Revista científica fala sobre Zika e Microcefalia.

  
 Imagino a situação desesperadora das gestantes e familiares; poderia ter acontecido comigo ou com qualquer pessoa, porque somente após a exposição dos casos de microcefalia podemos obter os dados de que iniciou o aumento dos microcefálicos no período de 2014 e 2015, justamente quando estava gestando até parir minha filha em maio de 2015. 
Neste período iniciaram os casos, mas até então não obtínhamos divulgação; garanto que se tivessem divulgado no período da minha gestação estaria na mesma situação alarmante que as gestantes se encontram agora. A diferença é que não obtive esta pressão que estão fazendo, porém todas pessoas que gestaram nestes períodos obtiveram os mesmos riscos e muitos bebês nasceram saldáveis ….e outros continuam nascendo sem sequelas e talvez a gestante até possui o vírus da Zika se realmente este for o causador, ou possui em seu organismo algum componente químico que pode desencadear a causa da má formação em bebês em conjunto com a Zika ou não, mas por algum motivo que desconhecemos, talvez orgânicos, nada aconteceu com o bebê e nem com a mãe, já que existem portadores da Zika que podem não apresentar sintomas. 

Apesar dos alertas, muitas hipóteses e estudos sendo divulgados; porém tudo ainda é recente, não existe nada completamente definido, existem muitos estudos a serem feitos. O clima, os alertas e as pressões são desesperadores, porém deve-se lembrar que existem muitas coisas além das notícias que ainda estão sendo apuradas e analisadas; na ciência um estudo nunca é a verdade absoluta, porque a qualquer momento um novo estudo pode refutá-lo, confrontá-lo e este perder sua validade. 

Apesar das circunstâncias pensem que desde o período inicial dos casos de microcefalia e até agora muitos bebês que continuam nascendo saldáveis; antes de tomarem qualquer decisão pensem em não fazer de forma precipitada, porque existem decisões que são definitivas e não se pode voltar a trás, e pode-se cometer injustiças, ou carregar um peso, dor, sofrimento e sentimento de culpa sem ter definição de nada. 

Não carreguem a culpa pra si mesmos. Não sabemos quem são os culpados, e se existem, ou se ocorreram erros…

Aconselho a gestantes e familiares que façam neste período conturbado um pré-natal não somente fisiológico; mas Pré-natal psicológico, de preferência com psicologo perinatal que é especialista em gestantes e familiares. Quem não possui condições financeiras, procure qualquer universidade que possua curso de psicologia, todas possuem clínica social aberta ao público interessado em terapia, porque os alunos precisam estagiar para obter a formação e as instituições abrem clínica social para ajudar a população. Vale muito a pena e ajudará a todos que estão passando por este período conturbado. 

Toda gestante deveria ter acompanhamento psicológico é fundamental; é um erro não existir acompanhamento psicológico desde o pré-natal. Porque a gestação, parto e Pós parto são etapas com muitas transformações psicofisiológicas; e o psicológico é o grande responsável por acionar dispositivos orgânicos que possam desencadear uma gestação mais tranquila, bem sucedida.

Esperamos e quero acreditar que todas as hipóteses por mais loucas que sejam estejam sendo pesquisadas, com grupos controle de grandes proporções de gestantes destes períodos que tiveram Zika, as que não tiveram, as que ingeriram algum tipo de medicamento, as que se vacinaram, as que não vacinaram, se as vacinas eram as que divulgaram estarem vencidas se eram públicas ou privadas, seus tipos de partos….em fim, acredito que estejam fazendo todo trabalho de levantamento para obterem resultado preciso.

Este foi um período muito esquisito com muitas questões estranhas, nebulosas na área da saúde, vacinas vencidas, vacinas que não são mais encontradas nos postos, crise, pesquisadores cobrando e necessitando de incentivo em suas pesquisas que dependem de investimento público e ou privado para realizarem mesmo antes da Zika seus trabalhos de pesquisas…., o público, como eu, sempre se questionando sem respostas e nem sabemos se teremos todas.

Única certeza que temos é que todas as sociedades devem seriamente repensar sobre destruição ambiental – nossa autodestruição – que está desequilibrando nosso sistema, afetando nossa saúde, ocorrendo tanto desequilíbrio em todos os sentidos e nos afeta diretamente e as gerações futuras. 

No Brasil os agrotóxicos proibidos em diversos países são aplicados na nossa agricultura interfere no ecossistema e no nosso organismo, e comprovadamente interferem nas gestações ocorrendo interações genéticas que somos incapazes de deduzir se fetos terão ou não sequelas (é brincar de cientista com o próprio organismo, que fazemos diariamente desde os excessos de medicamentos, suplementos vitaminicos….bombardeamos nosso organismo de químicas, desequilibrando-o, em algum momento ele responderá). Nos alimentamos de veneno todos os dias com cara de comida saldavel escondido nas saladas, frutas…e as doenças crônicas entre outras só aumentam em nosso país que utiliza como referência nosso vizinho americano que adoece mais do que nós, são os mais vitaminados, vacinados do mundo e os mais doentes também. 

Todos nós sabemos dos riscos de adtivos químicos, de produtos transgênicos, agrotóxicos…na nossa vida, porém são perigos silenciosos que por não vermos os efeitos imediatos não nos importamos, nossa sociedade permite, aceita facilmente o produto novo estrangeiro, não questiona, compra e se faz de cobaia todos os dias. 

Dessa maneira autodestrutiva e permissiva de ser, vivemos como cobaias de um laboratório ambulante, onde ainda pagamos para nos fazerem experimentos. Assim abastecemos e enriquecemos indústrias e o mundo desenvolvido; porém os países de alta renda per capita, do eixo desenvolvido dificilmente permite ser cobai de substâncias químicas, nem de transgênicos….eles ate criam e fabricam os produtos; mas por “coincidência” essas coisas são somente experimentadas em países subdesenvolvidos, América do Sul, África….

A pouco tempo o pânico mundial era o Ebola, agora a febre é o Zika, a natureza se rebela e vítimas se prejudicam, e as pessoas viram a página, até surgir outro fenômeno e a vida autodestrutiva continua sem ninguém tomar nenhuma providência; as sociedades se isolam porque não querem se contaminarem com as mazelas do mundo subdesenvolvido e com o tempo ignoram (as pequenas ajudas para nós “pobres coitados” vem de longe e são jogadas como se fôssemos mendingos; somos vistos como o lixo do mundo, desprezíveis e infectos, até lixo hospitalar os outros países já troxeram e jogaram aqui em seus contêiners. O triste é que nós e as vítimas, viramos o jornal velho, esquecido.   

O Zika, Aedes, e outros tantos nomes que existem ou surgirão são responsabilidade social; são a resposta que estamos exagerando e destruindo o ecossistema e a todos nós. A microcefalia não é do vizinho, do outro, daquela família, ela é de todos nós! 

Infelizmente para economia mundial os microencefálicos são seres improdutivos, pra eles são somente números, estatísticas, estão fora da curva; e estes seres vivos e seus familiares dependem dos investimentos destes detentores da economia mundial para encontrarem ajuda, respostas, ou soluções para seus problemas, para sobreviver… As coisas vão além e são muito mais complicadas do que parecem ser.

Nosso país está em crise. Nossa saúde e nosso povo também!

Quitéria Chagas.

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Segue a entrevista da Revista Sciencemag, acesse o link no final e confira:

-Onde surgiu Zika Virus?

Encontrado ela primeira vez em 1947 e descrito pela primeira vez em um artigo em 1952, Zika tem sido conhecido identificado na África e no Sudeste Asiático, mas até uma década atrás, menos que 15 casos foram descritos na literatura científica. Em 2007, o vírus causou um grande surto em Yap, um grupo de ilhas no Pacífico ocidental que faz parte dos Estados Federados da Micronésia; desde então, ele passou uma grande turnê de outras ilhas do Pacífico de surgir no Brasil, de onde ele começou a espalhar-se rapidamente para outras partes da América do Sul, América Central, México e Caribe.

-Por que ele espalhou tão rápido?

Pode ter ocorrido grandes surtos na África e na Ásia no passado que não terem sido detectados; os cientistas não estavam prestando muita atenção. Mas a epidemia maciça atual foi um evento que poderia acontecer. A América Latina tem um grande número de A. aegypti, também conhecido como o mosquito da febre amarela, um importante vetor para Zika. (O mosquito tigre asiático, A. albopictus, que está aumentando em todo o mundo, acredita-se ser um vector, também.) Além disso, ninguém tinha nas Américas imunidade ao vírus. A viagem torna-se pior, o mosquitos Aedes não voam mais do que algumas centenas de metros durante suas vidas; Zika viaja de cidade em cidade e de país para país, quando as pessoas infectadas entrar em carros, ônibus, trens e aviões.

Esses fatores combinados significa que o vírus tinha a capacidade de se espalhar muito rápido e uma vez que está em alguma região.

-O Zika espalhou para os Estados Unidos e na Europa?

Tanto os Estados Unidos e Europa já haviam “casos importados” -As pessoas que chegaram de um país Zika-afetada como portadores do vírus. Isto era amplamente esperado, dada a dimensão da epidemia na América Latina. A questão-chave é saber se haverá surtos locais e se mosquitos espalham o vírus de pessoa para pessoa. Há definitivamente uma chance; A. albopictus ocorre em vários países do sul da Europa (e pode mover para o norte), enquanto o sul e leste dos Estados Unidos têm populações de ambos A. aegypti e A. albopictus.
Se assim for, os cientistas esperam surtos de menores do que em outros lugares, com base na experiência do passado com doenças transmitidas por mosquitos. Recentes surtos de dengue na Flórida, Texas, Havaí não adoeceram mais do que algumas centenas de pessoas, por exemplo; um surto de uma doença transmitida por um mosquito chamado de chikungunya no norte da Itália, em 2007, que começou quando um homem infectado com o vírus chegou da Índia-terminou depois de 197 casos. Uma razão que os surtos nestes países tendem a ser menores pode ser que as pessoas gastem menos tempo expostos e vivem em casas que são mais difíceis para os mosquitos entrarem; os tamanhos das populações de mosquitos podem desempenhar um papel também.

