Mitos: Não são indicações para cesariana.

  

“Mitos que sustentam o Sistema: Por Ana Cristina Duarte – Obstetriz – São Paulo, SP.

1. Não existe bebê ficar mal porque “bebeu água do parto” ou porque “engoliu mecônio”. Bebês bebem água do parto durante metade da gestação, o tempo todo. E o mecônio é uma substância estéril e sem risco para o tubo digestivo. O perigo real é a aspiração profunda de mecônio, porque obstrui os alvéolos e frequentemente está associado a um evento de anóxia perinatal. Na verdade os novos protocolos de reanimação neonatal dizem para não perder tempo aspirando um bebê com mecônio. Se não estiver bem, entuba e leva pra UTI. Ou seja, se for líquido, não aspire, se estiver bem, não aspire, se tiver mecônio e estiver bem, não aspire. Se tiver mecônio e estiver com problemas, leve pra UTI, não perca tempo aspirando.

2. Na maioria das situações normais, o fator determinante para o início do trabalho de parto é o bebê. Quando seu pulmão (último órgão a amadurecer) fica pronto, começa a produzir surfactante, que cai no líquido amniótico e provoca uma reação em cadeia que faz a mulher entrar em trabalho de parto. Portanto quando a mulher não está em trabalho de parto significa, em geral, que o bebê não está maduro. Para entrar em trabalho de parto, não adianta escalda pé, acupuntura, comida apimentada e escrever cartas. O que adianta é pedir pro bebê produzir logo um pouco de surfactante!

3. Não existe dilatação de “5 dedos”. A dilatação se mede com 1 dedo, 2 dedos e a partir disso são centímetros, pois não dá para colocar 3 dedos, 4 dedos.. até dá, mas não é bonito. Então a dilatação vai em 1 dedo, 2 dedos, 3 cm, 4 cm… até 10 cm.

4. Todos os bebês nascem roxos, porque dentro do útero eles vivem o tempo todo com essa cor, sendo o útero um ambiente de baixa oxigenação. Só quando nasce e respira é que ele vai começar a ficar cor de rosa aos poucos. Mesmo bebês de afro-descendentes ficarão rosados, pois a cor rosa vem da circulação do sangue oxigenado. Portanto, quando disserem “você passou da hora, tanto que nasceu roxo na cesárea”, desconfie. Bebês nascem roxos, todos! Inclusive hoje, nos novos protocolos de reanimação, já não se considera a cor rosa como item essencial para um bebê que acaba de nascer.

5. A gravidez humana dura EM MÉDIA 38 semanas a partir da concepção ou 40 semanas a partir da última menstruação. Quando falamos que a gestante está de 28 semanas, já estamos contando da menstruação. Se fôssemos falar a partir da concepção, diríamos que ela está de 26 semanas. A contagem em mês é artificial e aleatória. Com 28 semanas tem gente que chama de 7 meses, tem gente que chama de 6 meses, tem gente que chama de 6,5 meses. Contagem em meses tem apenas fins recreativos.

6. A medida do comprimento do recém nascido também tem fins apenas recreativos. Como o bebê sempre está encolhido, então não dá para medir com exatidão. Essa medida só serve para a diversão da galera, e não entra em nenhum levantamento de saúde. Nem entra na DNV, declaração de nascido vivo. É que nem medir o bíceps de um menino de 8 anos para saber se ele é forte. Se três pessoas diferentes medirem o mesmo recém nascido, teremos três medidas diferentes. A única medida que tem importância num recém nascido é o peso.
7. Todos os bebês têm algum nível de icterícia fisiológica, aquele amarelo na pele e olhos nos dias seguintes ao nascimento. Eles nascem com excesso de hemáceas, que ao serem degradadas produzem a bilirrubina, substância amarela. Aos poucos o fígado metaboliza a substância e a cor da pele vai voltando ao normal. São raríssimos os casos de icterícia patológica que requerem banho de luz. A imensa maioria dos bebês internados nas UTIs neonatais privadas estão lá ajudando a pagar o equipamento, só isso.
8. Quando a bolsa se rompe, o bebê continua produzindo líquido amniótico através da urina, e sua cabecinha faz uma “rolha” que veda o colo do útero provisoriamente. Assim, ele sempre terá líquido amniótico ao seu redor! Não à toa que um bebê que nasce com bolsa rompida há muito tempo, frequentemente ainda vem numa torrente de água! É bom lembrar que a principal função do líquido é a proteção contra choque. Bolsa rompida não faz o bebê nascer seco.
9. O cordão umbilical é preenchido de uma geléia elástica que faz com que ele seja praticamente “incomprimível”, mantendo assim os vasos sanguíneos bem protegidos. Por isso que em situações normais, circulares de cordão (seja quantas forem), não tem significado!
10. Tecnicamente o cordão umbilical não precisa ser cortado em nenhum momento específico após o parto. Se a família quiser, pode esperar a hora do banho da mãe, ou da pesagem do bebê. Se o bebê nasce na rua ou em casa, é para deixar o cordão ligado. O cordão não faz mal ao bebê! Ele faz parte de um sistema fechado bebê-cordão-placenta, por onde não tem como os germes entrarem. Na dúvida, não corte o cordão.
11. Durante o parto, o que dilata é o colo do útero, aquela estrutura lá no fundo do canal vaginal, que fecha o útero e mantém o bebê lá dentro por 9 meses. É lá que a gente mede a dilatação. Depois disso, no canal do parto, vem só tecido elástico, que não precisa dilatar para o nascimento, mas sim “esticar” conforme a cabecinha do bebê vai descendo para nascer.
12. Apgar é uma nota que se dá ao bebê quando ele nasce. Não precisa fazer nada, só observar o bebê. A primeira nota se dá com 1 minuto de vida e não tem maior importância. Já a segunda nota se dá com 5 minutos de vida e diz mais ou menos as condições do recém nascido naquele momento. Qualquer nota acima de 7 no quinto minuto já é uma boa nota. A nota do primeiro minuto não é levada em consideração em nenhum tipo de levantamento. Portanto é perferível um bebê que nasce com notas 2 e 8, do que um que nasce com nota 5 e 6.
13. Tamanho de bumbum não é tamanho de quadril. Não há como se avaliar um tamanho de bacia pelo “shape” da pessoa! O bebê passa pelo buraco interno da bacia, não importa quanto de bumbum sua mamãe possua. O buraco interno não tem como ser medido com exatidão. Só há uma forma de saber se o bebê vai passar ou não pela menor ou pela maior das bacias pélvicas: entrando em trabalho de parto e aguardando a dilatação total do colo do útero. Se depois disso descer, nasceu. Se não descer e ficar fora da bacia, não nasceu. E olha que já vi muita criança “não nascer” num parto, e depois ganhar um irmão de parto normal, que passa pela mesma bacia, com peso até maior do que o primeiro.”

