VÍDEO: Os Riscos da Cesariana, Dr. Braulio Zorzella. 


VÍDEO COMPLETO NAS PALESTRAS GRATUITAS NO CONGRESSO ON LINE: NASCER MELHOR.

UMA DAS PALESTRAS MAIS ESPERADAS é a do Dr. Bráulio Zorzella sobre Segurança no Parto Normal e na Cesárea.

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Uma palestra incrivelmente esclarecedora, tanto para tentantes, gestantes ou profissionais.
Aqui está drops da palestra. Comente abaixo o que você achou sobre essas informações. Você já sabia disso? Compartilhe conosco 🙂
NASCER MELHOR 2 – Congresso Online de Nascimento Natural e Humanizado ❤

Os maiores e melhores profissionais da humanização do nascimento compartilhando tudo sobre ter um nascimento respeitoso, amoroso e saudável para você e seu bebê!

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O Congresso é 100% online e gratuito!
Nos ajude a divulgar para que estas informações cheguem ao maior número de mães e futuras mães e para que possamos mudar a realidade obstétrica de nosso país.

Veja a programação completa:

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CONHEÇA e COMPARTILHE o MOVIMENTO NASCER MELHOR ❤
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#Ajude outras mulheres a serem protagonistas dos seus partos. 

A mudança será a partir de nós!

Não se trata de um sonho individual, mas de uma grande mudança coletiva que beneficiará as próximas gerações.
  

APRENDENDO A COMUNICAÇÃO COM O BEBÊ.

  

Quando um bebê nasce ele tem uma linguagem própria. A mãe precisa aprender esta linguagem, quanto mais ela aprende que tais ou tais gestos representam isto ou aquilo, a criança precisa chorar menos como meio de comunicação. (BRAZELTON, 2010). Na verdade, a mãe presente e atenta ao filho em 3 meses aprende a linguagem dele. Esta comunicação fluente vai gerar uma criança confiante e tranquila, usando seu desenvolvimento cerebral ao máximo, pois não consome energia com irritação, medo e raiva. Quanto mais entendimento entre mãe e filho há, mais energia psíquica para pleno desenvolvimento cerebral e físico. Lembrar que até o primeiro ano 70% do cérebro que teremos na vida está pronto.

Para falar com seu bebê de alma para alma, para fazê-lo entender algo que está problemático na família, pois com o não dito ele acaba adoecendo, aprenda a conversar com seu filho na fase REM, veja abaixo como reconhecer.
Esse e outros temas sobre nascimento e início da vida no congresso gratuito de 23 a 29 de março, inscrições: http://vivalem.com.br/cinciv/?bv=6100689809833984 
Estados de Consciência – Ciclos
Em 1960 cientistas começaram a identificar que o cérebro dos recém-nascidos era desenvolvido além de um nível primitivo. Peter Wolff, psiquiatra infantil em Boston, trabalhou em lares com bebês recém-nascidos. Ele sentava-se demoradamente, discretamente, registrando cada ação dos bebês, acordados e adormecidos. Independentemente, Heinz Prechtl fez estudos semelhantes em Groningen, na Holanda, mas acrescentou registros da freqüência cardio-respiratória e ondas cerebrais. (KLAUS e KLAUS, 1989)
Reunindo os achados, os dois cientistas organizaram suas informações e descobriram a atividade cerebral do recém-nato. Eles perceberam que existiam seis estados de consciência diferentes, de acordo com o grau de vigília ou sono do bebê. Dois estados de sono: sono tranqüilo e sono ativo; três estados de alerta: inatividade alerta, alerta ativo, e choro; e um sexto estado que é o de torpor, uma transição entre sono e vigília. Cada um destes estados é acompanhado por comportamentos específicos e individuais. (KLAUS e KLAUS, 1989)
No estado de inatividade alerta, os olhos estão totalmente abertos, luminosos e brilhantes, neste estado os recém-nascidos conseguem brincar. Podem seguir uma bola vermelha, selecionar figuras e até imitar a face da mãe. Logo após o nascimento, os bebês têm um período prolongado de inatividade alerta, durante os quais eles olham diretamente para a face e para os olhos da mãe e do pai e podem responder a vozes. Neste estado, a atividade motora está suprimida e toda a energia do bebê parece estar canalizada para ver e ouvir. Durante a primeira semana de vida, o bebê normal passa aproximadamente dez por cento de qualquer das 24 horas do dia neste estado, o que lhe permite captar muita coisa e ter condições de se adaptar ao ambiente. (KLAUS e KLAUS, 1989)
Durante o estado de alerta ativo, ocorrem movimentos mais freqüentes dos olhos; os olhos olham em torno e os bebês emitem alguns sons. Este estado aparece antes de se alimentar ou quando ele está inquieto além de surgirem movimentos a cada um ou dois minutos: braços, pernas, corpo, face. (KLAUS e KLAUS, 1989)
O estado de choro, que é uma forma de comunicação, indica fome ou desconforto: os olhos podem estar abertos, ou firmemente fechados, a face contorcida e vermelha, braços e pernas movem-se vigorosamente. Muitas mães conseguem alterar este estado, segurando os bebês, acariciando-os, colocando-os no colo, na vertical. (KLAUS e KLAUS, 1989)