-Sabemos com certeza que Zika está causando um aumento nos defeitos de nascimento, ocasionando a microencefalia?

Não temos certeza. Há fortes evidências circunstanciais de que áreas no Brasil duramente atingida pela Zika têm experimentado um aumento acentuado no número de bebês nascidos com microcefalia, uma condição na qual a cabeça é muito menor do que o normal, porque o cérebro não se desenvolve adequadamente. Mas vai demorar pelo menos vários meses antes que os resultados dos primeiros estudos de mulheres grávidas infectadas com Zika caso-controle estejam disponíveis. Médicos no Brasil, onde ocorreram os primeiros aumentos nos casos de microcefalia durante a ultra-sons de mulheres grávidas em Junho e Julho, poucos meses após o súbito aumento em infecções Zika. O especialista em Medicina Fetal Manoel Sarno, que trabalha na Universidade Federal da Bahia, diz que o padrão de dano cerebral que está vendo agora parece distinta de microcefalia causada por outras infecções, como o citomegalovírus (CMV) ou rubéola. Ele e seus colegas começaram um estudo em agosto que está a seguir as mulheres infectadas com Zika durante a gravidez; os resultados poderiam sair final do verão. Estudos semelhantes estão em andamento em outros lugares no Brasil e na Colômbia.

-Existem outras questões urgentes que os cientistas estão com dificuldade?

Os cientistas têm dificuldade em determinar quem foi infectado e quem não foi, porque os testes de diagnóstico têm limitações. Os testes mais precisos-que detectam o RNA viral no sangue de um paciente somente trabalha dentro de uma semana dos primeiros sintomas aparecerem. Após esse tempo, os investigadores podem testar para anticorpos no sangue. Mas os testes atuais para anticorpos Zika reação cruzada com anticorpos para dengue, que é tão difundido no Brasil e em grande parte do resto da América Latina, que quase todos os adultos têm anticorpos contra ele. Isso faz com que seja difícil dizer se a mãe de um bebê nascido com microcefalia estava infectado com Zika mais cedo ou em sua gravidez.
Os pesquisadores também gostariam de saber quantas vezes o Zika é transmitido através do contato sexual. Um cientista EUA que pegou o vírus na África passou para sua esposa depois que ele chegou em casa em 2008; e um segundo caso de suspeita de transmissão sexual aconteceu na Polinésia Francesa, em 2013. Mas os investigadores não têm idéia do que é o risco. (“Se eu fosse um homem e eu tenho sintomas Zika, eu esperaria um par de meses antes de ter relações sexuais desprotegidas”, virologista Scott Weaver, da Universidade do Texas Medical Branch em Galveston disse recentemente ao The New York Times.)

-Quais são as drogas disponíveis contra Zika?

Nenhuma. Até o ano passado, Zika era tão raro, e acreditava ser tão leve, que ninguém se preocupou em olhar para as drogas, realizar experimentos científicos. Mesmo agora que o vírus está em alta, não é óbvio que há um grande mercado para um medicamento antiviral, porque a grande maioria das pessoas infectadas têm muito poucos sintomas ou nenhum. E não é claro que uma droga pode prevenir defeitos de nascença, quando as mulheres contraem Zika durante a gravidez; no momento em que se infectar e desenvolver os sintomas, pode ser tarde demais para evitar tais danos, se realmente for comprovada a relação Zika e microcefalia. A vacina contra a Zika pode oferecer mais esperança de prevenir microcefalia, caso seja comprovada a relação.

-E quando podemos esperar uma vacina?

Isso vai levar anos. Vários grupos começaram a fazer vacinas candidatas contra Zika, um processo que vai demorar pelo menos vários meses. A maioria destas abordagens de vacina são verticalização em vacinas existentes. Por exemplo, muitas vacinas são feitas por meio de costura proteínas de superfície de um agente patogénico para um vírus ou vector inofensivo; que agora está sendo testado com Zika usando esses mesmos vetores. Uma vez que um candidato vacina é feita, ela terá de ser testada em animais antes de ensaios humanos; começandocom estudos pequenos de segurança, em seguida, passar para maiores estudos que testam se o produto funciona em humanos. Tudo isso leva normalmente 10 a 15 meses. Dada a urgência, o cronograma pode ser comprimido, mas, mesmo assim, Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional EUA de Alergia e Doenças Infecciosas, disse STAT que pode ser pelo menos 5 a 7 anos antes que uma vacina Zika está comercialmente disponível.

-Então o que podemos fazer para parar a propagação do vírus?

Os países e as comunidades podem tentar reduzir as populações de mosquitos, removendo os pequenos reservatórios, tais como água em vasos de flores, garrafas vazias, e nos pneus…em lugares onde os mosquitos Aedes gostam de se reproduzir. As pessoas também podem reduzir sua exposição, especialmente importante para as mulheres que estão ou possam vir a engravidar, colocando telas nas janelas e usar repelente de insetos. No entanto, a história tem mostrado que o impacto do controle do mosquito sobre epidemias é modesto na melhor das hipóteses, e eles são difíceis de sustentar.

-Existem melhores maneiras de controlar os mosquitos?

Ainda não, mas estão sendo estudadas. A biotecnologia britânica chamada Oxitec-que foi comprado recentemente por Intrexon EUA, empresa de biologia sintética que desenvolve mosquitos A. aegypti contendo uma construção de genes que vai matar sua prole antes que eles atinjam a idade adulta. Quando um enorme número de indivíduos do sexo masculino desta estirpe são liberados na natureza, eles vão acasalar com as fêmeas locais.
Em outra linha de pesquisa, os cientistas estão a infectar A. aegypti com uma bactéria chamada Wolbachia, o que reduz a capacidade dos mosquitos de transmitir doenças. Os pesquisadores que desenvolveram estas abordagens foram principalmente pensando sobre a dengue, mas o aumento de Zika está dando as suas tentativas de um novo sentido de urgência. Novamente, levaram vários anos antes que essas estratégias façam efeito.

Fonte: http://www.sciencemag.org/news/2016/01/zika-virus-your-questions-answered
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O que toda gestante deve saber sobre vacinas e riscos, por Dr.Joseph Mercola.

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/

Fonte: http://www.mercola.com

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Os Riscos da vacinação na gravidez, analisem!

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/
Por: Barbara Loe Fisher  ( 10/11/2013 )

Era 1977 quando descobri que estava grávida. Istintivamente sabia que precisava ter cuidado durante a gestação; especialmente durante os dois primeiros trimestres, quando os principais sistemas de órgãos do feto desenvolvem a um ritmo acelerado. Na década de 1960, havia muita publicidade sobre bebês que morrem ou nascem sem braços ou pernas, porque as mulheres tinham tomado uma droga (Talidomida) para enjôos matinais no primeiro ou segundo trimestre de gravidez; queria ter certeza de que fiz tudo que podia para proteger a minha saúde e a saúde do meu bebê antes e depois que ele nascesse.
Mães na minha geração foram orientadas a tomar vitaminas extras e comer alimentos nutritivos, mas, acima de tudo, para evitar qualquer coisa que possa prejudicar o feto em desenvolvimento, como o álcool, o fumo do cigarro, medicamentos, radiação, produtos de limpeza doméstica e outras exposições tóxicas. Algumas de nós estávamos cientes dos riscos da anestesia pesada durante o parto e se inscreveu para aulas de Lamaze para se preparar para um parto livre de drogas, que muitos obstetras desanimam, e escolhemos amamentar, apesar de um monte de pediatras estarem empurrando fórmula e mamadeiras naquela época mesmo sem necessidade de problemas de amamentação ou baixo peso do bebê.

Hoje, as mulheres grávidas enfrentam um conjunto diferente de perguntas difíceis e escolhas sobre como manter-se e seus bebês saudáveis. Entre eles estão as vacinas durante a gravidez que funcionários de saúde pública, obstetras e pediatras dizem que vai proteger as mulheres grávidas e seus recém-nascidos de ficar doente com gripe e B. pertussis coqueluche e outros.

Exposições tóxicas, será uma boa ideia?

Embora desde a década de 1970, funcionários da saúde pública têm recomendado vacinação contra influenza para as mulheres grávidas no segundo ou terceiro trimestre, relativamente poucos obstetras promoviam a vacina até a década passada, quando, em 2006, os Centros de Controle de Doenças (CDC) reforçou recomendações que todos mulheres grávidas, saudáveis ​​ou não, devem obter uma vacina contra a gripe em qualquer trimestre.

Então, em 2011, a tosse convulsa contendo tiro dTpa foi recomendado para todas as mulheres grávidas, de preferência após 20 semanas gestação. Ambas as recomendações da vacina atual aprovada pelo Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG), Academia Americana de Pediatria (AAP) e outras associações.

Com estas recomendações, a regra consagrada pelo tempo de evitar qualquer exposição potencial tóxico que pode interferir com o desenvolvimento normal do feto foi suspensa e substituída por uma suposição de que a vacinação durante a gravidez é seguro. Mas qual é a evidência científica que indique que essa suposição é válida?

A falta gritante de Testes de Segurança destas vacinas:

Você tem que olhar mais longe do que as informações nos respectivos folhetos informativos do fabricante da vacina e publicado on-line nos EUA Food and Drug Administration (FDA) e Centros de Controle de Doenças (CDC) para responder rapidamente a essa pergunta.

FATO: As empresas farmacêuticas não testam a segurança e a eficácia de dar a gripe ou a vacina dTpa para mulheres grávidas antes de as vacinas serem licenciadas em USA e quase não há dados sobre as respostas inflamatórias biológicos ou outros a estas vacinas que poderiam afetar a gravidez e o desenvolvimento fetal.

FATO: A Food and Drug Administration (FDA), enumera gripe e dTpa vacinas como na Gravidez Categoria B ou biológicos C, o que significa que os testes adequados não tenham sido feitos em humanos para demonstrar a segurança para as mulheres grávidas e não se sabe se as vacinas podem causar dano fetal ou afetar a capacidade reprodutiva. Os fabricantes de gripe e vacinas dTpa afirmam que estudos de toxicidade e de fertilidade humanos são insuficientes e advertem que as vacinas contra a gripe e dTpa devem “ser dado a uma mulher grávida se claramente necessário.” 

