Amamentação melhora desempenho cerebral, diz estudo.

Um novo estudo, que acompanhou 180 lactentes pré-termo do nascimento até a idade de sete anos, descobriu que bebês que foram alimentados com mais leite materno durante os primeiros 28 dias de vida tiveram maiores volumes de certas regiões do cérebro a termo equivalente, e tinham melhores QI , desempenho acadêmico, memória de trabalho e função motora. Os resultados foram publicados online no Journal of Pediatrics.
“Os nossos dados suportam as recomendações atuais para o uso de leite materno para alimentar bebês prematuros durante a sua unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) hospitalização. Isto é importante não só para as mães, mas também para hospitais, empregadores e amigos e membros da família, para que eles possam prestar o apoio que é necessário durante este tempo quando as mães estão sob estresse e trabalhando tão duro para produzir leite para seus bebês “, diz Mandy Brown Belfort, MD, um pesquisador e médico no Departamento de recém-nascido Medicina no Hospital Brigham and Women e principal autor .

Os pesquisadores estudaram crianças nascidas antes de 30 semanas de gestação que foram inscritos no infantil vitoriana estudos do cérebro corte 2001-2003. Eles determinaram o número de dias que os bebês receberam leite materno como mais do que 50 por cento dos da sua ingestão nutricional do nascimento aos 28 dias de vida. Além disso, os investigadores examinaram os dados relativos aos volumes regionais cerebrais medidas por ressonância magnética (MRI) na idade equivalente termo de cada bebê e aos sete anos de idade, e também olhou para parte cognitiva (QI, leitura, matemática, atenção, memória de trabalho, a linguagem, visual percepção) e testes motor em sete anos de idade.
Os resultados mostram que, atravessando todos os bebês, crianças que receberam leite predominantemente de mama em mais dias durante a sua hospitalização NICU teve maior volume de profunda nuclear massa cinzenta, uma área importante para o processamento e transmissão de sinais neurais para outras partes do cérebro, na idade equivalente prazo e por sete anos, tiveram melhor desempenho no QI, matemática, testes de memória de trabalho e função motora. No geral, a ingestão de mais leite humano está correlacionado com melhores resultados, inclusive maiores volumes cerebrais regionais no equivalente prazo e melhores resultados cognitivos aos 7 anos.
“Muitas mães de bebês prematuros têm dificuldade em fornecer leite materno para seus bebês, e precisamos trabalhar duro para garantir que essas mães têm os melhores sistemas possíveis de apoio no local para maximizar a sua capacidade de satisfazer as suas próprias metas de alimentação. Também é importante notar que há muitos fatores que influenciam o desenvolvimento de um bebê, com o leite materno ser apenas um “, diz Belfort.
Os pesquisadores observam algumas limitações no estudo, incluindo a que foi observacional. Embora ajustados para fatores tais como diferenças na escolaridade materna, alguns dos efeitos poderiam ser explicados por outros fatores que não foram medidos, tais como um maior envolvimento materno em outros aspectos de cuidados com o bebê.
Belfort acrescenta que estudos futuros, utilizando outras técnicas de ressonância magnética poderiam fornecer mais informações sobre as formas específicas em que a ingestão de leite humano podem influenciar a estrutura e função do cérebro. O trabalho futuro também é necessário para desvendar o papel da amamentação de outros tipos de cuidados maternos e carinho sobre o desenvolvimento do cérebro do bebê prematuro e não prematuro.

Cesárea pode prejudicar formação do sistema imunológico dos bebês, apontam pesquisas.


É nos primeiros instantes de vida do bebê que se dá a principal fase de maturação do sistema imunológico. Assim que sai do útero, ele entra em contato com os micro-organismos que vão ensinar esse sistema a identificar quais são bem-vindos ao corpo e quais devem ser combatidos. Essa etapa de construção do sistema de defesa do corpo só se dá uma vez e se estabelece para o resto da vida do indivíduo.

Vale ressaltar que apenas 10% dos cerca de 100 trilhões de células do nosso corpo são células humanas. Os outros 90% são micro-organismos, principalmente bactérias. Elas habitam o nosso intestino, boca, estômago, nariz, garganta, pele, aparelho respiratório e genital e exercem funções vitais como a proteção contra doenças e metabolização de nutrientes. 

A relação entre a via de parto e essas doenças é tema de um documentário que foi lançado mundialmente no último dia 20. Os cientistas que deram seus depoimentos no longa-metragem “Microbirth” fazem um alerta quanto aos impactos na saúde da humanidade com a degradação contínua do ecossistema microbiológico.

Segundo essa tese, o aumento gradativo no número de pessoas com doenças como asma, câncer, obesidade, diabetes e alergias chegará, dentro de poucos anos, a um limite insustentável, inclusive financeiro. Em relação à saúde, estaríamos à beira de uma crise mundial.

Os especialistas consultados no filme explicam que a qualidade do microbioma, ou seja, dessa comunidade de micro-organismos que compartilham do mesmo espaço corporal, pode influenciar a predisposição do indivíduo a determinadas doenças e relacionam essa vulnerabilidade à via de parto.

“Quando a criança nasce por parto vaginal, ela já começa a ter contato com essa microbiota materna no canal do parto. A criança vai deglutir, aspirar e entrar em contato pela pele com essas bactérias. Isso vai criar uma carga de bactérias iniciais que vão determinar o rumo dessa microbiota, como ela vai ser estabelecida. E a gente sabe que nessa microbiota materna estão bactérias promotoras da saúde”, afirma a doutora Carla Taddei, do Laboratório de Microbiologia Clínica da Universidade de São Paulo. 

De outra forma, ao nascer via cesárea, o bebê perde o contato com as bactérias vaginais. É levado imediatamente para longe da mãe para receber os primeiros cuidados e entra em contato com as bactérias do ambiente hospitalar. “Se neste primeiro momento, as bactérias que chegam nessas mucosas são as que não vão promover a saúde e se estabelecem isso vai ter impactos na saúde deste indivíduo”, explica a doutora Carla.

Segundo ela, o nascimento não é determinante, mas existem trabalhos científicos que fazem ligação entre essa colonização inicial e males como obesidade, diabetes e doença celíaca: “A gente sabe que os adultos diabéticos têm um grupo de bactérias que têm um envolvimento com a diabetes. As pessoas obesas também têm um grupo de bactérias que se envolvem com a obesidade. Inflamações intestinais, doenças intestinais crônicas, câncer e até autismo têm a ver com a microbiota”.