Por Ana Cristina Duarte – Obstetriz – São Paulo, SP.

Cordão Umbilical enrolado no pescoço não é motivo de cesária, não mata e bebês nascem, diz a ciência !!!

  
Por Ana Cristina Duarte, obstetriz
“Poucas coisas causam mais terror no imaginário do brasileiro do que o cordão umbilical. Enquanto em outros países as muheres e médicos nem pensem no assunto, no Brasil esse é o maior hit nas paradas jornalísticas, midiáticas e pseudo-médicas. Quem nunca ouviu essa frase:

– Daí o médico fez a cesárea e o bebê tinha duas circulares no pescoço, e ele disse “ainda bem que foi cesárea, pois se fosse parto normal seu bebê teria morrido”. 

Que lorota feia, doutor!
Ou a outra não menos clássica:
– Meu médico é super a favor do parto normal, mas ele não arrisca. Se tiver algum exame que mostre alguma coisa errada, cordão enrolado no pescoço, por exemplo, ele opera.

O cordão umbilical pode medir desde alguns poucos centímetros (é isso mesmo, não existe “cordão curto”) até quase 1 metro de comprimento e está sempre enrolado em alguma(s) parte(s) do bebê. Falar em circular de cordão é quase redundância. Como assim um cordão sem circular, num espaço exíguo, com um bebê em constante movimento? Não faz nem sentido. Os bebês interagem com o cordão, seguram, soltam, mexem. Enrolam-se, passam por dentro, fazem nós e voltas. Macramê do bebê. Ele é preenchido por uma substância gelatinosa que dá volume e protege os vasos sanguíneos internos.

Acidentes verdadeiros de cordão são situações raríssimas, que podem ocorrer durante a gravidez, por exemplo quando o bebê faz um nó verdadeiro e estica o cordão com seus movimentos, interrompmento assim o fluxo sanguíneo que o mantém. Porém esses eventos são mais raros do que um gêmeo surpresa na hora do parto, um acidente importante de trânsito, é um tipo de loteria ao contrário que atinge 1 a cada 5 mil gestações. Se isso fosse algo de fato constante em nossa espécie, os bebês não se mexeriam loucamente no útero, interagindo com um cordão de 80 cm de comprimento. Se acidentes de cordão fossem algo fácil de ocorrer, nossos cordões teriam 20 cm, e nossos bebês ficariam quietos numa só posição. A natureza teria cuidado de selecionar essas características.

O famoso prolapso de cordão – quando o mesmo desce pelo colo do útero e vagina antes da cabeça do bebê, interrompendo fatalmente o fluxo de sangue – é um evento igualmente raro, que ocorre principalmente quando o profissional de saúde rompe a bolsa artificialmente, e já há dilatação do colo do útero porém o bebê está alto. É nessa hora que o cordão pode vir com o líquido. Se não provocarmos a catástrofe artificialmente, na natureza ela é ainda mais rara.