No estado de torpor, quando o bebê está adormecendo, ele pode continuar a mover-se, sorrindo, franzindo as sobrancelhas ou mexendo os lábios. O olhar está apático, sem focalizar nada. As pálpebras pendem e antes de fechá-las os olhos podem girar para cima. (KLAUS e KLAUS, 1989)
Logo após o nascimento, o bebê dorme aproximadamente 90% do dia ou da noite; frequentemente adormece durante a amamentação. Metade deste período de sono é passado em sono ativo e a outra metade em sono tranqüilo; estes estados se alternam a cada 30 minutos. (KLAUS e KLAUS, 1989)

No sono tranqüilo, a face do bebê está relaxada e as pálpebras estão fechadas e imóveis. Não há movimentos do corpo, exceto raros sobressaltos e movimentos leves da boca. Ele está em total repouso e a respiração é muito regular. (KLAUS e KLAUS, 1989)

No sono ativo, os olhos do bebê flutuam entre abertos e fechados, vê-se o movimento dos olhos sob as pálpebras. Este estado de sono REM já havia sido observado dentro do útero por Jason Birnholz. No sono ativo aparece movimentação do corpo: ocasionalmente, pernas, braços ou o corpo inteiro. A respiração não é regular e é ligeiramente mais rápida do que no sono tranqüilo. Mesmo estando dormindo, fazem caretas, sorrisos e carrancas e pode aparecer movimento de mastigação ou sucção. (KLAUS e KLAUS, 1989)

Quanto aos movimentos no alerta, sem chorar, por um minuto e um quarto, ele não se move e aí ocorre uma explosão de movimentos. Este ciclo de atividade e serenidade ocorre continuamente a cada um ou dois minutos quando ele está em estado de alerta ativo de consciência; Steven Robertson verificou que o mesmo já ocorria desde a vigésima semana de gestação. Ainda assim há uma diferença nas respostas de acordo com a cultura, grupo racial e uma certa individualidade. (KLAUS e KLAUS, 1989)

O recém-nato espirra cerca de 11 a 12 vezes ao dia, a fim de limpar o nariz. O bebê já é capaz de bocejar, logo após o nascimento. (LINDEN, 1977)
Conversar com seu bebê é fundamental, fale com ele daquilo que você capta que ele está sentindo por telepatia, você verá como ele rirá, pois a língua que você fala ele já aprendeu dentro do útero desde o quinto mês de gestação. Experimente e desfrute.
Fonte: Ciência do Início da Vida.

A FARSA DAS VACINAS – VACCINE FAILURE – FARCE; por Dra. Suzanne Humphries.