Para reduzir esses impactos, além de promover o nascimento por via vaginal, a doutora Carla Taddei recomenda adotar o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida, alimentação saudável e nutritiva principalmente antes dos dois anos da criança (quando a microbiota se estabelece), evitar antibióticos o máximo possível e permitir que a criança brinque no chão e em contato com antígenos do ambiente.

“Quanto mais estéril o ambiente em que a criança viver, menos condições ela terá do sistema imunológico reconhecer o que são os antígenos. Então, futuramente, o organismo dela vai identificar as partículas como estranhas e vai responder contra, o que causa alergias, problemas respiratórios e atópicos. Já as crianças que vivem em ambientes ricos em antígenos aprendem a lidar com eles e vão ter menor probabilidade de desenvolver doenças alérgicas”, diz.

Sobre o documentário

“Microbirth” é uma produção independente de Alto Films Ltd e foi produzido e dirigido pelo casal de cineastas britânicos Toni Harman e Alex Wakeford. Seu filme anterior, “Freedom For Birth”, foi lançado em mais de 1.100 exibições públicas em 50 países em 2012.

Fonte: Portal EBC.

Novo canal You Tube sobre Gestação ao Pós Parto.

O site agora tem voz, estaremos mais próximos no novo canal do You Tube sobre assuntos da gestação ao pós parto.

Confira o novo vídeo que fala sobre Parto Natural e minha experiência sobre o assunto:

DOULA AGORA É LEI NO RJ! Direito da mulher e família.

  

AGORA É OFICIAL! DOULA É LEI !  GOVERNADOR DO RJ ASSINOU !      DOULAS ESTÃO PERMITIDAS A ATUAR EM TODAS AS MATERNIDADES E HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS DO ESTADO DO RJ QUANDO A PARTURIENTE SOLICITAR.

Muito feliz por fazer parte disso, na militância como Doula, cidadã e fazendo parte da equipe de trabalho na diretoria da Associação das Doulas do Rio de Janeiro agradeço ao Governador em Exercício Francisco Dornelles e ao nosso governador Luiz Fernando Pezão, ao deputado Edson Albertassi da liderança do governo, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e um dos autores da lei. 

Aos deputados autores da lei: Luiz Paulo, Chiquinho da Mangueira, André Lazaroni, Carlos Minc, Jorge Felippe Neto e Rogério Lisboa; ao grande autor da Lei Deputado Dr. José Luiz Nanci, e a todos deputados da Alerj que aprovaram com unanimidade. 

Agradecemos a Defensoria Publica do RJ, ao Nuden.

Agradecimento absoluto a todas as gestantes, doulas, familiares q lutaram conosco em atos, manifestações, liminares judiciais…

  
As Doulas apoiamos emocionalmente as mulheres da gestação até o Pós parto, orientamos sobre todo esse processo de transformação em sua vida e caso tenha, orientamos sobre a vida casal nessa fase, conscientizamos sobre os tipos de parto, seus procedimentos, benefício e riscos para que faça escolhas conscientes. 

Utilizamos métodos não farmacológicos de alívio nas dores além de massagens específicas na hora do parto, existem e ensinamos as posições mais favoráveis, tem um tecido Rebozo que utilizamos essa técnica mexicana para fazer massagem descomprimir a pelve, podendo melhorar o oposicionamento do bebê….Durante o trabalho de parto ajuda muito, além de trabalharmos para diminuir medos, que são maiores inibidores do trabalho de parto, através da informação podemos ajudar. 

Orientamos nos cuidados com bebê e na amamentação.

Na Europa existem muitas, nos países onde possuem humanização do parto que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde, aprovam e recomendam nosso trabalho. 

A Lei: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=324914

A sociedade no parto esquece que são mamíferos-Dr.Michel Odent.

  

Pioneiro na revolução obstétrica-Obstetra francês Michel Odent:

“A tecnologia é aliada do homem na Medicina, mas faz com que alguns instintos sejam deixados de lado. Para o obstetra francês Michel Odent, o aparato tecnológico está tornando os partos menos eficazes.

Ele defende a “mamiferização” do parto, que é como chama o conjunto de ações que fazem com que o nascimento respeite as condições inatas da mulher. Quanto mais máquinas, especialistas por perto e iluminação, menor a segurança da mulher no momento em que ela precisa estar tranquila para dar à luz, diz Odent.
O bebê deveria ficar com a mãe assim que nasce e ser amamentado na primeira hora de vida. Sempre lembrando que somos animais, o obstetra fala sobre a fisiologia do parto, sobre os hormônios e substâncias ligadas ao nascimento e ao medo, que podem causar dor.
Entendo o parto humanizado de uma maneira diferente. É preciso redescobrir o nascimento, libertar-se de tudo quanto é crença e ritual milenar ou cultural, eliminando o que é especificamente humano. A começar pela linguagem, que é o método humano de comunicação.
É preciso satisfazer as necessidades universais específicas de mamíferos, como, por exem­­­plo, ter segurança. Na floresta, se uma fêmea está para ter um filhote e percebe que há um predador por perto, vai liberar adrenalina, essencial em uma situação de emergência na necessidade de partir para a luta.
Essa adrenalina vai bloquear o parto, postergar o nascimento. A segurança é uma necessidade básica para qualquer mamífero. Outra necessidade básica é não se sentir observado.
Então, mais do que humanizar o parto, é preciso “ma­­­­miferizar” o nascimento e por isso essa expressão parto hu­­­manizado não tem o mesmo sig­­­­nificado para mim. Humanizar é usar um número grande de ferramentas, é a cesária.”

Fonte: Gazeta do Povo. @gazetadopovo 

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/maternidade/menos-adrenalina-e-mais-ocitocina-no-parto/

Quer uma gestação e parto saldáveis ? Sou Doula. Posso te ajudar. 

  

Fui tentante, gestante e agora sou Doula – RJ; graduanda e pós-graduanda em psicologia.
Como doula procuro identificar com a gestante as suas crenças e medos em relação ao parto, possibilitando em conjunto diminuir estressores e o medo do desconhecido da gestação ao pós-parto que são os grandes responsaveis pela inibição ou não do trabalho de parto e de outras complicações. 

Descomplicando o emocional para a gestação saudavel e parto conscientes, propicia facilitar o organismo a exercer seu funcionamento sem intervenções e problemas. 

Informar, conscientizar a gestante e familiares para que você possa construir da maneira que você quer a historia do nascimento do seu bebê.  

Como doula presto apoio emocional e utilizo métodos não farmacológicos para alivio das dores (tenho bola, rebozo, essências e óleos a escolher a fragrância que mais agrada – as essências possuem poder fitoterápico). Procuro ser uma facilitadora no momento mais importante da sua vida e família. 