As circulares de cordão no pescoço do bebê não representam risco adicional no parto, porque o bebê se movimenta muito menos no final da gestação e já não faz voltas incríveis e absurdas. O cordão sempre está enrolado no braço, no tronco, no pescoço. Uma grande vantagem da circular no pescoço é que o cordão não tem como descer abaixo da cabeça do bebê. Alguns chegam a ter até três ou quatro circulares, os babalorixás intrauterinos. Cerca de um terço dos bebês nascerá com pelo menos uma volta de cordão umbilical ao redor do pescoço.
Durante o trabalho de parto o útero contrai e empurra o bebê pelo canal de parto e conforme ele desce, o útero todo desce junto, inclusive placenta e cordão. Não há um aumento de tensão no cordão durante o parto. Tudo vem junto. A grande descida final acontece quando a cabeça do bebê finalmente sai de dentro de sua mãe, mas nesse momento é possível inclusive cortar o cordão, se for necessário. Em dez anos de prática, nunca fiz, nem nunca vi um(a) colega cortar um cordão nesse momento. Se o cordão chegou até ali, dá para o bebê nascer.

O mito do cordão que segura o bebê e que não permita que ele desça no canal de parto é outro que precisamos desafazer. O cordão não tem força para segurar um bebê que desce através da bacia pélvica. Se assim fosse, cedo ou tarde um cordão se romperia com o bebê ainda no meio do caminho e isso não existe. Como foi dito, o cordão está descendo junto com o bebê. O problema é que muitos profissionais de saúde incrivelmente não sabem que o trabalho de parto é caracterizado por esse vai e vem do bebê. Contração vem, bebê desce, contração vai, bebê sobe. Cada vez ele desce mais um pouquinho.

No momento em que o bebê nasce, o útero desce quase até a altura do umbigo, com a placenta colada e acompanhando o movimento de descida. ou seja, tudo vem junto, não se trata de um bebê bungee jumping. Em nível de curiosidade, sabia que o Brasil é um dos únicos países do mundo em que aparece “circular cervical de cordão” no laudo da ultrassonografia? Será que é por acaso que estamos com 52% de cesarianas?

Hoje em dia, entre as parteiras profissionais, já se discute inclusive a necessidade de se sentir se há ou não circular de cordão no momento em que a cabeça sai, e se há qualquer necessidade de se retirar essas alças por cima da cabeça. Pessoalmente penso que não e cada vez intervenho menos. Se a cabeça saiu, o resto vai sair por si só. Deixemos as mulheres e os bebês em paz, eles sabem o que estão fazendo. O monitoramento pode ser feito acessando batimentos, cor e aspecto do bebê.

Depois que o bebê nasce, o cordão não deve ser cortado antes de parar de pulsar. O sangue que está lá dentro pertence ao bebê. Aquele sangue é cheio de células T e hemoglobina, sendo muito importante para o primeiro ano de vida. O ideal é que deixemos esses cordões ligados o quanto for necessário. Podemos deixar até a placenta sair, se for o caso. Não há pressa em se cortar o cordão. O bebê não perde sangue por ali, ele só ganha. Em partos emergenciais a ordem é: não mexa no cordão. Tem até alguns grupos que deixam o bebê ligado no cordão (e portanto na placenta) durante horas e alguns durante dias. Cortar o cordão é apenas um ritual, não importa quando e como o façamos, desde que esperemos que ele pare de funcionar e passar sangue para o bebê.
Cordões umbilicais são fortes, são protegidos e protegem o bebê. Confiemos um pouco mais na natureza, que vem há cem mil anos filtrando os ajustes, montando um processo de parto que seja o mais seguro possível.
Aqui vai um vídeo (cuidado, conteúdo gráfico) de 30 segundos de um parto com muitas circulares de cordão no pescoço. Faça as contas!

E aqui vai toda a parte científica, as explicações e as referências bibliográfias sobre o assunto:

http://estudamelania.blogspot.com.br/2012/08/a-falacia-da-circular-de-cordao.html 

CESARIANAS POR CONVENIÊNCIA TRIPLICAM INTERNAÇÕES DE RECÉM-NASCIDOS, DIZ ESTUDO:

Autores do estudo feito na maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, identificaram também um aumento de 160% no diagnóstico de dificuldades alimentares e perda de peso excessiva nos recém-nascidos por cesariana sem necessidade de urgência obstétrica.

As cesarianas feitas antes das 39 semanas, muitas por conveniência, triplicaram os internamentos de recém-nascidos, segundo uma análise a mais de três mil bebés feita ao longo de uma década na maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra. De uma amostra de 3213 recém-nascidos, a investigação realizada entre 2003 e 2013 mostrou que quase metade nasceu de cesariana electiva antes das 39 semanas.