FATO: Há ingredientes em gripe e tosse convulsa contendo vacinas dTpa que não foram totalmente avaliados para genotoxico potencial ou outros efeitos adversos sobre o feto humano em desenvolvimento no útero que podem afectar negativamente a saúde após o nascimento, incluindo adjuvantes de alumínio, que contêm mercúrio (Thimerosal) conservantes e muitos mais bioativo e ingredientes potencialmente tóxica.

FATO: Há sérios problemas com os procedimentos de teste desatualizados para determinação da potência e toxicidade de vacinas contra coqueluche e alguns cientistas estão chamando de limites a serem estabelecidos para o teor de toxina específica contendo pertussis vaccines.

FATO: Não há nenhum estudo publicado mecanismo biológico que avaliam pré-vacinação do estado de saúde e medir as mudanças no cérebro e função imunológica e integridade cromossômica após a vacinação das mulheres grávidas e seus bebês em desenvolvimento.

FATO: Desde o licenciamento da gripe e dTpa vacinas em os EUA, não houve nenhum estudos de casos controlados prospectivos que comparam os resultados de saúde de grandes grupos de mulheres que recebem a gripe e tosse convulsa contendo vacinas dTpa durante a gravidez quer separadamente ou em simultâneo em comparação com aqueles que não recebem as vacinas, e não há comparações de resultados de saúde semelhantes de seus recém-nascidos no nascimento ou no primeiro ano de vida que tenham sido conduzidos.

Avaliações de segurança e de eficácia que têm sido realizados ou são pequenas, ou inexistentes. 

FATO: A FDA licenciou vacinas dTpa para ser dado uma vez como uma única dose de reforço de pertussis tiro para indivíduos com mais de 10 ou 11 anos de idade. A recomendação do CDC é que os médicos dão a todas as mulheres grávidas uma vacina dTpa durante toda a gravidez – independentemente de uma mulher já recebeu uma dose de Tdap.

FATO: Ferimentos e mortes de vacinas contendo pertussis são as reivindicações mais recompensados ​​no programa federal de indenizações a Injury Compensation Vaccine (VICP) e lesões de vacinas contra a gripe e mortes causadas por componentes das vacinas são o segundo mais recompensados financeiramente para familiares em USA.

FATO: A 2013 estudo publicado avaliando relatórios de encefalomielite aguda disseminada (ADEM) após a vacinação nas Eventos Adversos US Vacina Relatórios System (VAERS) e em uma reação européia; descobriram que a vacina da gripe sazonal foi a causa mais freqüentemente suspeitos de inflamação cerebral depois de 18 anos de idade, o que representa 32 por cento do total de casos relatados, e pertussis contendo DTaP estava entre as vacinas mais freqüentemente associados com a inflamação do cérebro em crianças entre o nascimento e idade avançada.

FATO: Quando uma mulher grávida é prejudicada por uma gripe ou a vacina dTpa, as empresas farmacêuticas que vendem as vacinas nos EUA, os médicos e outros prestadores de vacina devem indenizar os prejudicados, mas não está claro se os danos da vacina em um bebê no útero, se os familiares obterão os Beneficios federais e indenizações por lesão causada pela vacina.

Correr para vacinar: Política Científica.

Além da falta de evidência científica credível para demonstrar a segurança, não há bastante pesquisas e mecanismo epidemiológica e biológica provas para demonstrar que é eficaz ou necessário para cada mulher grávida obter uma gripe e dTpa durante a gravidez.

 A corrida para vacinar mulheres grávidas e para tentar vacinar passivamente os fetos em desenvolvimento, é um caso claro de política da ciência.
Uma vacina experimental geneticamente modificadas nanopartículas para o vírus sincicial respiratório (RSV) e um outro para Streptococcus do grupo B estão em ensaios clínicos avançados e estão sendo recomendadas exclusivamente para as mulheres grávidas. Com novas vacinas no horizonte que terá como alvo mulheres grávidas, é extremamente importante perceber que existe uma má política lucrativa de vacinas.

As mulheres grávidas hoje precisam ter um olhar mais analista e questionadoras para os benefícios e riscos; e apurar os anúncios que divulgam benefícios e possuem riscos ocultos por muitos motivos políticos e financeiros de serem vacinadas durante a gravidez, antes de tomar a decisão de se vacinarem. É especialmente importante quando há tantos sinais de alerta de que a população infantil e adulto altamente vacinada da América no século 21 não é muito saudável.

Estatísticas de mortalidade infantil e maternas são uma medida clássica de estado da saúde pública de um país e, neste país, aqui estão as bandeiras vermelhas que não podem ser ignorados por mais tempo.

Mortalidade materna e infantil taxas elevadas na América

Como muitos casais jovens em idade fértil sabem as mulheres que engravidam e partos na América de hoje tem mais de duas vezes o risco de morrer durante a gravidez, o parto ou após o parto do que há três décadas?  Mulheres que têm bebês estão morrendo de insuficiência cardíaca, hipertensão arterial e acidente vascular cerebral, infecção do sangue, diabetes e coágulos sanguíneos em maior número, porque a taxa de mortalidade materna na América tem crescido em escalada desde 1987.

Nos classificaram em um número dismal 50 da mortalidade materna no mundo, o que é pior do que a da maioria dos países europeus e alguns países da Ásia e do Oriente.

Igualmente chocante é o fato de que os EUA agora possuem a maior taxa de mortalidade infantil de todos os países industrializados e ocupam o número 31 entre as nações nas taxas de prematuros aumentaram 36% desde o início 1980 e 6 em cada 1.000 bebês nascidos na América morrem antes do seu primeiro ano.

Defeitos de nascimento, dano cromossômico, parto prematuro, baixo peso ao nascer e síndrome da morte súbita do lactente são as principais causas de morte de cerca de 23.000 recém-nascidos a cada ano, com metade dessas mortes ocorrem no primeiro dia de vida. Um bebê nascido nos Estados Unidos tem duas vezes mais probabilidade de morrer dentro das primeiras 24 horas, em relação aos bebês nascidos no União Europeia

Por que a saúde nos EUA está em forte declínio?

US funcionários de saúde pública dizem que “não há respostas claras” porque a nossa taxa de mortalidade materna é tão alta. Eles não sabem por que nossos bebês estão morrendo no primeiro dia e no primeiro ano de vida, em contraste gritante a muitas outras nações onde as taxas de mortalidade materna e infantil estão diminuindo.

Funcionários da saúde pública também não conseguem descobrir por que tantos bebês e crianças na América sofrem com problemas cerebrais e do sistema imunológico. Doenças crônicas inexplicáveis sem precedentes e incapacidades pioraram nas últimas três décadas – 1 em 9 de sofrimento com asma; 1 em 50 autismo em desenvolvimento; 1 em 400 tornando-se diabéticos e milhões sofrendo com alergias alimentares graves, inflamatórias do intestino e outras doenças crônicas.

A saúde dos adultos norte-americanos também se deteriorou durante as últimas três décadas em comparação com outras nações ricas, e nossa expectativa de vida é pior do que muitos outros países. O CDC diz que as doenças crônicas são hoje as causas mais comuns e dispendiosas de morte e incapacidade, com cerca de metade de todos os adultos que vivem, pelo menos um possue doenças crônicas.

EUA Um mercado de drogas e vacinas:

O que não está na lista de possíveis causas para esta falha no boletim de saúde pública é a falta de acesso a medicamentos e vacinas. Com uma população de 316 milhões de pessoas de 7 bilhões de pessoas na Terra, os EUA gastam quase US $ 3 trilhões por ano em saúde – mais do que qualquer outra nação no mundo, 76 – e nós consumimos 40 por cento de todos os medicamentos vendidos globalmente. Além disso, a América é o principal comprador de vacinas no mundo 32000000000 $.

Desde 1981, 95 por cento de todas as crianças que entram no jardim de infância receberam doses múltiplas de sete vacinas, incluindo a coqueluche eo sarampo vaccines. 

Em 1991, o CDC recomenda todos os bebês obter um tiro da hepatite B em 12 horas e, até 2012, mais de 70 por cento dos recém-nascidos haviam recebido um tiro de hepatite B no nascimento, enquanto entre 80 e 90 por cento das crianças de três anos ontem doses múltiplas de onze vacinas.
Em uma cruzada para eliminar uma crescente lista de micróbios, as autoridades de saúde dos EUA atualmente pediatras exigem aplicar às crianças 49 doses de 14 vacinas por seis anos com início no dia de nascimento, com mais de duas dezenas de doses administradas no primeiro aniversário. Vacinas adicionais são recomendadas a crianças, adolescentes e adultos, incluindo vacinas contra a gripe anuais em por toda vida.

A exigência de vacinas compromete a saúde na América?

Cada estado em os EUA têm leis que exigem dezenas de vacinas para creches e escolas em contraste com vizinhos México e Canadá, que recomendam, mas não obrigam as vacinas (uma disposição na Constituição do Canadá proíbe a vacinação obrigatória).

Japão, Nova Zelândia, Austrália, Islândia e Noruega recomendar mas não obrigam vacinas e 15 países da União Europeia, incluindo Reino Unido, Alemanha, Espanha, Grécia, Dinamarca, Países Baixos, Finlândia e Áustria recomendam mas não exigem vacinas. Todos estes países têm taxas de mortalidade infantil mais baixas do que os EUA e não recomendam que as crianças menores de um ano de idade obtem o maior número de vacinas como as crianças americanas.

Na verdade, nenhum outro país obriga o número de vacinas que os EUA exigem para que as crianças freqüentarem creches e escolas ou para os adultos.

Não é à toa que mais americanos estão fazendo perguntas sobre por que nossas crianças precisam de tantas vacinas e por que os adultos precisam de obter uma vacina contra a gripe todos os anos – mesmo durante a gravidez – quando a nossa população já é a mais vacinada no mundo, mas muito menos saudável do que outros países que não exigem ou recomendam tantas vacinas.