A Doula serve a mulher. Servir para sua felicidade, para o seu sonho, você merece sonhar e ninguém deve roubar seus sonhos, seus desejos. Criar expectativas demais pode ser ruim, mas alguém tirar de você o que pode ser construído é pior ainda. 
Vc é capaz! O corpo é seu! O parto é seu! 

Posso ser sua Doula!  

Minha função é instruir a gestante e seus envolvidos de forma mais completa possível.
**sou uma Doula que pariu de forma natural – parto fisiológico em casa (parto domiciliar assistido), sem intervenções, sem toques de dilatação, sem nada desnecessário, parir é uma necessidade fisiológica do corpo feminino, parir é natural. 

Mudei de ideia de parto hospitalar para parto domiciliar com 33 semanas de gestação foi a melhor decisão da minha vida. Tenho experiência, sei como é parir de forma natural e possuo conhecimentos que ajudam no atendimento a mulher e a família envolvidos no nascimento.
Contato: quiteriachagasdoula@gmail.com

O bebê e seu objeto de transição. Saiba o que é.

  
Minha filha escolheu seu objeto transicional, minha camisola c/cheirinho de afeto e de sua última mamada. Todo bebê segundo a psicologia c/teórico Donald Winnicott (pediatra e psicanalista Inglês) escolhe um objeto de transição entre a realidade externa e seu mundo subjetivo-interno. 
Este objeto é importante p/construção psíquica do bebê, não deve ser imposto, lavado, tirado de suas mãos, isto provoca sérios traumas q refletem na fase infantil, adolescente, adulta… Q geralmente necessitarão de psicólogo p/ajudar nessas marcas da fase bebê. 

O objeto é importante porq quando a mãe, sair do estado de maternagem (qd fica totalmente voltada ao bebê, q é importante essa fase de simbiose mãe-bebê), qd ela sair cria um afastamento entre ela e o bebê, mostra aquilo que não é ele (desiludindo o bebê), possibilita a constituição de uma área intermediária da experiência, a da transicionalidade. 

Nessa área, na qual o bebê começa a constituir sua subjetividade no sentido de perceber-se como si-mesmo,o relacionamento começa a acontecer c/um objeto transicional. P/Winnicott, objeto transicional é a primeira posse não eu. 

No decorrer do desenvolvimento psíquico normal, a adaptação ativa q a mãe propicia, procurando atender às necessidades q variam de acordo c/as diferentes etapas do desenvolvimento,nutre o potencial criativo da criança. O amor e a compreensão proporcionam a identificação da mãe às necessidades do bebê, a ponto de ela fornecer-lhe algo além do alimento,q é a possibilidade de usar criativamente seu potencial p/alucinar o seio provedor. 

No princípio, a criança tem uma ilusão de onipotência, vivenciando o seio como sendo parte do seu próprio corpo. Mas, uma vez alcançada esta onipotência ilusória, a mãe deve idealmente, ir desiludindo a criança, pouco a pouco (respeitando seu ritmo), fazendo c/q o bebê adquira a noção de q o seio é uma “possessão”, no sentido de um objeto, mas q não é ele (“pertence-me, mas não sou eu”). 

A repetição dessa experiência desencadeia a habilidade do bebê de usar o recurso da ilusão, sem a qual é impossível o contato entre a psique e o meio ambiente. Isso permite q o bebê construa, nesse espaço de ilusionamento propiciado pela mãe, um objeto q o console e lhe dê conforto: o objeto transicional. 

Permitam q os bebês escolham seus objetos de transição, aquele lençol velho sujo, o boneco, Ursinho….qualquer objeto q não quer largar, não reprienda, não bata, não brigue, não arraque de suas mãos, não lave, não destrua, não tome posse…reações violentas criam sujeitos violentos; a violência é aprendida.

 Permita q o bebê se expresse pela sua saúde mental e psicomotora; isto é essencial – informação de utilidade pública.

Todos na Votação de Lei na ALERJ que autoriza Doulas nos Hospitais!  

  
TODOS NA ALERJ !!! EU VOU !!!

Dia 17/ 05 / 2016 (terça) as 13h.

Local: Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro – Centro do RJ 

Votação p/aprovar a Lei das Doulas que permite exercer seu trabalho nos hospitais ! 

A luta está valendo a pena, chegou a tão sonhada hora, Doula agora é piso salarial do Estado, só falta aprovarem essa Lei, juntos somos mais fortes! 

A favor da assistência e atendimento humanizado, ajuda emocional e em métodos não farmacológicos para alívio da dor, diminuir estressores…. 

A Doula não faz parto, ela faz parte! 

Por tratamento digno da gestação ao Pós parto na construção dos sujeitos, isso reflete em toda sociedade!
Sociedade presente ! 

Todos presentes, homens, mulheres, gays, grávidas, bebês, crianças, idosos…vamos lotar a Alerj! 

Você é Doula no RJ? Junte-se a nós! 

Juntas somos mais fortes!

Apoia e admira nosso trabalho? 

Informe-se e entre na nossa página da Associação de Doulas do RJ: 

https://m.facebook.com/associacaodedoulasdorj/

APRENDENDO A COMUNICAÇÃO COM O BEBÊ.

  

Quando um bebê nasce ele tem uma linguagem própria. A mãe precisa aprender esta linguagem, quanto mais ela aprende que tais ou tais gestos representam isto ou aquilo, a criança precisa chorar menos como meio de comunicação. (BRAZELTON, 2010). Na verdade, a mãe presente e atenta ao filho em 3 meses aprende a linguagem dele. Esta comunicação fluente vai gerar uma criança confiante e tranquila, usando seu desenvolvimento cerebral ao máximo, pois não consome energia com irritação, medo e raiva. Quanto mais entendimento entre mãe e filho há, mais energia psíquica para pleno desenvolvimento cerebral e físico. Lembrar que até o primeiro ano 70% do cérebro que teremos na vida está pronto.