Vaccine Failure – Farce.
Por, Dra. Suzanne Humphries: 

Quem é Dra.Suzanne Humphries: http://drsuzanne.net/wp-content/uploads/2011/11/CV-11.5.21031.pdf
“Depois de minhas experiências no sistema hospitalar e examinando cuidadosamente ambos os lados do debate sobre a vacinação.

A história da vacinação é mais complicada do que a maioria das pessoas acreditam conhecer, inclusive médicos; poucos sabem a fundo a história das vacinas e a “possível ideia de imunização”. 

O movimento anti-vacina existe a centenas de anos. Iniciou em 1800, quando o Reino Unido farto de assistir os seus bebés e crianças saudáveis ​​ficarem doente ou morrer logo após as vacinações contra a varíola ou ficar doente de varíola de qualquer maneira, mesmo após serem vacinados. Pais e médicos que se recusaram vacinar contra a varíola, arriscaram perder suas casas, seus bens e os seus meios de subsistência, se Juízes soubessem disso.
As vacinas contra a varíola foram feitas a partir de pus e raspadas de feridas da barriga das vacas doentes contaminadas com a matéria da doença, e de uma variedade de animais, em alguns casos, os seres humanos. A história da vacina contra a varíola não é provavelmente o que você pensa que é.
Médicos e a indústrias das vacinas, os que administram, deveriam obter “consentimento informado” das pessoas antes de vacinarem. O consentimento informado não é possível, porque aos pais não são dadas todas as informações que eles necessitam para compreender as questões mais importantes sobre as vacinas.
O meu lugar não é dizer se devem vacinar ou não. Eu nunca diria às pessoas para não vacinar.

É meu dever como médica compreender tudo sobre as vacinas e dar às pessoas uma compreensão mais completa, para fazerem suas escolhas. Esta não foi a posição dos serviços públicos de saúde. De fato, há uma ampla documentação que a prioridade era completamente o oposto, é obrigar, e impor realmente para acabar com “eventuais dúvidas, se bem fundamentada ou não” sobre vacinas.

O documento a seguir é o americano 1984 DHHS registo federal, que listou as regras finais relativas às campanhas de vacinação contra a pólio nos EUA após três décadas de controvérsias.

  

A obrigatoriedade de vacinação em alguns países coloca muitas vidas em risco, e muitos problemas orgânicos de curto, médio e longo prazo com a vacinação foram e são ignorados pelos formuladores de políticas de vacinas.


Há muitos problemas com a ciência que sustenta informações sobre as vacina. Tento, mas é difícil encontrar um pediatra que compreenda ambos os lados do debate o suficiente para dar informações completas que possam garantir consentimento plenamente informado aos pais. 

A imunidade infantil tem sido mal interpretado por imunologistas, como a literatura imunológica admite. Só recentemente é que algumas questões importantes foram respondidas sobre o porquê de o sistemas imunológico infantil não funciona como dos adultos. 


Há uma boa razão para a intolerância que crianças possuem em relação a substâncias como o alumínio que contém em altas taxas nas vacinas. Que agora é conhecido por ter consequências a longo prazo em sua saúde.


Há uma escassez de estudos comparando as crianças nunca vacinadas, com as crianças parcialmente ou totalmente vacinadas. Em termos de estudos de segurança, um grande problema é que a maioria dos estudos de vacinas utilizam outra vacina como o placebo controle, ou utilizam a substância da vacina fundo. 

Existe apenas um estudo recente (Cowling 2012 – Veja artigo científico: http://m.cid.oxfordjournals.org/content/early/2012/03/13/cid.cis307 ), onde um verdadeiro placebo foi usado, em vez de outra vacina ou o fluido transportador. O principal estudo não mostrou diferença em infecção viral influenza entre os grupos, mas surpreendentemente revelou a 5 -6 vezes maior taxa de infecções virais em vacinados. Não é de admirar mais verdadeiros placebos não são usados ​​nas pesquisas de vacinas.

Neste artigo, “Neonatal, resultados após a imunização contra a gripe durante a gravidez: um estudo controlado randomizado” – http://www.vaccinationcouncil.org/2012/02/29/3013/ , vemos um exemplo claro de como placebos falsos são usados ​​regularmente. 