Pergunte para a Ciência:

Se você está grávida e tem outros filhos, está ciente de que a Academia Americana de Pediatria está pedindo aos pediatras para vacinar os pais trazendo seus filhos para as visitas tendo o bebê doente ou não; e especialmente grávidas. Se um obstetra ou pediatra fizer pressões para vacinar e você está grávida, peça ao médico para lhe mostrar os artigos científicos da Science que recomendem. Se você concluir que os benefícios da vacina não compensam os riscos para você e seu bebê, mas são pressionados alguma forma para fazer uma escolha sem fundamentação, você deve encontrar outro médico que irá tratá-lo com respeito e honrar suas escolhas de cuidados de saúde.

Ir para NVIC.org para saber mais e se inscrever para Advocacy Portal on-line gratuito de NVIC para que possa trabalhar para proteger a liberdade de tomar decisões voluntárias de vacina em seu estado.

É sua saúde, sua família, sua escolha.
Fonte: http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/11/10/vaccination-during-pregnancy.aspx

Biografia da autora do texto, quem é Barbara Fisher – NVIC é uma ONG que orienta e ajuda famílias vítimas de vacinas: 
http://www.nvic.org/about/barbaraloefisher.aspx
http://www.nvic.org/about/barbarafisherbio.aspx

PDF c/todas informações sobre a vacina dTpa – TDap:

 https://www.gsksource.com/pharma/content/dam/GlaxoSmithKline/US/en/Prescribing_Information/Boostrix/pdf/BOOSTRIX.PDF

Cada 2 anos de amamentação reduzem risco de doenças e aumenta QI, diz estudo.

 

“O leite materno é uma substância viva, impossível de ser imitado pelo leite em pó”
 
Por Lígia Formenti, do Estadão Conteúdo.

São Paulo – A velha ideia de que aleitamento materno traria efeito protetor apenas para crianças de famílias de classe econômica menos privilegiada foi sepultada de vez por uma série de estudos sobre o tema, coordenada pelo professor da Universidade Federal de Pelotas Cesar Victora e publicada na revista Lancet.
O trabalho, o maior já realizado sobre o tema e que teve como base a revisão de 1.300 estudos, demonstra que amamentar salva vidas de crianças, mulheres de todas as faixas sociais, e, de quebra, ajuda a economia de países, qualquer que seja o nível de desenvolvimento. 

“O efeito protetor não se dá apenas na primeira fase da vida. O aleitamento materno tem uma ação importante para a inteligência das crianças, previne a obesidade, sem falar no impacto positivo na saúde das mães”, conta o coordenador do trabalho.

Dados reunidos de 153 países mostram, por exemplo, que mulheres que amamentam por períodos mais longos têm redução de 30% no risco de desenvolver câncer de ovário. Os efeitos protetores para câncer de mama também impressionam: cada dois anos de amamentação podem reduzir o risco da forma invasiva da doença em 6%. 
Pelas contas dos pesquisadores, o aumento das taxas de aleitamento pode evitar por ano 800 mil mortes de crianças e de cerca de 20 mil mulheres.

“O leite materno é uma substância viva, impossível de ser imitado pelo leite em pó”, assegura Victora. Os estudos indicam que o leite produzido pela mãe vai se adaptando às necessidades da criança, ao longo do tempo. “Ele é uma espécie de medicamento feito sob medida: com nutrientes, com elementos protetores contra infecções, para flora intestinal do bebê. Quando o bebê é prematuro, o leite produzido pela mãe tem uma composição específica, totalmente diferente, por exemplo, do que é produzido meses mais tarde”, completa.

O impacto positivo da amamentação sobre a inteligência do bebê já havia sido demonstrada por uma pesquisa anterior, também coordenada por Victora e pela equipe da Universidade Federal de Pelotas. Os dados mostram que crianças alimentadas com leite materno por mais tempo tiveram um aumento médio de 3 pontos no QI – algo que pode melhorar o desempenho escolar e, em consequência, a renda. 

De acordo com um dos trabalhos que compõem a série agora publicada, a ausência da amamentação materna e seus consequentes estragos na capacidade cognitiva podem provocar perdas para economia calculadas em US$ 302 bilhões anuais, o equivalente a 0,49% do rendimento bruto mundial. Um das conclusões do trabalho é que para alcançar esses ganhos, há necessidade de se reforçar políticas que garantam o aleitamento materno.

A meta proposta é que todas as crianças sejam amamentadas exclusivamente por leite materno até seis meses. Embora o compromisso tenha sido firmado na década de 90, ele está longe de ser alcançado. 

Autores do trabalho reforçam a necessidade de se colocar em prática uma série de ações: disseminar informações sobre benefícios do aleitamento, desenvolver ações que incentivem a prática, como ampliação do período de licenças maternidade, a criação de salas de aleitamento em ambientes de trabalho e a previsão de pausas durante a jornada, para que criança possa ser amamentada, regular a indústria de alimentos substitutos ao leite materno, restringindo a propaganda e a distribuição, por exemplo, de amostras gratuitas.

O Brasil é citado como exemplo no relatório em razão das práticas adotadas. São elogiados o sistema de banco de leite materno e a ampliação da prática de alojamento conjunto, que permite à mãe ficar próxima do bebê, o que facilita o aleitamento. As consequências dessas políticas ficam claras nas estatísticas. No período entre 1974 e 1975, uma criança brasileira recebia leite materno por um período médio entre dois e cinco meses. Entre 2006 e 2007, essa marca havia saltado para 14 meses. Entre 1996 e 2006, a média de crianças que recebiam leite materno por pelo menos um ano havia crescido 15%.

Embora avanços tenham sido muito significativos, Victora afirma ser necessário ampliar essa marca e, sobretudo, evitar que ocorra no Brasil problemas como registrados em outros países. 

O estudo indica haver uma tendência de que, com aumento da renda familiar haja uma migração do aleitamento materno para substitutos. Victora considera essencial, por exemplo, a realização de campanhas que incentivem a amamentação. “A regularidade dessas iniciativas foi bastante reduzida. O ideal é que elas sejam retomadas”, completou.
Victora afirma também ser essencial movimentos que garantam o aleitamento e evitem constrangimento, quando isso é realizado em espaços públicos. “A aprovação de regras, a exemplo de São Paulo, que garantem a amamentação é um ótimo instrumento”, completou.

Fonte: Exame.Com http://exame2.com.br/mobile/tecnologia/noticias/amamentar-salva-bebe-e-mae-de-todas-as-rendas-diz-estudo

Microcefalia e Zika a história não revelada.

  

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/

Por Dr. Kathy Forti.

“O recente surto de vírus Zika no Brasil está agora a ser ligado aos mosquitos transgênicos desenvolvidos pela empresa de biotecnologia britânica Oxitec, que é financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates.

A empresa Oxitec tem lançado os mosquitos Aedes geneticamente modificados no meio selvagem no Brasil desde 2011 para combater a dengue. A empresa produz até dois milhões de mosquitos geneticamente modificados por semana em sua fábrica em Campinas, Brasil.

O mosquito Aedes é a variedade mais dominante do mundo do mosquito, e os dois únicos países das Américas que não têm esse mosquito são Chile e Canadá. O vírus Zika, que foi detectado em 18 dos 26 estados do Brasil, é transmitido pelo mosquito Aedes.

Mais de 4.000 bebês já nasceram no Brasil com cérebros encolhidos desde 1 de Novembro de 2015. Brasil normalmente recebe cerca de 150 casos deste tipo de defeito de nascença em cada ano; o que significa que, nascimentos anormais deste tipo têm aumentado em cerca de 13 mil por cento.

Enquanto o governo brasileiro corre para culpar o vírus Zika para este enorme aumento dos defeitos congênitos anormais, os fatos permanecem claros. Apenas um pequeno número de bebês com defeitos congênitos, que morreu, tinha o vírus em seu cérebro. Isso significa que um grande número de bebês que morreram não tinham vírus Zika em seu cérebro. 

Difícil culpar o Zika: que existe desde antes de 1948 e nunca foi conhecido por causar defeitos de nascimento. Na verdade, Zika faz apenas uma em cada cinco pessoas ficar “levemente” doente com sintomas de gripe, com sintomas de todo em 4 dos 5 pessoas. 

Então, por que eles são rápidos em culpar um vírus geralmente benigno, Zika?

No final de 2014, o ministro brasileiro da Saúde anunciou que um novo tiro dTpa seria obrigatória para todas as gestantes a partir de 2015. Registros agora mostram que todas as mães com bebês defeituosos de nascença receberam esta vacina recentemente formulada durante a gravidez. 

Atual aplicação da vacina dTpa e do aumento de defeitos congênitos é muita coincidência. As consequências desta vacina testada é o que está sendo varrida para debaixo do tapete. O que nos traz mais uma vez para Bill Gates, o Rei da eugenia e Vacinas.

Em 2015 o Programa de Pesquisa de Vacinas Vanderbilt, recebeu uma doação de $ 307.000 da Fundação Bill & Melinda Gates para estudar as respostas imunes de mulheres grávidas que recebem os dTpa (-doses vacinas contra coqueluche acelular reduzida combinados com tétano e difteria toxóides) vacina. Não se pode encontrar os resultados brutos.

Em 2011, o Centro de Controle de Doenças (CDC) emitiu uma recomendação de que as mulheres grávidas recebem o tiro dTpa em 20 semanas de gestação. DTpa combina o tétano, difteria e coqueluche (tosse convulsa) vacinas em uma única vacina. 

A vacina dTpa nunca foi aprovado e seguro para uso durante a gravidez. Na verdade, dTpa é classificado pela FDA como droga de Classe C, indicando que não é uma escolha segura durante a gravidez. 

No final de 2014, o ministro brasileiro da Saúde anunciou que a vacina dTpa seria obrigatória para gestantes. Registros agora mostram que todas as mães com bebês defeituosos de nascença receberam esta vacina recentemente formuladas durante a gravidez. A vacina dTpa e este aumento de defeitos congênitos é mais do que apenas um pouco de coincidência. 

As consequências desta vacina testada é o que está sendo varrida para debaixo do tapete. O que nos traz mais uma vez para Bill Gates, o Rei da eugenia e Vacinas.