Para falar com seu bebê de alma para alma, para fazê-lo entender algo que está problemático na família, pois com o não dito ele acaba adoecendo, aprenda a conversar com seu filho na fase REM, veja abaixo como reconhecer.
Esse e outros temas sobre nascimento e início da vida no congresso gratuito de 23 a 29 de março, inscrições: http://vivalem.com.br/cinciv/?bv=6100689809833984 
Estados de Consciência – Ciclos
Em 1960 cientistas começaram a identificar que o cérebro dos recém-nascidos era desenvolvido além de um nível primitivo. Peter Wolff, psiquiatra infantil em Boston, trabalhou em lares com bebês recém-nascidos. Ele sentava-se demoradamente, discretamente, registrando cada ação dos bebês, acordados e adormecidos. Independentemente, Heinz Prechtl fez estudos semelhantes em Groningen, na Holanda, mas acrescentou registros da freqüência cardio-respiratória e ondas cerebrais. (KLAUS e KLAUS, 1989)
Reunindo os achados, os dois cientistas organizaram suas informações e descobriram a atividade cerebral do recém-nato. Eles perceberam que existiam seis estados de consciência diferentes, de acordo com o grau de vigília ou sono do bebê. Dois estados de sono: sono tranqüilo e sono ativo; três estados de alerta: inatividade alerta, alerta ativo, e choro; e um sexto estado que é o de torpor, uma transição entre sono e vigília. Cada um destes estados é acompanhado por comportamentos específicos e individuais. (KLAUS e KLAUS, 1989)
No estado de inatividade alerta, os olhos estão totalmente abertos, luminosos e brilhantes, neste estado os recém-nascidos conseguem brincar. Podem seguir uma bola vermelha, selecionar figuras e até imitar a face da mãe. Logo após o nascimento, os bebês têm um período prolongado de inatividade alerta, durante os quais eles olham diretamente para a face e para os olhos da mãe e do pai e podem responder a vozes. Neste estado, a atividade motora está suprimida e toda a energia do bebê parece estar canalizada para ver e ouvir. Durante a primeira semana de vida, o bebê normal passa aproximadamente dez por cento de qualquer das 24 horas do dia neste estado, o que lhe permite captar muita coisa e ter condições de se adaptar ao ambiente. (KLAUS e KLAUS, 1989)
Durante o estado de alerta ativo, ocorrem movimentos mais freqüentes dos olhos; os olhos olham em torno e os bebês emitem alguns sons. Este estado aparece antes de se alimentar ou quando ele está inquieto além de surgirem movimentos a cada um ou dois minutos: braços, pernas, corpo, face. (KLAUS e KLAUS, 1989)
O estado de choro, que é uma forma de comunicação, indica fome ou desconforto: os olhos podem estar abertos, ou firmemente fechados, a face contorcida e vermelha, braços e pernas movem-se vigorosamente. Muitas mães conseguem alterar este estado, segurando os bebês, acariciando-os, colocando-os no colo, na vertical. (KLAUS e KLAUS, 1989)

No estado de torpor, quando o bebê está adormecendo, ele pode continuar a mover-se, sorrindo, franzindo as sobrancelhas ou mexendo os lábios. O olhar está apático, sem focalizar nada. As pálpebras pendem e antes de fechá-las os olhos podem girar para cima. (KLAUS e KLAUS, 1989)
Logo após o nascimento, o bebê dorme aproximadamente 90% do dia ou da noite; frequentemente adormece durante a amamentação. Metade deste período de sono é passado em sono ativo e a outra metade em sono tranqüilo; estes estados se alternam a cada 30 minutos. (KLAUS e KLAUS, 1989)

No sono tranqüilo, a face do bebê está relaxada e as pálpebras estão fechadas e imóveis. Não há movimentos do corpo, exceto raros sobressaltos e movimentos leves da boca. Ele está em total repouso e a respiração é muito regular. (KLAUS e KLAUS, 1989)

No sono ativo, os olhos do bebê flutuam entre abertos e fechados, vê-se o movimento dos olhos sob as pálpebras. Este estado de sono REM já havia sido observado dentro do útero por Jason Birnholz. No sono ativo aparece movimentação do corpo: ocasionalmente, pernas, braços ou o corpo inteiro. A respiração não é regular e é ligeiramente mais rápida do que no sono tranqüilo. Mesmo estando dormindo, fazem caretas, sorrisos e carrancas e pode aparecer movimento de mastigação ou sucção. (KLAUS e KLAUS, 1989)

Quanto aos movimentos no alerta, sem chorar, por um minuto e um quarto, ele não se move e aí ocorre uma explosão de movimentos. Este ciclo de atividade e serenidade ocorre continuamente a cada um ou dois minutos quando ele está em estado de alerta ativo de consciência; Steven Robertson verificou que o mesmo já ocorria desde a vigésima semana de gestação. Ainda assim há uma diferença nas respostas de acordo com a cultura, grupo racial e uma certa individualidade. (KLAUS e KLAUS, 1989)

O recém-nato espirra cerca de 11 a 12 vezes ao dia, a fim de limpar o nariz. O bebê já é capaz de bocejar, logo após o nascimento. (LINDEN, 1977)
Conversar com seu bebê é fundamental, fale com ele daquilo que você capta que ele está sentindo por telepatia, você verá como ele rirá, pois a língua que você fala ele já aprendeu dentro do útero desde o quinto mês de gestação. Experimente e desfrute.
Fonte: Ciência do Início da Vida.

A FARSA DAS VACINAS – VACCINE FAILURE – FARCE; por Dra. Suzanne Humphries.

Vaccine Failure – Farce.
Por, Dra. Suzanne Humphries: 

Quem é Dra.Suzanne Humphries: http://drsuzanne.net/wp-content/uploads/2011/11/CV-11.5.21031.pdf
“Depois de minhas experiências no sistema hospitalar e examinando cuidadosamente ambos os lados do debate sobre a vacinação.

A história da vacinação é mais complicada do que a maioria das pessoas acreditam conhecer, inclusive médicos; poucos sabem a fundo a história das vacinas e a “possível ideia de imunização”. 

O movimento anti-vacina existe a centenas de anos. Iniciou em 1800, quando o Reino Unido farto de assistir os seus bebés e crianças saudáveis ​​ficarem doente ou morrer logo após as vacinações contra a varíola ou ficar doente de varíola de qualquer maneira, mesmo após serem vacinados. Pais e médicos que se recusaram vacinar contra a varíola, arriscaram perder suas casas, seus bens e os seus meios de subsistência, se Juízes soubessem disso.
As vacinas contra a varíola foram feitas a partir de pus e raspadas de feridas da barriga das vacas doentes contaminadas com a matéria da doença, e de uma variedade de animais, em alguns casos, os seres humanos. A história da vacina contra a varíola não é provavelmente o que você pensa que é.
Médicos e a indústrias das vacinas, os que administram, deveriam obter “consentimento informado” das pessoas antes de vacinarem. O consentimento informado não é possível, porque aos pais não são dadas todas as informações que eles necessitam para compreender as questões mais importantes sobre as vacinas.
O meu lugar não é dizer se devem vacinar ou não. Eu nunca diria às pessoas para não vacinar.