Segundo o estudo publicado na mais recente edição da Acta Médica Portuguesa, a revista científica da Ordem dos Médicos, estes recém-nascidos por cesariana marcada antes das 39 semanas tiveram mais internamentos na unidade de cuidados intensivos, mais morbilidade respiratória, mais hipoglicémia e mais internamentos com duração acima dos cinco dias.
“A cesariana electiva, sem indicação médica, antes das 39 semanas tem riscos associados e potencia muito a necessidade de internamento dos bebés em cuidados intensivos”, resumiu à Lusa a neonatologista Cristina Resende, uma das autoras da investigação. Com este estudo, Cristina Resende refere que se veio comprovar o que empiricamente já era a ideia da comunidade médica: as cesarianas sem recomendação médica aumentam as complicações e as necessidades de cuidados suplementares.
Além de triplicarem os internamentos, os autores do estudo identificaram um aumento de 160% no diagnóstico de dificuldades alimentares e perda de peso excessiva nos recém-nascidos por cesariana de conveniência, além de uma duplicação da necessidade de fototerapia por icterícia. Foram estudadas retrospectivamente as cesarianas electivas (efectuadas antes do início do trabalho de parto) realizadas com gestação de 37 e 38 semanas, designadas cesarianas de termo, e feita a comparação com um grupo de bebés nascidos com idade gestacional igual ou superior a 39 semanas.
“Da amostra de 3213 recém-nascidos, quase metade (1427) nasceu antes do tempo referido como regulamentar numa gravidez normal, sem riscos – 39 semanas –, e, neste grupo, o número de internamentos em unidades de cuidados intensivos foi de 3%, valor três vezes superior ao do grupo dos recém-nascidos com idade gestacional considerada ideal. Entre estes bebés foram identificados mais casos de problemas respiratórios, dificuldades alimentares, hipoglicemia (baixos valores de glicose) e icterícia (coloração amarela da pele)”, refere o comunicado da Ordem dos Médicos.
Para Cristina Resende, a situação das cesarianas combinadas com a doente, por conveniência, antes das 39 semanas de gravidez, tem melhorado na maternidade Bissaya Barreto, que é analisada no estudo, nos últimos cinco anos.
Contudo, a neonatologista reconhece que, a nível nacional, ainda há algum facilitismo nos partos induzidos ou programados por conveniência entre médico e doente. “Não se deve antecipar o fim da gestão por conveniência. É importante que as grávidas percebam que uma semana de diferença numa gravidez é uma grande diferença. Se tudo estiver bem, o bebé deve ser deixado onde está até ao fim natural da gravidez”, afirmou, lembrando que, no entanto, há condições clínicas que impõem a necessidade de uma cesariana.
Aliás, neste estudo foram excluídas as situações de risco como gravidez múltipla, ruptura prematura de membranas, doenças como pré-eclâmpsia, diabetes mal controlada ou malformações congénitas. Como cesariana electiva os autores da investigação consideraram a que é realizada antes do início do trabalho de parto e antes da ruptura das membranas. 
Fonte: Publico.pt

O tempo da gravidez pode variar naturalmente por até 5 semanas, diz estudo.

  

O tempo de uma gravidez humana pode variar naturalmente por até cinco semanas, de acordo com pesquisa publicada na revista Human Reproduction.
Normalmente, as mulheres recebem uma data provável para a entrega de seu bebê, que é calculado como 280 dias após o início do seu último período menstrual. No entanto, apenas quatro por cento das mulheres dão à luz em 280 dias e apenas 70% dão a luz no prazo de 10 dias de sua data estimada, mesmo quando a data é calculada com a ajuda de ultra-som.

Agora, pela primeira vez, pesquisadores nos EUA têm sido capazes de localizar o ponto exato em que a mulher ovula e da implantação do embrião fertilizado no útero durante uma gravidez naturalmente concebida, e seguem a gravidez até o nascimento. Usando essas informações, eles têm sido capazes de calcular o comprimento de 125 gestações.

“Descobrimos que o tempo médio de ovulação ao nascimento foi de 268 dias – 38 semanas e dois dias”, disse o Dr. Anne Marie Jukic, um pós-doutorado no ramo Epidemiologia no Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental (Durham, EUA), faz parte dos Institutos Nacionais de Saúde. “No entanto, mesmo depois de termos excluídos seis nascimentos pré-termo, descobrimos que o comprimento das gestações variou em até 37 dias.

“Estávamos um pouco surpreendido por este achado. Sabemos que a duração da gestação varia entre as mulheres, mas alguma parte do que a variação sempre foi atribuída a erros na atribuição de idade gestacional. Nossa medida de duração da gestação não inclui estas fontes de erro e, no entanto ainda há cinco semanas de variabilidade. É fascinante “.

A possibilidade de que a duração da gravidez pode variar naturalmente tem sido pouco pesquisado, como é impossível dizer a diferença entre erros nos cálculos e variabilidade natural sem ser capaz de medir corretamente a idade gestacional do feto em desenvolvimento. Estudos anteriores realizados já em 1970 e 1980 tinha usado o aumento ligeiro da temperatura corporal de uma mulher na vigília como uma maneira de detectar quando a ovulação ocorreu. Esta é uma medição imprecisa e não pode ser usado para detectar quando o embrião realmente implanta no útero.

No estudo atual, os pesquisadores levaram informações a partir de amostras diárias de urina coletadas por mulheres que tomam parte em um estudo anterior, a Carolina do Norte Estudo gravidez precoce, que decorreu entre 1982-1985 e seguidas 130 gestações únicas, desde a concepção até ao nascimento desassistida. As mulheres tinham interrompido a contracepção para engravidar; eles eram saudáveis, sem problemas de fertilidade conhecidos e eles também eram menos propensos a fumar ou ser obeso. As mulheres completaram e foram coletadas amostras diárias de urina primeiro-manhã para seis meses ou até ao fim da oitava semana se tornaram grávidas.