Quero dizer que, dando vacinas não testadas que muitas vezes podem ser inadvertidamente contaminadas, e com a vacinação não provando-eficácia é um “experimento médico que fazem em humanos ao aplicar estas vacinas, sem as pessoas saberem disso e sem o consentimento delas”, e na minha opinião, viola os princípios fundamentais do Código de Nuremberg (informação e consentimento inequívoco). 

A maioria das vacinas não foram submetidos a testes de carcinogenicidade por exemplo, e também raramente são estudados em mulheres grávidas (geralmente os testes são realizados em pessoas com pouca ou sem informação de seus riscos, baixa escolaridade e em países subdesenvolvidos). Resultando que pessoas tomam vacinas, quer por uma “emergência” proclamado pelo governo; por uma ordem de “saúde pública” da OMS; ou por ameaça de perda de direitos sobre os filhos, ou de proibi-los a estudar caso não estejam vacinados ou de prisão em alguns países; ou por ameaça de ser abandonado pelos profissionais médicos que supostamente prestam cuidados de saúde; e estas pessoas não são informadas de tudo isso, nem dos graves riscos que correm, que podem não ser visíveis imediatamente, mas podem surgir ao longo de sua vida.

“Consentimento informado” é desprovido de qualquer sentido quando as pessoas são levados a tomar vacinas, induzidas ao erro, assustando-as “sem possuírem informação o suficiente”.

Os pais devem aprender as maneiras de cuidar de seus filhos quando eles obtem as doenças comuns da infância, querendo vacinar ou não, uma vez que as crianças vacinadas ainda podem obter as doenças que foram vacinados. No caso de crianças não vacinadas que experimentam doenças da infância, um profissional eficaz e bem informado de saúde na maioria das vezes permite que as crianças se recuperem naturalmente, e na maioria dos casos, a criança terá imunidade a longo prazo muito maior do que as vacinas e sem riscos de reações adversas de suas químicas em seus organismos.

Algumas políticas de vacinas têm roubado de crianças, adolescentes e adultos da oportunidade de se re-expostos as doenças e continuar com a imunidade natural. Por exemplo, em mães que foram vacinadas contra o sarampo, a transferência placentária de anticorpos se limita a poucos meses, em vez de mais de um ano em mães mais naturalmente imunes.


Os exemplos acima, são uma das muitas consequências potenciais que enfrentamos com um resultado de vacinação para o sarampo e as outras doenças da infância como rubéola.

As escolas de medicina não educam sobre o conteúdo, os perigos, a eficácia ou necessidade de vacinas. A maioria dos médicos estão com medo das doenças naturais da infância que faz parte do organismo, pois eles não têm qualquer idéia de como ajudar com segurança a seus pacientes através de seus próprios organismos; e as opções de tratamento medicamentoso convencional são limitados, que todos médicos como eu, aprendemos nos estudos da medicina, muitas vezes tornam as doenças piores do que são.


No entanto, surpreendentemente, descobri outros métodos que funcionam muito bem, mas nunca foram apresentados como parte da minha educação médica.

No artigo “O segredo do sistema imunológico” ( http://sm.stanford.edu/archive/stanmed/2011summer/article7.html ) enuncia claramente as limitações da imunologia. O público é repetidamente mal informado, aterrorizados, assustados, a fim de manter a participação deles na vacinação. Todos os tipos de táticas são usadas. Um dos mais populares, é dizer que todos devem se vacinar, a fim de proteger doenças e de não vacinados. Isto é comumente conhecido como “imunidade de rebanho.” Aqui está um artigo que escrevi sobre o assunto ( http://www.vaccinationcouncil.org/2012/07/05/herd-immunity-the-flawed-science-and-failures-of-mass-vaccination-suzanne-humphries-md-3/ ).