É meu dever como médica compreender tudo sobre as vacinas e dar às pessoas uma compreensão mais completa, para fazerem suas escolhas. Esta não foi a posição dos serviços públicos de saúde. De fato, há uma ampla documentação que a prioridade era completamente o oposto, é obrigar, e impor realmente para acabar com “eventuais dúvidas, se bem fundamentada ou não” sobre vacinas.

O documento a seguir é o americano 1984 DHHS registo federal, que listou as regras finais relativas às campanhas de vacinação contra a pólio nos EUA após três décadas de controvérsias.

  

A obrigatoriedade de vacinação em alguns países coloca muitas vidas em risco, e muitos problemas orgânicos de curto, médio e longo prazo com a vacinação foram e são ignorados pelos formuladores de políticas de vacinas.


Há muitos problemas com a ciência que sustenta informações sobre as vacina. Tento, mas é difícil encontrar um pediatra que compreenda ambos os lados do debate o suficiente para dar informações completas que possam garantir consentimento plenamente informado aos pais. 

A imunidade infantil tem sido mal interpretado por imunologistas, como a literatura imunológica admite. Só recentemente é que algumas questões importantes foram respondidas sobre o porquê de o sistemas imunológico infantil não funciona como dos adultos. 


Há uma boa razão para a intolerância que crianças possuem em relação a substâncias como o alumínio que contém em altas taxas nas vacinas. Que agora é conhecido por ter consequências a longo prazo em sua saúde.


Há uma escassez de estudos comparando as crianças nunca vacinadas, com as crianças parcialmente ou totalmente vacinadas. Em termos de estudos de segurança, um grande problema é que a maioria dos estudos de vacinas utilizam outra vacina como o placebo controle, ou utilizam a substância da vacina fundo. 

Existe apenas um estudo recente (Cowling 2012 – Veja artigo científico: http://m.cid.oxfordjournals.org/content/early/2012/03/13/cid.cis307 ), onde um verdadeiro placebo foi usado, em vez de outra vacina ou o fluido transportador. O principal estudo não mostrou diferença em infecção viral influenza entre os grupos, mas surpreendentemente revelou a 5 -6 vezes maior taxa de infecções virais em vacinados. Não é de admirar mais verdadeiros placebos não são usados ​​nas pesquisas de vacinas.

Neste artigo, “Neonatal, resultados após a imunização contra a gripe durante a gravidez: um estudo controlado randomizado” – http://www.vaccinationcouncil.org/2012/02/29/3013/ , vemos um exemplo claro de como placebos falsos são usados ​​regularmente. 

Quero dizer que, dando vacinas não testadas que muitas vezes podem ser inadvertidamente contaminadas, e com a vacinação não provando-eficácia é um “experimento médico que fazem em humanos ao aplicar estas vacinas, sem as pessoas saberem disso e sem o consentimento delas”, e na minha opinião, viola os princípios fundamentais do Código de Nuremberg (informação e consentimento inequívoco). 

A maioria das vacinas não foram submetidos a testes de carcinogenicidade por exemplo, e também raramente são estudados em mulheres grávidas (geralmente os testes são realizados em pessoas com pouca ou sem informação de seus riscos, baixa escolaridade e em países subdesenvolvidos). Resultando que pessoas tomam vacinas, quer por uma “emergência” proclamado pelo governo; por uma ordem de “saúde pública” da OMS; ou por ameaça de perda de direitos sobre os filhos, ou de proibi-los a estudar caso não estejam vacinados ou de prisão em alguns países; ou por ameaça de ser abandonado pelos profissionais médicos que supostamente prestam cuidados de saúde; e estas pessoas não são informadas de tudo isso, nem dos graves riscos que correm, que podem não ser visíveis imediatamente, mas podem surgir ao longo de sua vida.

“Consentimento informado” é desprovido de qualquer sentido quando as pessoas são levados a tomar vacinas, induzidas ao erro, assustando-as “sem possuírem informação o suficiente”.

Os pais devem aprender as maneiras de cuidar de seus filhos quando eles obtem as doenças comuns da infância, querendo vacinar ou não, uma vez que as crianças vacinadas ainda podem obter as doenças que foram vacinados. No caso de crianças não vacinadas que experimentam doenças da infância, um profissional eficaz e bem informado de saúde na maioria das vezes permite que as crianças se recuperem naturalmente, e na maioria dos casos, a criança terá imunidade a longo prazo muito maior do que as vacinas e sem riscos de reações adversas de suas químicas em seus organismos.

Algumas políticas de vacinas têm roubado de crianças, adolescentes e adultos da oportunidade de se re-expostos as doenças e continuar com a imunidade natural. Por exemplo, em mães que foram vacinadas contra o sarampo, a transferência placentária de anticorpos se limita a poucos meses, em vez de mais de um ano em mães mais naturalmente imunes.


Os exemplos acima, são uma das muitas consequências potenciais que enfrentamos com um resultado de vacinação para o sarampo e as outras doenças da infância como rubéola.

As escolas de medicina não educam sobre o conteúdo, os perigos, a eficácia ou necessidade de vacinas. A maioria dos médicos estão com medo das doenças naturais da infância que faz parte do organismo, pois eles não têm qualquer idéia de como ajudar com segurança a seus pacientes através de seus próprios organismos; e as opções de tratamento medicamentoso convencional são limitados, que todos médicos como eu, aprendemos nos estudos da medicina, muitas vezes tornam as doenças piores do que são.


No entanto, surpreendentemente, descobri outros métodos que funcionam muito bem, mas nunca foram apresentados como parte da minha educação médica.

No artigo “O segredo do sistema imunológico” ( http://sm.stanford.edu/archive/stanmed/2011summer/article7.html ) enuncia claramente as limitações da imunologia. O público é repetidamente mal informado, aterrorizados, assustados, a fim de manter a participação deles na vacinação. Todos os tipos de táticas são usadas. Um dos mais populares, é dizer que todos devem se vacinar, a fim de proteger doenças e de não vacinados. Isto é comumente conhecido como “imunidade de rebanho.” Aqui está um artigo que escrevi sobre o assunto ( http://www.vaccinationcouncil.org/2012/07/05/herd-immunity-the-flawed-science-and-failures-of-mass-vaccination-suzanne-humphries-md-3/ ).