FATO: As empresas farmacêuticas não testarem a segurança e a eficácia de dar a gripe ou a vacina dTpa para mulheres grávidas antes de as vacinas serem licenciadas nos EUA e quase não há dados sobre as respostas biológicas inflamatórias ou outras com estas vacinas que poderiam afetar a gravidez e nascimento, ou outros resultados. 

Existem ingredientes em gripe e tosse convulsa contendo vacinas dTpa que não foram totalmente avaliados para os efeitos adversos potenciais genotóxicos ou outros sobre o feto humano em desenvolvimento no útero que podem afetar negativamente a saúde após o nascimento, incluindo agentes de alumínio, que contêm mercúrio (Thimerosal) conservantes e muitos mais ingredientes bioativos e potencialmente tóxicos.

É de se admirar houve uma corrida para colocar a epidemia culpa é defeito de nascença em outro lugar? 

O fato de o Brasil submeter suas mulheres grávidas para uma vacina testada como obrigatório é genocida, e agora eles sabem disso. Eles compraram, sem fazer a pesquisa de precaução. Ou talvez eles receberam dinheiro suficiente para não olhar. 

Os Estados Unidos são agora empurrados em desenvolver uma vacina para o vírus Zika. Não temos sido por este caminho antes com Ebola sustos grande mídia e a corrida previsível para capitalizar sobre uma vacina lucrativa para todos os que temiam por sua vida (que já tinha à espera nos bastidores)?

Para piorar a situação, o Brasil diz que vai mobilizar 220.000 soldados para lutar contra o vírus Zika. Soldados estão sendo orientados a ir de porta-a-porta para pulverizar inseticidas nos bairros para ajudar a matar mosquitos. Inseticidas tóxicos pulverização em torno de mulheres grávidas e crianças? Eles são loucos? Para agravar ainda mais a insanidade … 

O governo diz que vai distribuir repelentes para cerca de 400.000 mulheres grávidas de baixa renda. 

Autoridades de El Salvador, Colômbia e Brasil também sugeriram mulheres pararem de engravidar até que a crise passe. Agora, há uma vitória definitiva para a agenda de controle populacional de Bill Gates. Apenas assustar as pessoas a evitar o sexo e ficar grávidas. De fato, recentemente sugeriram que o vírus Zika “pode ​​ser” uma doença sexualmente transmissível, só porque ele foi encontrado no sêmen de um homem que tinha o vírus Zika. Eles podem tentar plantar as sementes do medo mortal mais uma vez; é absurdo.

A pressão está aumentando sobre a Organização Mundial de Saúde a declarar uma emergência Zika de preocupação internacional. De acordo com as Normas Internacionais de Saúde, Director Geral Dr. Margaret Chan pode estabelecer um comitê de emergência, que pode eliminar as campanhas de vacinação globais com vacinas experimentais. Você está compreendendo?

Há muito mais para esta história … Agora, os cientistas estão estudando no Brasil seqüências genéticas de mosquitos Bill-Gates-vacina alegadamente transmitir o vírus Zika e outras doenças para ver se ocorreram mudanças que poderiam ter gerado mosquitos mutantes. O mosquito lançado era susceptível de ser um sonho a longo prazo que ele tinha para controle de natalidade, através da vacinação forçada, o que ele tem trabalhado desde 2003.

No cenário de vacinação forçada, os mosquitos são geneticamente programados para produzir a “vacina” permanentemente uma vez libertados no ambiente, de modo que não teriam de lançar novos mosquitos NUNCA novamente. Seus efeitos se tornariam, simplesmente parte da natureza.
Isto significa que, em algum momento da sua vida você e todo mundo é obrigado a ser picado por um mosquito criado por Bill Gates. Deus nos ajude!
Por Dr. Kathy Forti. ”

Fonte: http://www.trinfinity8.com/zika-virus-mosquitos/ (Neste link tem acesso ao texto em inglês e possui diversos outros links no próprio texto c/acesso aos artigos p/estudo).

Veja também: http://drrimatruthreports.com/zika-gets-a-bad-rap-new-killer-dtap-vaccine-to-blame/ 

http://www.vaccinationinformationnetwork.com/small-brain-disorder-in-brazilian-babies-caused-by-zika-virus-or-vaccine/

LEIAM: Os Riscos da vacinação na gravidez, analisem! –

https://quiteriachagas.com/2016/01/31/os-riscos-da-vacinacao-na-gravidez-analisem/

Como são os bebês ?

  
Não. Os bebês não são como nos é dito. Não gostam de dormir num berço. Rodeados por grades. Presos numa gaiola. Querem dormir ao lado do corpo da sua mãe, quentes, seguros, protegidos, amados, tocados.

Não. Os recém-nascidos não querem nem sequer estar numa posição horizontal. Eles querem dormir no seu peito, na vertical, balançando-se ao som do seu coração. Horizontalizados retardam a digestão, têm vómitos, têm cólicas, assustam-se, sentem-se vulneráveis.
Não. Os bebês não se acostumam aos braços: nascem já acostumados. Desde o início sabem bem o que é bom.
Não. Os bebês não dormem toda a noite. Eles acordam a cada minuto. Para comer e para não comer. Para verificar se está ao seu lado e se se importa. Para certificar-se da sua presença, que é a sua segurança. Para tocá-la e cheirá-la.
Não. Os bebês não querem ficar sozinhos. Eles não querem perdê-la de vista por um minuto, querem estar contigo no centro da vida.
Não. Os bebês não querem brincar sozinhos num parque. Eles querem brincar contigo , sorrir, serem atendidos, rastejarem pela sala.
Não. Os bebês não querem beber leite de outra espécie. Eles querem o seu leite, que sabe a mãe.
Não. Os bebês não querem chupar todo o dia um pedaço de plástico. Eles querem chupar os seus seios, as suas pequenas mãos, os seus dedos… pele humana.
Não, os bebês não querem que os vistam, nem que lhes coloquem tecidos que picam, nem brincos nas orelhas, roupas apertadas, fitas, rendas e outras coisas irritantes. Eles querem estar nus, correndo descalços, apreciando o toque da natureza na sua pele, estar pele com pele contigo
.

Não. Os bebês não querem ficar parados. Eles querem que se mova, que mexam neles, que os embalem, que ande, passeie e os leve contigo . Assim que eles podem, querem gatinhar, correr, saltar, explorar, chegar a toda a parte…
Sim, os bebês são naturalmente curiosos. Eles querem e precisam tocar em tudo. Incluindo aquelas coisas que a vêem usar: comandos, relógios, telefones, computadores… A sua riqueza sensorial desenvolve-se a partir daí.
Não. Os bebês aprendem o que vivem. Se estão sempre a ouvir “não”, estarão sempre prontos para dizerem não. Se tem medo de tudo, em breve terão medo de tudo.
Não. Os bebês não são macro-exigentes. Nós é que somos micro-pacientes, micro-tolerantes, micro-disponíveis e micro-respondedores.
Não. Os bebês não querem que os deixem. Eles querem ir contigo a todos os lugares, você é o seu exemplo, a sua segurança, a sua referência, o seu único universo.
Goste ou não goste, assim são os bebês humanos, primatas, mamíferos. Se quiser confirmar, basta ter um. Nenhuma outra espécie desconhece e prejudica tanto as suas próprias crias. Se queremos um mundo um pouco mais humano, faríamos bem em entender isto. Não é como nos disseram “Eles são infinitamente melhores e mais inteligentes.” Quem quer que visse estes filhotes diria: que espécie tão avançada! E como é que eles se tornaram no que são?”

Fonte: Mãe da Terra.

NUTRIÇÃO MATERNA – A GRAVIDADE DOS AGROTÓXICOS.

  
Histórico: Os agrotóxicos começaram a ser usados em escala mundial após a 1ª Grande Guerra. Vários serviram de arma química nas guerras da Coréia e do Vietnã, como o Agente Laranja, desfolhante que dizimou milhares de soldados e civis. Entrou no Brasil na década de 20.
 O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo. Gasta, anualmente, cerca de 2,5 bilhões de dólares nessas compras. Infelizmente, pouco se faz para controlar os impactos sobre a saúde dos que produzem e dos que consomem os alimentos impregnados por essas substâncias. No Brasil, hoje, estima-se que morrem 5.000 trabalhadores/ano, vítimas de agrotóxicos. (2004). 

Tanto os agrotóxicos utilizados para preservar a lavoura das pragas, quanto hormônios como o pseudoestrogênio – empregado nas criações com intenção de aumentar a maciez da carne – comprovadamente diminuem a produção de espermatozóides no homem. Há riscos de contaminação na ingestão de frutas, legumes e vegetais com agrotóxicos, bem como as carnes com alta concentração de hormônios femininos.

 Já os perigosos fungicidas – Maneb, Zineb e Dithane -, embora proibidos em vários países, são muito usados, no Brasil, em culturas de tomate e pimentão. O Dithane pode causar mutação e malformações no feto.

 O Gramoxone (mata-mato), é proibido em diversos países. No Brasil, é largamente usado no combate a ervas daninhas. Pode intoxicar crianças.

 Vários estudos feitos com trabalhadores demonstraram que há relação entre a exposição crônica a agrotóxicos e doenças, principalmente do sistema nervoso (central e periférico). 

 Em Lucas do Rio Verde, município situado a 350 km de Cuiabá, foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres atendidas pelo programa de saúde da família. A coleta foi feita entre a 3ª e a 8ª semana após o parto. Em 100% das amostras foi encontrado ao menos um tipo de agrotóxico. Em 85% dos casos foram encontrados entre 2 e 6 tipos. Entre as variáveis estudadas, ter tido aborto foi uma variável que se manteve associada à presença de três agrotóxicos.

 A substância com maior incidência é conhecida como DDE, um derivado de outro agrotóxico, o DDT, proibido pelo Governo Federal em 1998 por provocar infertilidade no homem e abortos espontâneos nas mulheres. (por Danielly Palma, mestranda do Prof. Wandeley Pignati.

 O DDT (inseticida organoclorado) foi banido em vários países, a partir da década de 70, quando estudos revelaram que os resíduos clorados persistiam ao longo de toda a cadeia alimentar. Estudos demonstraram que só são expelidos pelo leite materno, não saindo do organismo masculino.