As amostras de urina foram analisadas para três hormonas relacionadas com o início da gravidez: hCG (gonadotrofina coriónica humana), a estrona-3-glucoronide e pregnanodiol-3-glucoronide. O dia da ovulação, foi identificada pela queda na relação entre a hormonas estrogénio e progesterona. Implantação do embrião foi identificado como o primeiro dia de um aumento sustentado dos níveis de hCG. “Desde o embrião secreta hCG, e as mães geralmente têm pouca ou nenhuma hCG em sua urina quando não está grávida, foi utilizado o mais rapidamente aumento da hCG para indicar implantação”, explicou o Dr. Jukic.

Em 2010, os investigadores em contacto com as mulheres para o estudo atual para obter informações sobre o seu trabalho e se a indução ou cesariana foi necessária. A informação completa estava disponível em 125 gestações após excluindo aqueles que tinham sido afetados pela exposição ao dietilestilbestrol – um desregulador endócrino que é conhecido por diminuir as gravidezes.

Além da variação do tempo de gestação, o estudo revelou que os embriões que levaram mais tempo para implante, também levou mais tempo a partir da implantação de entrega, e que as gravidezes que mostraram um aumento de progesterona final foram significativamente mais curto por uma média de 12 dias de gravidez com um aumento precoce.

Dr Jukic disse:. “Estou intrigado com a observação de que os eventos que ocorrem muito cedo na gravidez, semanas antes de uma mulher mesmo saber que ela está grávida, está relacionado com o tempo de nascimento, que ocorre meses depois, eu acho que isso sugere que os eventos em gravidez precoce pode proporcionar uma nova via para investigar os resultados do parto. ”

Outros fatores que parecem influenciar a duração da gravidez foram: mulheres mais velhas entregues mais tarde, em média, a cada ano de idade a adição de cerca de um dia para a gravidez; mulheres que se tinham estado mais pesadas ​​ao nascer tiveram gestações mais longas, com cada 100g no próprio peso ao nascer da mãe que corresponde aproximadamente a uma gravidez de um dia mais longo; e se uma mulher teve gestações mais longas anterior ou posteriormente à gravidez sendo investigado no estudo, então a gravidez estudo era susceptível de ser mais longo, com um aumento de uma semana no comprimento médio correspondente a cerca de uma gravidez de 2,5 dia a mais no estudo. “Este último achado sugere que as mulheres individuais tendem a ser consistentes sobre quando elas parem”, disse o Dr. Jukic.

Em seu artigo, os autores concluem: “A duração da gestação humana varia consideravelmente entre gravidezes saudáveis, mesmo quando a ovulação é medido com precisão.  Esta variabilidade é maior do que o sugerido pela cessão clínico de um único ‘data de nascimento’ A duração de gestações anteriores; pode fornecer uma medida útil de uma mulher comprimento ‘natural’ da gravidez e pode ajudar na previsão de data de nascimento de uma mulher individual. Nós também descobrimos que os eventos nas duas primeiras semanas após a concepção foram fortemente preditivo do comprimento total da gravidez, sugerindo que o trajetória para o momento do parto pode ser definido no início da gravidez. ”
Eles advertem que ainda é muito cedo para fazer recomendações clínicas baseadas em seu estudo e que mais pesquisas precisam ser realizadas.
Dr Jukic concluiu: “Acho que o melhor que se pode dizer é que a variabilidade natural pode ser maior do que temos pensado anteriormente, e se isso é verdade, os médicos podem querer manter isso em mente quando se tenta decidir se deve intervir sobre uma gravidez . ”

Fonte do estudo: http://www.sciencedaily.com/releases/2013/08/130806203327.htm 

A.M. Jukic, D.D. Baird, C.R. Weinberg, D.R. McConnaughey, A.J. Wilcox. Length of human pregnancy and contributors to its natural variation. Human Reproduction, 2013 DOI: 10.1093/humrep/det297 

O IMPACTO DOS PROCEDIMENTOS OBSTÉTRICOS SOBRE OS HORMÔNIOS

  
Os procedimentos obstétricos em excesso trazem consequências emocionais e hormonais para o recém nascido. Esses comportamentos são por muitas vezes inconscientes e as vezes nem os pais percebem. Porém para aqueles que buscam auto desenvolvimento e crescimento pessoal, é interessante saber que o seu nascimento afeta suas características comportamentais durante a vida adulta. Veja alguns tópicos sobre o assunto:
• Para Ray e Mandel os mandatos de pessoas que nasceram com parto induzido são: têm dificuldade de “iniciar” alguma coisa; Guardam raiva reprimida e oculta, ainda que menor do que aqueles nascidos à fórceps; Refreiam-se em amor, sexo, criatividade; Fazem esperar, não entendem o desapontamento alheio; Dependem de outras pessoas para iniciar ou conduzir um projeto ou mudança de vida;

• Muitos sentem medo de viver;

• Sentem necessidade de serem “induzidos” pelos outros, mas quando o são, mostram o outro lado, que é serem sistematicamente do contra; Seus parceiros precisam ser pacientes; Podem ter problemas de compromisso, pontualidade.