Os médicos repetem o conselho, “Nós temos que vaciná-los enquanto eles são jovens de modo que o” índice de contrair doenças é alta. Em um artigo para o qual fui entrevistada em que um dos supostos especialistas de topo do Maine está dando conselhos enganosos . No artigo intitulado “Bangor Metro:” A Shot to the Heart ” ( http://drsuzanne.net/wp-content/uploads/2011/11/A-Shot-to-the-Heart-Bangor-Metro.pdf ), ele diz::

“Preocupo-me sobre o quanto o sistema imunológico de uma criança pode lidar porque alguns pais não o vacinaram. Mas Fanburg ressalta que não há dados médicos para apoiar a prática da vacinação; acrescentando que ele é realmente mais precavido a vacinar as crianças, ao invés de esperar até que eles sejam mais velhos. “As crianças têm uma melhor proteção de vacinas em seus primeiros dois anos de vida”, diz ele. “Há uma maior taxa de imunogenicidade, que é a capacidade da criança para produzir anticorpos contra o antígeno da vacina.”

Este especialista em vacinas parece não ter compreensão de como o sistema imunológico de uma criança se desenvolve e por quê. Se ele compreende-se, faria uma pausa por algum tempo, antes de fazer uma declaração tão dogmática.

O sistema imunitário de um bebé produz apenas quantidades muito pequenas de IL-1B e TNF-alfa. Houve um tempo em que os especialistas pensavam que este era simplesmente um defeito em todos os seres humanos recém-nascidos. Em 2004, um estudo realizado por Chelvarajan sugeriu que, se ao fabricarem as vacinas adicionassem vários “kickers”do sistema imunológico em vacinas, isso resolveria o problema e corregiria o sistema imunológico dessas crianças perfeitamente normais, que são muitas vezes descritas em termos de “defeituosos”, ou “inadequados” , quando eles são completamente adequados à idade, com características compartilhadas por todos os mamíferos terrestres.

As vacinas de subunidades como HepB, Strep Pneumo, Hib e meningocócica têm “adjuvantes” potentes – como o alumínio. Sem eles, o sistema imunológico do bebê não faz nada. Um adjuvante cria uma situação de alerta vermelho, forçando com que o sistema imune inato da criança passe a responder da maneira oposta à forma como deveria, e foi programado a funcionar no primeiro ano de vida. imunologistas Pro-vacinais não veem nada de errado com isso; porém isto desequilibra e provoca sérios danos ao organismo.


No entanto, até 2007, de 2007, Chelvarajan ( http://beyondconformity01.basecontrol.co.nz/_literature_86198/Neonatal_Immunity_Chelvarajan_0 ) estava vendo as coisas de forma diferente, e afirmou no último parágrafo, que, enquanto no passado, tinham considerou este um “defeito”, que agora considera-se: um programa de desenvolvimento importante, quando disse:

“Este fenótipo anti-inflamatório pode ser benéfico para o recém-nascido em um momento em que o crescimento dos tecidos e modelação do organismo estão ocorrendo em um ritmo rápido … assim, a incapacidade de o recém-nascido parar de responder de forma natural à infecções e sim por componentes artificiais das vacinas, pode ser um risco ao organismo.

A fim de ajustar de forma apropriada para o mundo, um “fenótipo anti-inflamatório” é importante para uma criança. O leite materno atua como um sistema imune inato insubstituível em suas propriedades, que protege o bebe de toxinas e outras doenças, através do fornecimento de substâncias anti-inflamatórias no leite juntamente com outras partículas imunes que impedem as bactérias e os vírus de aderirem, ou mata os imediatamente .


Isso protege o bebê, agindo como “in loco” de defesa, enquanto o sistema imunológico infantil está se desenvolvendo para saber auto se proteger. Este mesmo padrão de desenvolvimento é visto em laboratórios onde estudam mamíferos não-humanos, e é igual em todos mamíferos, mostram que o fenótipo anti-inflamatório é crucial para a sobrevivência e sucesso tanto a curto como a longo prazo.

Um artigo mais recente de Elahi em 2013 ( http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/24196717/ ), mostrou que as células imunes infantis têm capacidade funcional completa, mas são apertados para baixo, decaem, para um propósito mais elevado ao mesmo tempo para aprender o que é auto imunizar, o que é um comensal saudável micro-organismo, e que deve depois ser atacado.

Durante este período de “aperto”, que é de aproximadamente 2 anos (extrapolados de estudos em animais), a criança é bem compensada por leite materno, que continua o processo e mata organismos indesejáveis. 


O que, então, poderia ser o efeito das vacinas, que interferem com o estado de repouso do plano mestre do sistema imunológico da criança, acrescentando grandes quantidades de alumínio no organismo?

Com o apoio do leite materno, o sistema imunológico da criança desenvolve de forma adequada e sistematicamente – em seu devido tempo, de acordo com o programa genético colocado no bebê a partir do dia em que a criança foi concebida. Qual é esse plano mestre? Para permitir que a criança faça a transição em segurança para a independência imunológica com o nível mínimo de inflamação possível. Seu sistema pode ser prejudicada? Sim pode. O que pode inviabilizar o sistema imunológico neonatal? Tudo o que desencadeia uma resposta inflamatória na matriz enquanto a mulher está grávida e no bebê pelo uso de uma vacina.


Ironicamente, a pesquisa médica é muito clara sobre uma coisa. Não é a “infecção” em si que causa o problema, doença. É a ativação do sistema imunológico. Como eles sabem que não é apenas a infecção? Porque o stress, toxinas e outros antigénios não-infecciosos podem desencadear a cascata do sistema imunitário, de forma muito semelhante à infecção.

Se é importante para o bom desenvolvimento de um bebê permitir ao risco de infecção; se não permitirmos que duas peças-chave da defesa orgânica e infecção primária ocorram, quais são os males ao organismo se forçarmos um sistema imunológico como fazem as vacinas, para que o sistema imunológico faça algo que não deveria fazer? Uma vacina por definição, causa repetidamente nas células inflamação crônica em intervalos de tempo determinados. As vacinas são projetadas para criar a inflamação periférica, e adjuvantes de vacinas e antígenos podem causar inflamação cerebral, criar alergias e auto-imunidade – resultando em inflamação constante em todo o organismo. Para algumas crianças vacinas também podem provocar que a mitocôndria pare de funcionar corretamente.