Seria ideal alimentos orgânicos que são isentos de agrotóxicos; encontrados em alguns supermercados, mas o custo é ainda muito alto pata maior parte da população. 

Resta uma mobilização maior da população para exigir que os governantes proíbam estes agrotóxicos e todos os outros; por interesses “ocultos” as autoridades nunca aprovam as leis para proíbirem agrotóxicos no Brasil. 

INFORMAÇÕES: GREENPEACE.

MÃE FAZENDO RIQUICE !!! 

  
 Resolvi publicar meu vídeo “fazendo riquice” amamentando a minha filha: Eu, mãe também estudante universitária como a “tal rica”, compartilhando vídeo amamentando minha filha pra prestar promoção, incentivo a amamentação livre demanda e não utilizo meu saber e poder academico ou socioeconômico para promover desserviço social. 

Minha bebê está com 5 meses e 8kg nunca perdeu peso, amamento livre demanda 24h por dia sempre quando ela solicita, sem limite de tempo em qualquer lugar, não utiliza chupeta nem mamadeira, nem complemento, nem chá, água….é tudo pura riqueza do leite materno qualidade e selo padrão do mais puro diamante. 

Acreditem na capacidade e perfeição do seu organismo que pode gerar um bebê e manter seu desenvolvimento a sua existência na fase de exterogestação (gestação no mundo externo) por um bom tempo. Os problemas físicos na amamentação são psicológicos com base nas pressões sociais, falta de apoio e informação.

Depois de ler o fatídico pronunciamento de uma mulher-mãe que se diz estudante de veterinária em uma das maiores universidades do país; não teria como me calar e fazer um post sobre o assunto.

Essa estudante certamente perdeu as aulas sobre mamíferos no curso de veterinária ou não entendeu que também é um mamífero igualmente a vaca que ela denegriu em seu texto “mamando como vaca”; até o bichinho que ela tenta obter formação para cuidar dos animais não foi salvo pela metralhada de falta de conhecimento e conscientização.

Como ela cuidará dos animais se nem mesmo a eles respeita? 

Como ser um profissional de veterinária que em seus estudos ainda não compreendeu que também é um animal mamífero como todos nós? 

A única diferença de nós mamíferos humanos em relação aos outros animais é que somos racionais; porém as necessidades e muitas funções básicas são iguais como o ato de parir e amamentar que é fisiologicamente natural e todos somos capazes como qualquer mamífero.

À racionalidade em nós além de muitas transformações cerebrais, orgânicas que nos fizeram tornar diferentes em relação aos outros mamíferos adquirido raciocínio e linguagem mais complexa (coloquei o termo diferente porque dizem tanto que evoluímos e as pessoas como esta veterinária realmente acredita que somos superiores aos outros animais; discordo, somos diferentes somente). 

Toda essa nossa racionalidade com a interação organismo e meio foi se aperfeiçoando, criando novas possibilidades no convívio social criou-se a cultura e civilização com todas normas, regras, hábitos, poder, leis…tudo isso não nasceu conosco foi inventado, construído pela humanidade em cada contexto de época. 

São essas coisas que nos diferenciam tanto dos outros aninhais, nem precisa ter tanto conhecimento para compreender isso, é tão simples e lógico; basta ter sensibilidade e percepção de mundo, ver a vida com diversos olhares e não com o próprio umbigo em uma pobre visão restritiva. 

As pessoas que a tal “rica” tentou menosprezar porque talvez não conseguiram pela histórica exclusão social que empobrece o nosso país até hoje, obter o “tal diploma de graduação”, possuem muito mais conhecimento, sabedoria de vida, percepção de mundo…do que muita gente que possui graduação, mestrados e doutorados; a “tal estudante” é a prova disso. 

O saber, o conhecimento está muito além dos livros e títulos acadêmicos; a relação entre os saberes inventados pela civilização, nossa percepção, visão de mundo vistos de diversas formas, novas lentes e olhares sem preconceitos e julgamentos, nossa interação com indivíduos de outras classes sociais e culturas…tudo isso em conjunto proporciona vasta sabedoria que não se encontra em um único livro ou universidade e nem o diploma trás sozinho com seu poder em títulos…

Adquirido isso com a observação, vivência, experiencia, interação…unindo se possível o saber academico com outros saberes.

O conhecimento acadêmico na civilização é extremamente importante mas não é válido se estiver sozinho; porque torna-se um enfraquecido e pobre saber na imensidão e complexidade da humanidade e do mundo. Tornando acadêmicos empobrecidos exibindo um poder da posse de um diploma somente para se destacar socialmente, proferir falas insanas e desaforadas que promovem mais ignorancia, preconceitos, exclusão e revolta social; com uma falsa capa de saber superior e científico do seu status social academico e muitas vezes empobrecido.

Ser academico não é somente obter conhecimento para fins próprios, para aumentar salário, ganhar dinheiro, correr atrás das pseudos “riquices” materiais em nosso complexo social de “pobrices” inventados para muitos de nós na ignorância social; objetivando a produção e aumento do consumo, lucro. 

Nós como sujeitos acadêmicos e como todo cidadão temos o dever de através do conhecimento científico aprendido transmitir a sociedade informações, darmos exemplo com responsabilidade social. Porque infelizmente a noção de status e poder aquisitivo de algumas pessoas ainda é visto por outros que não o possuem, como a voz da verdade, referência a ser seguida….mesmo se a informação for errada, espalham pragas em suas falas e ações que são reproduzidas e nossa sociedade não sai do subdesenvolvimento. 

Temos compromisso de usar status e conhecimento com responsabilidade social. A “tal rica universitária” prestou um desserviço social. 

As invenções que separam e racham a sociedade e excluem os “pseudos ricos” dos “pseudos pobres” na insana luta social; objetivam lucrar às custas da ignorância social de todas as classes ricas ou pobres; são simplesmente riquezas e pobreza de cunho material pelas diferenças socioeconomicas e não riquezas de sabedoria que são completamente diferentes.

Obter poder inventado pela sociedade e que não é eterno, status social, diplomas e bens materiais não possui capacidade de medir e nem certificar a inteligência, sabedoria, conscientização e conhecimento de ninguém. 

A OMS (Organização Mundial Mundial de Saúde) órgão científico que através de inúmeras pesquisas de cunho científico recomendam amamentar até 6 meses pelo menos, a partir deste período é importante a introdução de outros alimentos de forma gradativa sem obrigar o bebê, oferecendo com muita paciência respeitando seu tempo e suas vontades de gostar ou não da comida observando a resposta do seu comportamento. 

A OMS recomenda amamentar até 2 anos, mesmo se passar não há problema, o leite materno a cada fase muda seus nutrientes que são exclusivos para cada bebê, tanto a qualidade quanto a quantidade são inigualáveis e nem podemos mensurar; não existe nenhum complemento químico capaz de se igualar com a nutrição materna. Se fosse assim existiria alguma química que pudesse gerar um ser vivo sem estar na barriga da mãe, no mundo intrauterino.

Os complementos químicos para bebes foram criados em casos de emergência para garantir a sobrevivência de bebês que não possuem mãe e nem condições de se alimentar por outros problemas; mas a humanidade na sua pressa e mil prioridades da vida que dispensam priorizar a vida do bebê, sem obter conhecimento científico utiliza as químicas para substituir a amamentação achando que é a mesma coisa. 

Infelizmente profissionais da saúde, se aproveitam do poder de seu saber científico para embasar e certificar essa prática errada e sem verdade científica receitando complemento para bebês sem necessidade, sem incentivar e ajudar a mãe com dificuldades em amamentar. 

A praticidade social da desenfreada produtividade insandecida dos adultos e a “pseudo mania de riquices inventadas para fazer os tolos gastarem dinheiro e prejudicarem o desenvolvimento infantil”, está promovendo um crescimento de indivíduos cada vez mais com precoces distúrbios psicológicos e sociais, porque amamentar não é só alimentar! 

Cade vez mais aumenta o índice de crianças, de forma muito precoce em atendimentos com psicologos, psiquiatras e sendo medicadas, isso não é só uma “mania de riquices” é uma triste realidade social que esta adoecendo as novas gerações que provavelmente tornarão adultos com marcas, traumas psicológicos e problemas fisiológicos que só saberemos ao longo do desenvolvimento.

Na psicologia, no saber que estudo, o seio materno, vínculo mãe-bebê é muito mais que alimento, quando dado de forma responsável, com amor, atenção, disponibilidade, dedicação, paciência respeitando o tempo ilimitável do bebê, suprindo todas suas necessidades, olho no olho… Tudo isso na amamentação….constrói a personalidade do bebê.

À personalidade, o eu, e toda suas propriedades psicológicas que marcaram e estarão em toda vida do bebê até após a fase adulta…são construídos através da amamentação no vínculo sadio entre mãe-bebê; porque ele ainda não consegue compreender e assimilar o mundo e suas coisas, mesmo após nascido, o único objeto que pra ele existe e possui elo de ligação com a mãe e de transição para experimentar o mundo, é o seio materno.

Então mães permitam que seus bebês testem o mundo em seus seios, não tenham medo, não achem que o bebê te agride, ou odeia, permita que ele pegue, belisque, converse, empurre, soque…o seio. Dialogue com seu bebê explique e mostre seu carinho e fale como é dar carinho no seio eles compreendem, não privem seus filhos, proporcione que seu bebê desenvolva seus movimentos, cognição e psique, sua linguagem, personalidade e evite distúrbios psicológicos…Ele te agradecerá com o tempo fazendo carinho, enfiará a mão em sua boca que é seu gesto de gratidão, beije sua mãozinha na sua boca, brinque com ela, chupe, cheire…desbloquei, se delicie na amamentação que fica tão prazeroso que as dores, bico rachado tudo passa, os hormônios que aliviam sintomas são ativados pelo cérebro a partir da psique e emoções envolvidas, a prolactina aumenta sua produção de leite e a ocitocina faz jorrar o leite com toda demonstração de amor estabelecida e construída na dupla mãe-bebê durante amamentação. Não reprienda seu bebê nem em movimentos e nem em palavras. 

Se para você que é mãe está difícil é insuportável amamentar procure psicologo perinatal e consultora em aleitamento materno que poderão ajudar.