A Dra Eleanor Luzes, criadora da Ciência do Início da Vida recomenda que se façam técnicas terapêuticas que auxiliam na desprogramação desses comportamentos inconscientes, seja em crianças pequenas ou em adultos que desejam engravidar ou apenas melhorar-se como ser humano.

Fonte: Tese A Necessidade do Ensino da Ciência do Início da Vida – Dra.Eleanor Luzes.

Vídeo- O que inibe o trabalho de parto? *Problems in the birth*

Em português:

A oxitocina é o hormônio responsável pelo nascimento, sexo, amor, expulsão (saída) do bebê, da placenta e do leite materno de forma naturalmente fisiológica sem necessidade de intervenções. É muitas vezes referido como o “hormônio do amor” e desempenha um papel importante nessas interações sociais cruciais. 

Durante o nascimento, a ocitocina faz com que os músculos do útero se contraiam e também atua como uma espécie de alívio da dor natural, ajudando as mulheres a lidar, suportar a dor, ou mesmo para algumas não senti-la durante as contrações. 

O ambiente é a chave para a produção de oxitocina; um ambiente estressante pode restringir a produção de oxitocina. Para incentivar a produção de ocitocina durante o trabalho de parto, é importante que as mulheres se sintam seguras, calma, apoiadas; reduzindo possíveis estressores que são variáveis em cada mulher e podem afetá-las e tornam dispositivo principal na inibição do trabalho de parto, podendo ocorrer intervenções necessárias e outros problemas. 

Um ambiente favorável, significa estar cercada por pessoas de confiança, tendo a privacidade e a capacidade de relaxar. Infelizmente, muitas mulheres não dão à luz em um ambiente que estimula a produção de oxitocina. 

Na verdade, se você considerar um parto hospitalar típico, é improvável que permitem a produção máxima ocitocina no meio ambiente. Sob o clarão luminoso das luzes de hospitais, com enfermeiros, parteiras e outros profissionais de saúde vagando dentro e fora da sala durante o trabalho de parto; não é difícil compreender por que algumas mulheres acham difícil relaxar em um ambiente hospitalar. 

A importância do ambiente para ocorrer bom desfecho no nascimento: alguns profissionais de saúde estão cada vez mais conscientes da importância do meio ambiente em relação ao nascimento. Maternidades e casas de parto estão surgindo em todo o mundo com mudanças para permitir que as mulheres deem à luz em ambientes acolhedores. 

No entanto, nem todas as mulheres têm acesso ao conhecimento e a um centro de nascimento que aplica a importância do ambiente e da não intervenção desnecessária da equipe médica que deve acompanhar o trabalho de parto sem excesso de intervenções e sim, prestar assistência. Infelizmente, muitas mulheres ainda estão dando à luz em configurações que podem impedir o relaxamento e inibem a produção de oxitocina, acarretando inúmeras complicações no parto e demora no trabalho de parto. 

Para mostrar o quão prejudicial o ambiente pode ser ao parto, em campanha o grupo Freedom For Birth, e Roma Grupo de Ação, criaram um vídeo campanha com a maneira perfeita para destacar o intrusivo comportamento equivocado da maioria dos profissionais de saúde ao lidar com o nascimento.

Muitos argumentariam que o nascimento é mais frequentemente controlado pelos profissionais de saúde do que pelas próprias gestantes e bebês, mas se o mesmo fosse verdade para o momento da concepção, do sexo? 

Imagine-se deitado de costas, com as pernas em estribos, ligado a um monitor cardíaco …durante o ato sexual tentando se excitar, tentando conceber?  

Você poderia preencher o formulário com os profissionais de saúde que passeiam livremente dentro do quarto na hora do sexo, na hora da concepção? E se eles parassem para comentar sobre a sua posição ou técnica? 

No vídeo Tongue-in-Cheek Performance, atores simulam o que pode acontecer se o sexo fosse tratado como uma performance na maneira que o nascimento é. 

A Organização Mundial de Saúde recomenda que as mulheres são livres para escolher sua posição durante o parto e o nascimento. Infelizmente, a maioria das mulheres são obrigadas a deitar-se numa cama de hospital; episiotomia são realizadas apenas nesta posição e 70% das mulheres acabar com suas vaginas cortadas sem necessidade.

Ao longo do vídeo, o protagonista masculino pode ser visto cada vez mais desconfortável. Ele não se parece com alguém que está gostando e sentindo prazer no sexo com tantas intervenções, em vez disso ele tem as expressões faciais de uma pessoa que está sendo testado, monitorado, avaliado em pressões constantes. 

Quando  o casal tem relações sexuais, o médico faz a contagem regressiva para eles e rapidamente repreende o homem porque está empurrando errado. 