Você pode estar pensando agora… se a posição padrão de um bebê é para não responder a doenças bacterianas mediada por toxina, que chance tem um bebê de sobreviver neste mundo? Se você gostaria de aprender mais sobre a imunidade neonatal, leia esta série de posts em 3 partes, e tomar nota dos artigos médicos usados:

O desenvolvimento do sistema imunológico infantil, neste artigo: (http://www.beyondconformity.org.nz/BlogRetrieve.aspx?PostID=72027&A=SearchResult&SearchID=2547944&ObjectID=72027&ObjectType=55 )


Os médicos a favor das vacinas as vezes citam “a literatura revisada por pares” para supostamente provar seu ponto, mas um olhar mais atento a sua própria literatura, muitas vezes prova o contrário – como faz um olhar mais atento a população doente de crianças que foram vacinadas.
Além disso, um olhar mais atento sobre os livros de texto médicos revelam uma tendência muito interessante. Na década de 1920 e 30, os médicos muitas vezes eram bastante descontraídos sobre doenças que hoje são apresentados como mais mortal do que a peste. Muitos avós de hoje são completamente confusos com a forma como a profissão médica descreve infecções que eram para a maioria deles, feriados simples fora da escola.

Isso não é afirmar que nunca houve consequências graves; por vezes ocorriam. No entanto, hoje, a maioria dos pais acreditam erroneamente que todas as crianças morrem de doenças que a maioria das avós aprenderam que é apenas reação orgânica e que provoca incômodos passageiros.
O sistema médico considera agora o sarampo mais perigoso do que a praga, e a doença mais perigosa para o homem. No entanto, não há necessidade de ter medo do sarampo, porque as crianças bem nutridas que recebem quantidade adequada de vitamina A tem um curso banal para a recuperação. O Tédio pode ser o seu maior lamento.

Eu descobri que a coqueluche não é algo para ter medo de qualquer um. Nos dias em que a minha única ferramenta foi um antibiótico, a tosse convulsa, ocasionalmente, me causou grande preocupação, mas não hoje. Eu assisti a muitos pais em todo o mundo tratar a tosse convulsa simplesmente usando altas doses de vitamina C e, ocasionalmente, homeopatia. Eles vêem uma melhora rápida e sem complicações graves. Mas você não vai ler sobre esses casos na “literatura revisada por pares” e seu médico não sabe sobre eles, porque as crianças doentes são os únicos contados nas estatísticas de morbidade, crianças saudáveis ​​que se recuperam, não são vistos pelo sistema médico e, portanto, não são contados e nem pesquisados.

As graves consequências da maioria das doenças da infância vem de apenas algumas coisas; fórmula infantil, leite de vaca, medicamentos comuns, especialmente os antibióticos, desnutrição e vacinas, e uma falta de conhecimento sobre métodos simples de cura.

Todas estas barreiras à recuperação são completamente evitáveis ​​nos EUA e muitos outros países e é por isso que vemos tantas crianças saudáveis ​​que nunca foram vacinadas, quando dedicamos o tempo para observá-los.

Veja no gráfico como a mortalidade para as doenças comuns tinha diminuído significativamente muito antes de as vacinas serem criadas. Este é alguns dos equívocos mais comuns sobre não vacinar, as pessoas ainda acreditam que as vacinas isentam de doenças e que elas acabaram com as doença; isto não existe, veja: 

  

Mas você está colocando outras pessoas em risco se elas não vacinarem. Em risco para quê? Catapora? Pergunte ao seu avó se ele conhece alguém que morreu de sarampo. Doenças diferentes têm diferentes graus de gravidade em diferentes faixas etárias. 

O equívoco de que “se você não vacinar, você coloca outros em risco” é baseado no pressuposto de que as pessoas não vacinadas contraem a doença que você foi vacinado. 

Você sabia que um estudo controlado publicado no BMJ ( http://www.bmj.com/content/333/7560/174.full ) em crianças em idade escolar mostrou que de toda a tosse convulsa, que foi diagnosticada, mais de 86% das crianças foram totalmente vacinadas, e mesmo após a vacina em validade, tiveram a tosse convulsa. 

Há estudos semelhantes que mostram que a caxumba e sarampo, podem muitas vezes afetar as pessoas vacinadas. As pessoas que são vacinadas podem ter os seus sistemas imunitários alterados de uma forma que leva a susceptibilidade a outras doenças infecciosas, e também pode deixá-los vulneráveis ​​as doenças que foram vacinados; devido a um fenômeno chamado de “pecado antigênico original”


O que é “pecado antigênico original”? Isto é um programação antigénio da vacina que quando introduzido no corpo, o faz reagir de uma forma que é incompleto, e diferente para a resposta natural à infecção. Quando o vacinado adquire a doença na qual foi vacinado, o organismo é incapazes de montar uma resposta eficaz ao patógeno. A vacina da tosse convulsa é um exemplo disso.

Um estudo ( http://m.pnas.org/content/111/2/787.abstract ) muito digno de nota, foi publicado em 2013, olhando para os babuínos, que são suscetíveis e manifesta a tosse convulsa como os humanos. No estudo de Warfel, babuínos, ou que foram vacinados ou não vacinados foram depois expostos a bactérias da tosse convulsa, algo que não pode ser feito experimentalmente em humanos (devido a considerações éticas), mas que produz dados muito importantes. Os babuínos que nunca haviam sido infectados, possuíram a tosse e permaneceram colonizados com bactérias por um período máximo de 38 dias. Babuínos que foram previamente vacinados, a vacina imunológica, tornou-se colonizado por exposição com reações por mais tempo do que os babuínos não vacinados; 42 dias. Babuínos no entanto não vacinados que se recuperaram naturalmente e foram posteriormente expostos às bactérias não adoeceram, estavam imunes de forma natural.

Então, quem está fornecendo uma melhor imunidade de rebanho em face da exposição bacteriana? indivíduos vacinados que presumo que eles são imunes, ainda permanecem assintomáticos colonizados por 42 dias com propagação de bactérias? crianças não vacinadas que se infectam e permanecem colonizado por 38 dias? Ou o naturalmente convalescentes que não são capazes de ser colonizados e, portanto, não se espalham as bactérias na re-exposição a doenças? Melhor ainda: Contrair doenças de forma natural sem ser vacinado faz com que durante décadas mais longa será sua imunização do que com a vacinação.

Muitos entusiastas de vacinas gostariam de invocar o termo “imunidade de rebanho” para fazer o argumento de que os não-vacinados representam um risco para os vacinados.
Não há evidência alguma de que ter uma taxa de vacinação de 85% ou 95% protege contra surtos. Esta teoria foi refutada uma e outra vez em populações altamente vacinadas.

A propagação da doença a não-vacinados. Na verdade, é o oposto. As vacinas vivas são conhecidas por espalhar. Aqui está um exemplo recente neste artigo, “As vacinas vivas podem espalhar a doença” ( http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X11015428 ):


As vacinas vivas podem espalhar a doença.

