 
Este objeto é importante p/construção psíquica do bebê, não deve ser imposto, lavado, tirado de suas mãos, isto provoca sérios traumas q refletem na fase infantil, adolescente, adulta… Q geralmente necessitarão de psicólogo p/ajudar nessas marcas da fase bebê. 

O objeto é importante porq quando a mãe, sair do estado de maternagem (qd fica totalmente voltada ao bebê, q é importante essa fase de simbiose mãe-bebê), qd ela sair cria um afastamento entre ela e o bebê, mostra aquilo que não é ele (desiludindo o bebê), possibilita a constituição de uma área intermediária da experiência, a da transicionalidade. 

Nessa área, na qual o bebê começa a constituir sua subjetividade no sentido de perceber-se como si-mesmo,o relacionamento começa a acontecer c/um objeto transicional. P/Winnicott, objeto transicional é a primeira posse não eu. 

No decorrer do desenvolvimento psíquico normal, a adaptação ativa q a mãe propicia, procurando atender às necessidades q variam de acordo c/as diferentes etapas do desenvolvimento,nutre o potencial criativo da criança. O amor e a compreensão proporcionam a identificação da mãe às necessidades do bebê, a ponto de ela fornecer-lhe algo além do alimento,q é a possibilidade de usar criativamente seu potencial p/alucinar o seio provedor. 

No princípio, a criança tem uma ilusão de onipotência, vivenciando o seio como sendo parte do seu próprio corpo. Mas, uma vez alcançada esta onipotência ilusória, a mãe deve idealmente, ir desiludindo a criança, pouco a pouco (respeitando seu ritmo), fazendo c/q o bebê adquira a noção de q o seio é uma “possessão”, no sentido de um objeto, mas q não é ele (“pertence-me, mas não sou eu”). 

A repetição dessa experiência desencadeia a habilidade do bebê de usar o recurso da ilusão, sem a qual é impossível o contato entre a psique e o meio ambiente. Isso permite q o bebê construa, nesse espaço de ilusionamento propiciado pela mãe, um objeto q o console e lhe dê conforto: o objeto transicional. 

Permitam q os bebês escolham seus objetos de transição, aquele lençol velho sujo, o boneco, Ursinho….qualquer objeto q não quer largar, não reprienda, não bata, não brigue, não arraque de suas mãos, não lave, não destrua, não tome posse…reações violentas criam sujeitos violentos; a violência é aprendida.

 Permita q o bebê se expresse pela sua saúde mental e psicomotora; isto é essencial – informação de utilidade pública.