Não há nenhuma razão médica e nenhum dado científico para o comportamento inconveniente e inibidor dos profissionais de saúde nas maternidades; é uma prática naturalizada, comum, porém errada que produz sofrimento, prolonga trabalho de parto podendo ocorrer péssimos desfechos.

Infelizmente, na maioria dos hospitais essas intervenções são realizadas sem informar e nem pedir o consentimento da mulher e companheiro. 

Assista ao vídeo e reflita.

Neurocientistas comprovam que Bebês nascidos de cesariana possuem maior morte celular cerebral do que os nascidos de parto natural.

  

A forma do nascimento sendo naturalmente ou por cesariana poderia ter um efeito duradouro sobre como seus cérebros se desenvolvem, os resultados iniciais de um estudo nos Estados Unidos têm sugerido.
Ao analisar o crescimento de bebês ratos, os cientistas identificaram diferentes tipos de desenvolvimento de células com base em como eles nasceram.
Quando um bebê nasce, o cérebro produz naturalmente mais células do que ele precisa antes de matar alguns fora. Neurocientistas da Universidade Estadual da Geórgia olhou para a forma como as células do cérebro desenvolvidos em ratos imediatamente após o nascimento, e encontraram aumento das taxas de morte celular em camundongos nascidos por cesariana em comparação com camundongos nascidos de parto normal. “Ficamos impressionados com este pico de morte celular em bebês de nascimento em cesariana”, disse Nancy Forger, Neurocientista.

A pesquisa ainda está em fase preliminar, mas colabora com o que já sabemos sobre a forma como o sistema nervoso cresce nos primeiros anos de vida. Mas por que exatamente seria os dois métodos de nascimento têm efeitos tão diferentes?

É muito cedo para dizer, mas uma possibilidade é que ele está conectado à maneira que microbiomas nossos, baseados em bactérias são transmitidas a nós por nossas mães através do parto natural, via vaginal.

Dependendo do método de nascimento, estes podem vir de microflora vaginal ou a partir de espécies que vivem na pele, tal como Lactobacillus e Staphylococcus, a pesquisa anterior tem mostrado. Os cientistas pensam que isto tem um efeito duradouro sobre o nosso sistema imunológico, e os pesquisadores da Georgia State quiser adicionar o desenvolvimento do cérebro a essa lista também.

Eles também descobriram que os ratos de secção c foram, em média maior do que os seus homólogos – o que faz o backup pesquisa anterior sobre as ligações entre obesidade e tipo de método de nascimento – e mais silencioso. Se essas mesmas conexões podem ser encontrados em bebês humanos, nós poderíamos ter que repensar a nossa abordagem a cesarianas: o próximo passo é tentar confirmar uma ligação entre as células do sistema imunológico do cérebro – o chamado microglia – e a taxa na qual as células morrem.

Durante um processo de trabalho normal, os bebês são expostos a certos processos biológicos, como uma corrida de hormônios, que nunca se chutar se o trabalho não for iniciado. Os cientistas estão agora ocupados tentando descobrir exatamente quais são os efeitos a longo prazo, e como podemos ser capazes de compensar isso usando drogas administradas após o nascimento.

Os pesquisadores dizem que um olhar mais atento sobre as consequências de parto cesariano é necessário, com cerca de 30 por cento dos bebês nascidos em os EUA entregues desta forma (em outros países, a taxa é ainda maior). Como o método de entrega é um tanto pessoal e uma decisão médica para a mãe, tendo todos os factos disponíveis antes de uma escolha ser feita, é importante.

Seus resultados iniciais já foram apresentados à Sociedade de Neurociência: link do estudo científico: http://www.abstractsonline.com/Plan/ViewAbstract.aspx?sKey=141dba17-7f9a-4b09-a49c-cf4deb746f02&cKey=752a7ab4-5145-405c-84b3-0b597485f1fc&mKey=d0ff4555-8574-4fbb-b9d4-04eec8ba0c84 .

Indicações Reais e Fictícias p/fazer cesariana.

LISTA C/INDICAÇÕES REAIS E FICTÍCIAS PARA FAZER CESARIANA BASEADAS EM EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS.

É um prazer poder ajudar a população a conscientizar, buscar conhecimento e não aceitar tudo que é imposto e dito como natural; sendo que a maioria dos nascimentos no Brasil segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) é feito de forma anormal por ser a maioria com cesariana, e não deveria ser rotineira; porque cesariana é uma cirurgia de emergência para salvar vidas. 

Tornar a cesariana uma rotina de nascimentos no Brasil, faz do nosso país ter uma das maiores taxas de mortalidade neonatal e diversos comprometimentos comprovados em pesquisas científicas.

Com isso, resolvi compartilhar a lista realizada por Melania Amorim (PHD e MD, pesquisadora e professora em ginecologia obstétrica) e por Ana Cristina Duarte (Obstetriz e Bióloga pela USP). 

Compartilho por ser uma questão importante de utilidade pública, muitas mulheres são enganadas e tem seus partos roubados ou até mesmo violentados por maneira grosseira e ignorante de alguns profissionais de saúde que induzem a cirurgia de emergência cesariana sem indicações reais, oferecendo alto risco para gestantes e bebês.