Sabemos também que em pertussis (tosse convulsa) aqueles que são vacinados são mais prováveis, devido ao pecado antigênico original, a ser portadores da bactéria por mais tempo do que os não-vacinados, mesmo quando assintomáticos. 

Em seu artigo publicado em Doenças Infecciosas Clínicas em 2004, Artigo em texto completo disponível aqui ( http://m.cid.oxfordjournals.org/content/38/4/502.long ), Dr. James Cherry, apontou que os adultos, re-vacinados contra a coqueluche, não desenvolvem qualquer actividade antibacteriana qualquer. Porquê as vacinas actuais contêm alguns antigénios, que criam “antigénico pecado original”, pelo que a resposta imunológica à vacina; é anormal. Essa resposta na primeira dose torna-se então a posição padrão do sistema imune em futuras doses de reforço. Assim, no caso das vacinas de tosse convulsa existem importantes fatores de virulência proteína que não tenham sido incluídos nas vacinas, incluindo ACT, TCF, TCT, bem como BRKA e DNT.

Porque os três primeiros não estão incluídos, por isso a resposta imune padrão não impede a colonização, e, além disso, Cherry, afirmou que o “pecado antigênico originais” resulta que pessoas vacinadas são incapazes de limpar as bactérias de seus pulmões. Os não-vacinados têm imunidade a todos os fatores de virulência linha de frente e muito rapidamente limpam as bactérias na re-exposição.
As mães que foram vacinadas, podem desenvolver marcadores substitutos que podem ser medidos em laboratório, mas estes não garantem respostas imunitárias eficientes após a exposição à doença natural, porque a sua primeira “resposta aprendida” estava incorreta. Além disso, eles ainda não possuem certeza “que” o marcador substituto, na verdade, é para pertussis.

Há informações semelhantes sobre o sarampo, a outra doença que tem sido retratado pela mídia como um perigo para a população devido às crianças não-vacinadas. Mas esta informação não é precisa, nem é o sarampo uma doença perigosa em pessoas que têm suficiente vitamina A. 

Damien em seu estudo, apontou que vacinados são 5-8 vezes mais suscetíveis à infecção assintomática do que os não-vacinados. (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/9700638/ ). 

Como, então, são os não-vacinados único responsável pelos recentes surtos de sarampo?

Muitas vacinas estão a ser dito “atenuadas” ou modificado vivo e, supostamente, não infectam, mas ao longo das décadas, vimos como os vírus atenuados mutam, uma vez que eles estão em um ser humano e podem espalhar a doença mais virulentamente. As vacinas contra a poliomielite oral na Nigéria hoje são um caso em questão. Mas isso pode acontecer com qualquer vacina viral atenuada.

Não é raro ver uma criança recentemente vacinada para varicela desenvolver a varicela. Vemos isso com bastante frequência. Infelizmente, os médicos não sabem quase nada sobre as vacinas, reações e complicadores.


Aqui estão algumas coisas a considerar quando você ouve de um surto de uma doença infecciosa: “Como muitos dos afetados foram totalmente vacinados e quantas pessoas morreram ou foram hospitalizados? Foram os casos verificados com testes de laboratório ou são os relatórios com base em relatórios médicos de comunidade? ”
Outra questão a ter em mente é, “foram as pessoas hospitalizadas por causa da doença era realmente sério, ou porque a família não sabia como lidar com ele, e recorreu ao médico para certificar a gravidade da doença ou se poderia matar? “Em outras palavras”, foi a ida ao hospital realmente necessário, ou só para tirar dúvidas? ”
Mortes por estas doenças terríveis que uma vez atormentaram a humanidade voltarão aos níveis pré-vacina, se manterem as vacinações. Podemos ver no gráfico exposto aqui a mortalidade destas doenças foi drasticamente em declínio antes da vacinação. Mas, além disso, você pode querer saber a explicação mais racional para o declínio doença mortal nos tempos modernos. Não é a vacinação. Tem sido demonstrado neste artigohttp://deepblue.lib.umich.edu/bitstream/handle/2027.42/55441/Aiello%20A,%20What%20is%20the%20evidence%20for%20a%20causal%20link%20between%20hygien%20and%20infections,%202002.pdf;jsessionid=96235DB59AD13DD39E3C91FF198A7AB2?sequence=1 ) Que foi a higiene nas sociedades: “Qual é a evidência de uma relação causal entre higiene e infecções” os autores oferecem a evidência epidemiológica entre as práticas de higiene e infecções.
Qual é a evidência de uma relação causal entre higiene e infecções?

Aqui tem outra coisa que você pode não ter sido informado:

Toda a redução ainda para a tuberculose, foi alcançada antes de qualquer vacina e na maioria das reduções para todas as doenças foram atingidas antes que os antibióticos tornassem comercialmente disponíveis em 1950. Então, o que fez isso? Não foram as vacinas. No entanto, todos os países que utilizaram a BCG como “proteção” Front Line, viu um declínio idêntico ao que se viu nos EUA usando nenhuma vacina contra a tuberculose.

Se você comparar os gráficos para o declínio morte em difteria e escarlatina, eles são quase idênticos. No entanto, nunca houve uma vacina amplamente utilizada para a escarlatina. A escarlatina e sua complicação resultante, febre reumática – claramente tem sido demonstrado na literatura médica, para ser conduzido nutricionalmente. É por isso que se você encontrar alguém que diz que teve escarlatina, é principalmente em países com fome, pobreza, em guerra e muito empobrecidos. Em países desenvolvidos, onde a febre reumática é um problema, ele é visto principalmente nos grupos de menor escolaridade, cujo entendimento nutricional é limitado, ou o seu acesso a boa alimentação é limitado.

As pessoas ainda sub-educadas em ambientes sociais estáveis, sem muito dinheiro, que entendem e seguem caminhos nutricionais eficazes, estarão na escala de baixa susceptibilidade porque realmente é a nutrição e bem-estar, que contam. Acontece que a baixa escolaridade, pobreza são os maiores complicadores.
A razão é um problema significativo nos grupos menos escolarizados, menos nutridos, onde a pobreza é galopante, porque a nutrição pobre que é historicamente correlacionada com a febre reumática superior.
Historicamente, no caso de doenças infecciosas, uma boa nutrição tem sido e ainda é, um dos principais fatores de prevenção, que levou a enormes quedas de morbidade e mortalidade por doenças mais infecciosas.
Por: Dra.Suzanne Humphries

Fonte: http://drsuzanne.net/dr-suzanne-humphries-vaccines-vaccination/