Os médicos repetem o conselho, “Nós temos que vaciná-los enquanto eles são jovens de modo que o” índice de contrair doenças é alta. Em um artigo para o qual fui entrevistada em que um dos supostos especialistas de topo do Maine está dando conselhos enganosos . No artigo intitulado “Bangor Metro:” A Shot to the Heart ” ( http://drsuzanne.net/wp-content/uploads/2011/11/A-Shot-to-the-Heart-Bangor-Metro.pdf ), ele diz::

“Preocupo-me sobre o quanto o sistema imunológico de uma criança pode lidar porque alguns pais não o vacinaram. Mas Fanburg ressalta que não há dados médicos para apoiar a prática da vacinação; acrescentando que ele é realmente mais precavido a vacinar as crianças, ao invés de esperar até que eles sejam mais velhos. “As crianças têm uma melhor proteção de vacinas em seus primeiros dois anos de vida”, diz ele. “Há uma maior taxa de imunogenicidade, que é a capacidade da criança para produzir anticorpos contra o antígeno da vacina.”

Este especialista em vacinas parece não ter compreensão de como o sistema imunológico de uma criança se desenvolve e por quê. Se ele compreende-se, faria uma pausa por algum tempo, antes de fazer uma declaração tão dogmática.

O sistema imunitário de um bebé produz apenas quantidades muito pequenas de IL-1B e TNF-alfa. Houve um tempo em que os especialistas pensavam que este era simplesmente um defeito em todos os seres humanos recém-nascidos. Em 2004, um estudo realizado por Chelvarajan sugeriu que, se ao fabricarem as vacinas adicionassem vários “kickers”do sistema imunológico em vacinas, isso resolveria o problema e corregiria o sistema imunológico dessas crianças perfeitamente normais, que são muitas vezes descritas em termos de “defeituosos”, ou “inadequados” , quando eles são completamente adequados à idade, com características compartilhadas por todos os mamíferos terrestres.

As vacinas de subunidades como HepB, Strep Pneumo, Hib e meningocócica têm “adjuvantes” potentes – como o alumínio. Sem eles, o sistema imunológico do bebê não faz nada. Um adjuvante cria uma situação de alerta vermelho, forçando com que o sistema imune inato da criança passe a responder da maneira oposta à forma como deveria, e foi programado a funcionar no primeiro ano de vida. imunologistas Pro-vacinais não veem nada de errado com isso; porém isto desequilibra e provoca sérios danos ao organismo.


No entanto, até 2007, de 2007, Chelvarajan ( http://beyondconformity01.basecontrol.co.nz/_literature_86198/Neonatal_Immunity_Chelvarajan_0 ) estava vendo as coisas de forma diferente, e afirmou no último parágrafo, que, enquanto no passado, tinham considerou este um “defeito”, que agora considera-se: um programa de desenvolvimento importante, quando disse:

“Este fenótipo anti-inflamatório pode ser benéfico para o recém-nascido em um momento em que o crescimento dos tecidos e modelação do organismo estão ocorrendo em um ritmo rápido … assim, a incapacidade de o recém-nascido parar de responder de forma natural à infecções e sim por componentes artificiais das vacinas, pode ser um risco ao organismo.

A fim de ajustar de forma apropriada para o mundo, um “fenótipo anti-inflamatório” é importante para uma criança. O leite materno atua como um sistema imune inato insubstituível em suas propriedades, que protege o bebe de toxinas e outras doenças, através do fornecimento de substâncias anti-inflamatórias no leite juntamente com outras partículas imunes que impedem as bactérias e os vírus de aderirem, ou mata os imediatamente .


Isso protege o bebê, agindo como “in loco” de defesa, enquanto o sistema imunológico infantil está se desenvolvendo para saber auto se proteger. Este mesmo padrão de desenvolvimento é visto em laboratórios onde estudam mamíferos não-humanos, e é igual em todos mamíferos, mostram que o fenótipo anti-inflamatório é crucial para a sobrevivência e sucesso tanto a curto como a longo prazo.

Um artigo mais recente de Elahi em 2013 ( http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/24196717/ ), mostrou que as células imunes infantis têm capacidade funcional completa, mas são apertados para baixo, decaem, para um propósito mais elevado ao mesmo tempo para aprender o que é auto imunizar, o que é um comensal saudável micro-organismo, e que deve depois ser atacado.