Estas informações vocês dificilmente verão na mídia, só se jornalistas conscientes de sua profissão resolverem publicar; a maioria dos profissionais de saúde não informarão e muitos nem possuem conhecimento por falta de atualização e outros motivos…

Quanto mais o povo estiver mal informado, é melhor para manipular, lucrar com isso. 

A cesariana na visão de alguns profissionais e o sistema, é muito mais lucrativa, possibilita fazer vários partos em um dia, tirando bebês antes do tempo já que todos de cesariana nascem prematuros por isso necessitam ficar na encubadora e distante da mãe em berçários (os de parto natural e nascidos sem comprometimento, não necessitam, vão por uma prática rotineira, errada é muito lucrativa). Bebês de cesariana não estavam prontos para nascer, comprometendo a saúde da mãe e bebê. 

O sistema e estes profissionais preferem arriscar a saúde da mãe e bebê (muitos por falta de conhecimento) do que esperar por horas um bebê nascer quando ele estiver realmente pronto. 

Essa lista é importante para você mulher, companheiro, amigos, parentes… saberem se foram ou não enganados, e orientar as outras grávidas. É importante para você que está gestando.

Passem a questionar, escolham melhor seus profissionais de saúde, mudem se necessário para um melhor e mais atualizado profissional, busquem informação e peçam que comprovem o motivo da indicação em bases científicas…sejam mais atuantes e não omissos e permissivos com a própria saúde.

Essa área da saúde mostra um período mundial de crise, reflexões, transformações, muitas mudanças já ocorrem em países desenvolvidos; precisamos acompanhar isso e não ficar de fora. 

A organização mundial de saúde exige que mudem a prática do nascer, exigem partos humanizados de acordo com bases científicas; o problema é que em muitas universidades há décadas os alunos e professores não enfatizam e nem ensinam mais assistência à partos naturais, por mil motivos, alguns por não quererem, acharem nojento, primitivo, não dá dinheiro…

  

  

E muitas intervenções, na maioria são realizadas por invenções de alguns profissionais que são transmitidas por gerações e muitas vezes não possuem fundamentação científica e impõe como necessárias e a população leiga acredita, exemplo: Episiotomia (corte do períneo); lavagem intestinal; proibir gestante de comer e beber horas antes do parto, deitar a mulher na cama na hora do trabalho de parto (essa posição coloca ela e o bebê em sofrimento e pode inibir o trabalho de parto, porque fisiologicamente a posição de parir é vertical) ; exigir depilação completa é desnecessário; subir na parte superior da barriga e pressionar com braço, pernas pra forçar a expulsão do bebê (isso é violência obstétrica), ficar todo tempo fazendo toque pra saber a dilatação (o toque na gestante dói, atrapalha a movimentação do trabalho de parto de expulsão, é contra o fluxo, ele não é necessário a todo instante – gestante não é um centro de degustação pra ser tocada todo instante. Mesmo se chegar em 10 de dilatação não quer dizer que está na hora e em que tempo o bebê vai nascer, é uma forma de trazer ansiedade pra gestante e para o profissional sem paciência de esperar horas, e abruptamente muitas vezes desnecessária induzem expulsão com medicamentos ou cesariana) ; puxar placenta e não permitir o tempo da expulsão dela de forma natural;  na hora do toque rasgar a placenta com o dedo…essas coisas são violência obstétrica e podem causar danos à gestante e ao bebê….

Existem muitas invenções como estas, muitas nem possuem comprovação científica certificando a necessidade e eficácia destes procedimentos, é só exigir que o profissional de saúde comprove e ele não terá como; estas práticas só colocam a mulher em sofrimento, estressa, inibe e atrapalha o momento mais importante dela e do bebê que é o trabalho de parto.

Leiam a lista, procurem se informar e não caiam na cesariana desnecessária; cesariana é cirurgia emergencial pra salvar vidas em casos de emergência que geralmente são raros e não devem ser marcadas de forma eletiva por motivos fúteis; como determina a organização mundial de saúde. 

Cada vez mais crianças ao longo do desenvolvimento apresentam questões de doenças de leve a sérias, de acordo com artigos científicos, uma das explicações é a forma equivocada de nascer; vamos melhorar o nascer no Brasil. 

Por que na Europa, na maioria dos países desenvolvidos não fazem cesariana de forma eletiva, é raro, predominam o parto natural?

Se eles que possuem condições  financeiras, tecnologia e conhecimento mais avançados que nós realizam essa prática (de partos naturais); por que fazemos ao contrário??

Quem é primitivo e índio como costumam dizer sobre as pessoas que valorizam ou fizeram parto natural; nós ou eles? 

Nós brasileiros somos tão capazes quanto qualquer pessoa no mundo de parir de forma natural; mas primeiro temos que mudar nossa mentalidade, parir os conceitos velhos e errados; nos instruindo com os novos conceitos.

Veja a lista na íntegra no link:

http://estudamelania.blogspot.com.br/2012/08/indicacoes-reais-e-ficticias-de.html?m=1s