Os traumas psicológicos originam dessa fase. Só pra entendemos como a amamentação é importante além do fisiológico de garantir a existência alimentar do bebê. 

O bebê pode estar bem alimentado, crescer e tornar-se criança e não ser sadio psiquicamente, ter vários déficits…a cada dia aumentam problemas cognitivos, déficit de atenção, hiperatividade, dislexia….tudo isso além das questões orgânicas que ao interagir com o meio podem desenvolver doenças, a relação na amamentação pode iniciar um processo de patologia no bebê e repercutir em toda sua vida precisando de ajuda profissional de medicamentos….que são paliativos mas não curam. 

A sociedade pouco fala e desconhece sobre as patologias psíquicas em bebês (bebê saudável não é só por fora, só físico).

As patologias psíquicas em bebês existem e repercute ao longo da vida, poucos profissionais da psicologia se especializam na área de observação em bebês, seu corpo e sua fala em balbucios dizem muitas coisas, não são bobagens e devem ser respeitados. Infelizmente é um saber ainda restrito a área da psicologia. Por questão de saúde pública, acredito que deveriam transmitir algumas coisas basicas à sociedade para evitar tais ignorâncias.

As químicas e medicamentos em excesso, como os complementos artificiais podem na interação com o organismo dependendo de cada bebê, ocasionar diversos problemas orgânicos; não podemos medir que tipo e o que químicas introduzidas no organismo podem ocasionar. 

O que sabemos é que todas substâncias químicas introduzidas no nosso organismo alteram a produção das substâncias existentes em nós, o pior é que introduzimos substâncias que já possuímos (até as drogas, ópio…temos substâncias opiáceas), e elas passam pelas funções cerebrais. Nos tornamos cobaias de nós mesmos, muitas vezes induzidos por pressões sociais, midiáticas e sem necessidade de ingerir tal química, que só deveria ser utilizado em casos de necessidade extrema, doenças…. 

Porém, cada vez mais por falta de conhecimento ingerimos coisas artificiais de forma fútil e corriqueira, induzimos nossos filhos ao mesmo, eles aprendem e acreditam que tal produto químico faz bem porque os pais disseram, porque a mídia disse…tornando desde bebês induzidos a serem cobaias do consumo da pseudo tentativa de entrarmos no padrão da riqueza inventada para lucrar com nossas carências do complexo social de pobreza, que nos torna humanos e cidadãos empobrecidos.

 Abaixo compartilho maior esclarecimento da bioquímica (é o estudo da estrutura, da composição e das reações químicas das substâncias nos sistemas vivos) do leite artificial e leite materno segundo dados científicos. “A tal rica” e seus adeptos precisam saber disso. 

Estudo científico traduzido pela mãe e bióloga Miriam Giardini com a bioquímica do leite materno e leite artificial.

“O leite materno, ao contrário das fórmulas, é um organismo vivo. Quando alguém olha o leite materno sob um microscópio, pode-se ver inúmeros movimentos. Em compensação, uma placa de petri contendo fórmula láctea revela um estado estagnado. A fórmula é morta. Ela não se altera para atender às necessidades de um bebê em particular. Ela não se altera durante uma mamada. Na verdade, a primeira gota de fórmula dada para um bebê no seu primeiro dia é uma cópia exata da última gota que ele recebe depois de um ano inteiro. As indústrias de fórmulas estão agora tentando promover essas mudanças através da criação de “fórmulas específicas para cada fase do bebê”, outra técnica de marketing. (Eu recentemente vi o anúncio de uma fórmula que afirmava “Agora estamos um passo mais perto do leite materno”. Esta é apenas uma maneira de colocar a afirmação desejada em destaque e chamar a atenção dos consumidores. Dar um passo à direita e afirmar “Eu estou agora um passo mais perto da China” pode ser verdade, já que sua geografia pode estar correta, mas ao mesmo tempo você pode não estar nem um pouco perto da China. Todos devemos ficar atentos às afirmações dos profissionais de marketing e estarmos prontos para desmascarar as estratégias de marketing utilizadas por eles.”

                Bióloga, pesquisadora e mãe Miriam Giardini. 

Mais informações sobre estes estudos: http://seasmaessoubessem.com.br/2015/10/30/bioquimica-do-leite-humano/

OS PROBLEMAS NA AMAMENTAÇÃO.

A sociedade atual reproduz uma ignorância coletiva. O problema primordial da amamentação na contemporaneidade é falta de conhecimento, apoio, incentivo, estímulo, entrega, paciência, compreensão da importância dos primeiros cuidados no início da vida e de abdicar no início um pouco de si para a fase do bebê de exterogestação; peito é muito mais que alimento. Parar de culpabilizar a mãe, o problema é questão sócio histórica, a culpa é social.

Está cada vez mais difícil as mulheres amamentarem, exercerem sua maternidade com a tranquilidade e respeito que merecem. 

A causa é a demasiada pressão social e tantos palpiteiros sem sabedoria científica, e alguns pediatras que ao se depararem com mães aflitas por problemas de amamentação, não incentivam com ajuda de outros profissionais do ramo de aleitamento materno (psicólogos perinatais, consultoras de aleitamento materno, bancos de leite em hospitais de referência que trabalham de forma gratuita e especialistas no assunto) a encontrar soluções para seus problemas; proferindo praticas equivocadas que não são recomendadas pela Organização Mundial de Saúde, antecipando o desmame precoce indicando logo no primeiro problema fórmulas $$ artificiais no lugar do leite materno.

Infelizmente muitas mães em seu momento de fragilidade no pós-parto são massacradas psicologicamente por profissionais desqualificados ou que se habituaram em praticas equivocadas acreditando ser corretas, proliferando o senso comum no campo científico no lugar de prática científicas. 

A mulher e o público leigo se entregam cegamente acreditando no saber e no poder do profissional, e muitas vezes, descobrem depois erros gravíssimos que custaram sua vida psíquica ou física; a palavra de um profissional da área de saúde têm um peso devastador no paciente, podendo ser construtivo ou destrutivo em sua vida.

Esses profissionais da saúde tanto em hospitais como em clínicas deveriam inicialmente encorajar e procurar outras possibilidades, valendo pedir ajuda a outros profissionais; no lugar de induzirem com a solução rápida do leite artificial em bebês que saem da maternidade e ficam nos berçários isolados de suas mães em seus cercados (prisões) de acrílico (berçário é para bebês com risco, os prematuros como todos bebês que nascem de cesariana e necessitam de cuidados porque nasceram fora de seu tempo).  

O isolamento e separação mãe-bebê principalmente no período de exterogestação (nessa fase inicial) é crucial na problemática da amamentação, porque isolado e distante sempre que o bebê necessitar do seio materno ele não está, sem sua presença, sem o estímulo da sucção do bebê, os estímulos cerebrais que fabricam e liberam o leite não são ativados, essa ativação ocorre em constante exercício no convívio mãe-bebê sempre oferecendo o seio quando o bebê solicita.

Importância do contato mãe-bebê para a amamentação: aciona os principais estímulos sensoriais responsáveis por produzirem e liberarem o leite materno.

Bebês de parto natural, que nascem sem risco ou complicações não necessitam de berçário, colocá-los em berçários é uma prática errada que somente a pouco tempo no SUS estão mudando nas maternidades; bebês saudáveis devem estar em contato pele a pele com a mãe no ato do nascimento e continuarem com ela.  

Essa prática logo no nascimento também interfere na amamentação, sabendo que o contato pele a pele (barriga com barriga) estimula os hormônios principais do aleitamento materno (prolactina na fabricação – ocitocina na saída do leite).

 

No sistema de fisiologia da lactação podemos observar a importância do vinculo mãe-bebê, é no ato de sucção sem limite de tempo; onde são acionandos os estímulos sensoriais que pemitem as funções cerebrais produzirem e liberarem o leite materno. O bebê interage com nosso organismo e sabiamente nessa programação institiva, ele (seu organismo) determina quando e quanto tempo necessita mamar para fabricar e liberar o leite. Quando está “dormindo ou não” no seio, ele está acionando e estimulando todo este processo. As bombinhas e mamadeiras não substituem porque é no contato pele a pele que são acionadas as terminações nervosas para o sistema de lactação. Bicos artificiais (chupeta, mamadeira..) provoca confusão de bicos no bebê, dificultam a amamentação e provocam desmame precoce.
 
  

A cesariana que não é um tipo de parto e sim uma cirurgia de complicações e emergências obstétricas, também pode inibir e ser um complicado para algumas mulheres na produção e liberação do leite, porque o organismo não estava pronto, não entendeu que pariu, pariram por ele, o cérebro pode as vezes não liberar os hormônios do aleitamento de forma natural, por isso algumas precisam de um empurrão com medicamento e as vezes nem assim acontece.
Quanto mais intervimos no funcionamento do nosso organismo, que é perfeito em suas funções quando não se tem anomalias, mais estragamos e complicamos sua funcionalidade.

O vínculo mãe-bebê deve sempre ser estimulado, incentivado pela sociedade para melhor qualidade psíquica e fisiológica de ambos e respeitando o início da vida podemos construir uma sociedade melhor com mais amor, afeto, relação de apego…proporcionam pouca possibilidade de traumas, revoltas, rejeições em suas vidas.  

O problema da falta de respeito e colaboração social na maternagem interfere não somente naquela mãe-bebê atingidos e sim, em toda sociedade, porque são seres sociais que fazem parte do nosso todo social.

A amamentação possui um fator primordial para sua realização que pode interferir positiva ou negativamente: O FATOR EMOCIONAL / O PSIQUISMO. 

A sociedade ainda desconsidera muito e desvaloriza as questões emocionais, porque não são materiais, não podemos pegar…valorizam muito mais questões físicas, exames, medicamentos. Porém a mente humana com toda sua complexidade é o dispositivo primordial que causa as complicações orgânicas, quando interage com o meio se torna um barril de pólvora.  

O psiquismo não é um fantasma, entidade desconhecida, faz parte de nós e todos possuem; porém sua construção não é de causa pessoal, culpa nossa, nossa invenção. 