Durante este período de “aperto”, que é de aproximadamente 2 anos (extrapolados de estudos em animais), a criança é bem compensada por leite materno, que continua o processo e mata organismos indesejáveis. 


O que, então, poderia ser o efeito das vacinas, que interferem com o estado de repouso do plano mestre do sistema imunológico da criança, acrescentando grandes quantidades de alumínio no organismo?

Com o apoio do leite materno, o sistema imunológico da criança desenvolve de forma adequada e sistematicamente – em seu devido tempo, de acordo com o programa genético colocado no bebê a partir do dia em que a criança foi concebida. Qual é esse plano mestre? Para permitir que a criança faça a transição em segurança para a independência imunológica com o nível mínimo de inflamação possível. Seu sistema pode ser prejudicada? Sim pode. O que pode inviabilizar o sistema imunológico neonatal? Tudo o que desencadeia uma resposta inflamatória na matriz enquanto a mulher está grávida e no bebê pelo uso de uma vacina.


Ironicamente, a pesquisa médica é muito clara sobre uma coisa. Não é a “infecção” em si que causa o problema, doença. É a ativação do sistema imunológico. Como eles sabem que não é apenas a infecção? Porque o stress, toxinas e outros antigénios não-infecciosos podem desencadear a cascata do sistema imunitário, de forma muito semelhante à infecção.

Se é importante para o bom desenvolvimento de um bebê permitir ao risco de infecção; se não permitirmos que duas peças-chave da defesa orgânica e infecção primária ocorram, quais são os males ao organismo se forçarmos um sistema imunológico como fazem as vacinas, para que o sistema imunológico faça algo que não deveria fazer? Uma vacina por definição, causa repetidamente nas células inflamação crônica em intervalos de tempo determinados. As vacinas são projetadas para criar a inflamação periférica, e adjuvantes de vacinas e antígenos podem causar inflamação cerebral, criar alergias e auto-imunidade – resultando em inflamação constante em todo o organismo. Para algumas crianças vacinas também podem provocar que a mitocôndria pare de funcionar corretamente.

Você pode estar pensando agora… se a posição padrão de um bebê é para não responder a doenças bacterianas mediada por toxina, que chance tem um bebê de sobreviver neste mundo? Se você gostaria de aprender mais sobre a imunidade neonatal, leia esta série de posts em 3 partes, e tomar nota dos artigos médicos usados:

O desenvolvimento do sistema imunológico infantil, neste artigo: (http://www.beyondconformity.org.nz/BlogRetrieve.aspx?PostID=72027&A=SearchResult&SearchID=2547944&ObjectID=72027&ObjectType=55 )


Os médicos a favor das vacinas as vezes citam “a literatura revisada por pares” para supostamente provar seu ponto, mas um olhar mais atento a sua própria literatura, muitas vezes prova o contrário – como faz um olhar mais atento a população doente de crianças que foram vacinadas.
Além disso, um olhar mais atento sobre os livros de texto médicos revelam uma tendência muito interessante. Na década de 1920 e 30, os médicos muitas vezes eram bastante descontraídos sobre doenças que hoje são apresentados como mais mortal do que a peste. Muitos avós de hoje são completamente confusos com a forma como a profissão médica descreve infecções que eram para a maioria deles, feriados simples fora da escola.

Isso não é afirmar que nunca houve consequências graves; por vezes ocorriam. No entanto, hoje, a maioria dos pais acreditam erroneamente que todas as crianças morrem de doenças que a maioria das avós aprenderam que é apenas reação orgânica e que provoca incômodos passageiros.
O sistema médico considera agora o sarampo mais perigoso do que a praga, e a doença mais perigosa para o homem. No entanto, não há necessidade de ter medo do sarampo, porque as crianças bem nutridas que recebem quantidade adequada de vitamina A tem um curso banal para a recuperação. O Tédio pode ser o seu maior lamento.