O psiquismo se constrói e modifica nas relações sociais, na interação com o meio, nas construções sócio históricas e culturais com suas normas, regras que nascemos acreditando que são a verdade absoluta, mas mudam constantemente e são inventadas em cada contexto de época.

Reproduzimos essas regras que se naturalizam, tornando hábito, sem refletir e muitas vezes reprimimos nossos desejos, vontades, nos anulando a imposições sociais para nos sentirmos pertencidos ao meio; porém muitos vivem sufocados, sentindo aprisionados em um mundo a ponto de explodir.

Essas normas e regras sociais que estão instaladas em nosso psiquismo, reproduzimos sem pensar, interferem em nossas vidas e interferimos na do próximo.

Esse psiquismo social que se interiorizou em todos nós é o maior complicador da amamentação, na gestação, no pós-parto, na vida. Porque vivemos tendo como base essas verdades que disseram ser as absolutas; as pessoas bombardeiam as mães desde a gestação com o terrorismos com mil perguntas, estórias e dicas aterrorizadoras que muitas mães seguem essas falas que são transmitidas à gerações estragando a amamentação de quem as segue; destruindo o vínculo mãe-bebê a construção da personalidade, do psiquismo deste novo ser e atingindo fundo o emocional de muitas mulheres que sofrem nessa escuta maléfica : 

-“E se você não tiver leite?”  

-“Você tem bico, peito tá pequeno, tá grande? 

-“E aí, já desceu? Como tá o fluxo? Tem leite?” 

-“O bebê tá gordo, tá magro, tem dobrinhas?”  

-“Para de dar peito, já comeu demais, tira esse peito?”

-“Pra que dar peito, vai cair é coisa antiga você não pode viver em função só do bebê, tem sua vida, usa bombinha, ou da leite artificial na mamadeira, pra que ficar sofrendo de dor e bico rachado na mamada, e ficar todo tempo colada no bebê? Leite artificial é a mesma coisa?” 

-“Tira o peito com o dedo mindinho, o bebê já dormiu, não tá mamando, não cai mais leite, não serve pra nada ele ficar aí parado no seu peito?”  

-“Não deixa ele chupeitar seu peito, vai ficar manhoso, pegajoso e mal acostumado; não deixar fazer do seu peito chupeta?” 

-“Tem que educar desde cedo pra aprender com a vida (quase na pancada do sofrimento), pra isso tem que limitar o tempo da mamada, tem que ser de 3 em 3h, não dá mais deixa chorar…?  

A mulher do pré ao pós-parto é bombardeada, checada por várias pessoas pra certificar sua funcionalidade como mãe no troféu do prêmio do leite, que é de intimidade dela e do bebê e deveria ser respeitado. 

Invadem sua intimidade, sufocam tanto seu momento que realmente não há leite que aguente, o coitado tenta descer, mas trava nessa pressão; secam a alma da mãe e atingindo seu íntimo seca até o leite.

Só faltam apertar seus seios para checar mesmo se o leite veio, tem mulheres que ansiosas ficam apertando sempre pra ter certeza se tem leite (colocaram tanto em sua cabeça que duvidam de sua existência), se não aparece, se desesperam (muitas nem sabem apertar no lugar certo, existe técnica pra isso), querem exibir pra estes terroristas deixarem em paz…

No psiquismo social construíram ideias fixas e mitos que por mais que você obtenham conhecimento e saiba que são mitos, que muitas praticas são erradas e acreditamos nelas; existe algo tão forte na construção desse psiquismo social que lutamos, tentamos mas é difícil tirar de dentro de nós. 

Acabamos vivendo a mercê dessas pressões que se tornaram internas, se tornaram nossas, mas não são nossas, foram criadas e introduzidas na sociedade no convívio social.

Por isso mulheres com problemas em amamentar não são culpadas e nem devem se culpar, a culpa é social.

A culpa é tão social, porque esse psiquismo social fazem surgir as cobranças internas de cada um; cada mulher tem introduzido no convívio social certas regras e acredita nelas e se sente pressionadas a seguir para se sentir pertencida, para não se sentir uma aberração defeituosa, para se sentir mulher e principalmente no pós-parto se sentir de fato mãe. Sentir-se mãe é uma construção gradativa, na prática mãe-bebe no dia a dia, é que “cai a ficha” de ser mãe; cada uma responde de uma maneira em sua particularidade. 

Com tudo isso, a importância e a cobrança em questão da amamentação tem um peso tão grande, que pode e muitas vezes bloqueia a própria amamentação de muitas mulheres.  

Quando um profissional não se empenha em ajudar a mãe que possui dificuldades em amamentar que geralmente é de cunho psicológico e falta de conhecimento em aleitamento materno, ele não está somente trocando uma forma de alimento do bebê para o leite artificial; está quebrando o sonho de uma mãe, está destruindo psiquicamente uma pessoa, prejudicando a relação mãe-bebê, a saúde física e emocional dos mesmos. 

Nessa construção de um pseudo saber em uma mistura de coisas que criaram e se apropriam como se fossem verdades científicas e não é; falas da ignorância coletiva que não possuem fundamento nenhum, fazem parte do nosso folclore linguístico.   

Assim, fica cada vez mais difícil a mulher atual amamentar, compreender todo processo, ter a paciência do tempo da maternagem que não é o nosso tempo da rotina acelerada do dia-a-dia, é um tempo mais lento, requer muita paciência, observação, dedicação, empenho e de saber a importância da amamentação livre demanda.

Difícil a mulher provedora da atualidade parar por alguns meses seus afazeres e se dedicar ao bebê, ficar mais em casa, amamentar livre demanda as vezes ficar 160 mim ou mais com o bebê ali no peito até dormir e o próprio bebê decidir tirar o peito (deixá-lo expressar e criar suas vontades, poder e liberdade de decisão de querer ou não o seio, de ser atendido, correspondido, e não ignorado, rejeitado). Não suprir as necessidades do bebê nessa fase deixa profundas marcas psíquicas que podem acarretar transtornos mais tarde e por isso aumenta o número de crianças e indivíduos nas clínicas psicológicas e psiquiátrica; a raiz do problema está no início da vida. 

Amamentar nos primeiros meses (dependendo do bebê) geralmente é avassalador para a mãe, às vezes de 10 em 10 min, 20 em 20 min, todos os dias por vários meses…é exaustivo, mas bem vindo ao mundo do bebê, é assim mesmo; até chegar em alguns meses que no desenvolvimento o bebê passa a interagir e, fica muito mais divertido, prazeroso, as mamadas se espaçam mais. 

Difícil para mulher ativa, produtiva da atualidade ficar horas parada para não atrapalhar a mamada onde o bebê está pegando no sono e qualquer movimento pode acordar, perturbar… 

Pensa se fosse você, gostaria que alguém perturbasse seu sono?

Sua hora de comer?

Porque temos que perturbar e estressar os bebês, pra acostumar a vida estressante?!

A tal educação de ter que acostumar desde pequeno a sofrer, é a pior das ignorancias! 

Qual mãe tem essa paciência e disponibilidade em um mundo que a pressiona pra trabalhar em seu período de amamentação (na cruel licença maternidade que induz o desmame e o distanciamento mãe-bebe tão precocemente na sua fase de adaptação e construção de vínculo, e da personalidade do bebê que inicia durante a amamentação no seio materno que não é só alimento), estressando, apressando e atropelando o momento dela e do bebê; a pressão da beleza e da estética de ter que entrar em forma rápido, toda essa velocidade moderna atropela o bebê e suas necessidades.

O que custa parar alguns meses ?!  É só uma fase, pode não parecer, mas passa rápido. Para o bebê, pra este novo ser, custará muito ao longo de sua vida.

As mães que não trabalham podem ter esta disponibilidade, mas muitas nem assim o fazem, porque escutam a ignorância social de alguns profissionais da saúde, amigos, pais, parentes…

Assim rompem precocemente o vínculo, o afeto, ruptura cruel pra mãe e para o bebê que mais à frente ao longo do desenvolvimento pode trazer problemas, dependendo tamb.da interação genética de cada um…mas sempre terá questões de fundo psíquico que só iremos entender quando a criança em algum momento da vida cresce e necessitará de um psicólogo, e no espaço clínico mesmo se esta criança já é um adulto, a fala e a escuta sempre baterá na primeira infância: porque cresceu se desenvolveu com essa sensação de falta, falha, vazio…e sempre existirá.

Crescerá tentando preencher esse buraco, o tal vazio existencial contemporâneo, a tal falta de algo na vida, não se sentir completo…

Tudo porque o afeto, acolhimento, aconchego e vínculo durante amamentação e cuidados com o bebê; inexistiu ou não o satisfez.  

O peito é o objeto de transição do bebê para se adaptar ao mundo (exterogestação) e passar a se interessar no mundo externo..mamadeira, chupeta…não são a mesma coisa e provocam o desmame e a diminuição de leite porque prejudica a sucção ao seio que é um dos principais estímulos na produção e saída do leite.

Como os tipos de amor, também não são a mesma coisa; o amor da mãe e do pai diferem do de outros cuidadores, o amor de casal difere de amigo, os sentimentos pra cada pessoa diferem, nunca são iguais e nunca substituem um ao outro..,podem ser paliativos, mas nunca iguais e no nosso inconsciente a falta do momento da fase inicial da vida, do prazer da amamentação, da fase oral….reflete em toda vida.  

O pouco ou falta de estímulo e satisfação dos prazeres do bebê nessa fase repercute ao longo de sua vida. Explica o porquê tantas crianças indo ao psicólogo, explica tantos problemas cognitivos, físicos….muitas coisas são de fundo psicológico o físico só acompanha; e torna-se um ser sempre em busca de se sentir pertencido, de preencher um vazio que nem sabe, nem lembra que vazio é este que está em seu inconsciente nas imagens mnêmicas. 

Da mesma forma que a mulher contemporânea desaprendeu a parir, realizar seu parto naturalmente fisiológico por causa do capitalismo dos “substitutos” dispositivos facilitadores e atrofiadores do ser humano; muitas também desaprenderam a amamentar, a educação não violenta, aos cuidados com bebês….é tudo novo para humanidade civilizatória que tem de reaprender a ser humano e a cuidar dos novos humanos que a própria civilização engoliu destruindo este saber.