Eu descobri que a coqueluche não é algo para ter medo de qualquer um. Nos dias em que a minha única ferramenta foi um antibiótico, a tosse convulsa, ocasionalmente, me causou grande preocupação, mas não hoje. Eu assisti a muitos pais em todo o mundo tratar a tosse convulsa simplesmente usando altas doses de vitamina C e, ocasionalmente, homeopatia. Eles vêem uma melhora rápida e sem complicações graves. Mas você não vai ler sobre esses casos na “literatura revisada por pares” e seu médico não sabe sobre eles, porque as crianças doentes são os únicos contados nas estatísticas de morbidade, crianças saudáveis ​​que se recuperam, não são vistos pelo sistema médico e, portanto, não são contados e nem pesquisados.

As graves consequências da maioria das doenças da infância vem de apenas algumas coisas; fórmula infantil, leite de vaca, medicamentos comuns, especialmente os antibióticos, desnutrição e vacinas, e uma falta de conhecimento sobre métodos simples de cura.

Todas estas barreiras à recuperação são completamente evitáveis ​​nos EUA e muitos outros países e é por isso que vemos tantas crianças saudáveis ​​que nunca foram vacinadas, quando dedicamos o tempo para observá-los.

Veja no gráfico como a mortalidade para as doenças comuns tinha diminuído significativamente muito antes de as vacinas serem criadas. Este é alguns dos equívocos mais comuns sobre não vacinar, as pessoas ainda acreditam que as vacinas isentam de doenças e que elas acabaram com as doença; isto não existe, veja: 

  

Mas você está colocando outras pessoas em risco se elas não vacinarem. Em risco para quê? Catapora? Pergunte ao seu avó se ele conhece alguém que morreu de sarampo. Doenças diferentes têm diferentes graus de gravidade em diferentes faixas etárias. 

O equívoco de que “se você não vacinar, você coloca outros em risco” é baseado no pressuposto de que as pessoas não vacinadas contraem a doença que você foi vacinado. 

Você sabia que um estudo controlado publicado no BMJ ( http://www.bmj.com/content/333/7560/174.full ) em crianças em idade escolar mostrou que de toda a tosse convulsa, que foi diagnosticada, mais de 86% das crianças foram totalmente vacinadas, e mesmo após a vacina em validade, tiveram a tosse convulsa. 

Há estudos semelhantes que mostram que a caxumba e sarampo, podem muitas vezes afetar as pessoas vacinadas. As pessoas que são vacinadas podem ter os seus sistemas imunitários alterados de uma forma que leva a susceptibilidade a outras doenças infecciosas, e também pode deixá-los vulneráveis ​​as doenças que foram vacinados; devido a um fenômeno chamado de “pecado antigênico original”


O que é “pecado antigênico original”? Isto é um programação antigénio da vacina que quando introduzido no corpo, o faz reagir de uma forma que é incompleto, e diferente para a resposta natural à infecção. Quando o vacinado adquire a doença na qual foi vacinado, o organismo é incapazes de montar uma resposta eficaz ao patógeno. A vacina da tosse convulsa é um exemplo disso.

Um estudo ( http://m.pnas.org/content/111/2/787.abstract ) muito digno de nota, foi publicado em 2013, olhando para os babuínos, que são suscetíveis e manifesta a tosse convulsa como os humanos. No estudo de Warfel, babuínos, ou que foram vacinados ou não vacinados foram depois expostos a bactérias da tosse convulsa, algo que não pode ser feito experimentalmente em humanos (devido a considerações éticas), mas que produz dados muito importantes. Os babuínos que nunca haviam sido infectados, possuíram a tosse e permaneceram colonizados com bactérias por um período máximo de 38 dias. Babuínos que foram previamente vacinados, a vacina imunológica, tornou-se colonizado por exposição com reações por mais tempo do que os babuínos não vacinados; 42 dias. Babuínos no entanto não vacinados que se recuperaram naturalmente e foram posteriormente expostos às bactérias não adoeceram, estavam imunes de forma natural.

Então, quem está fornecendo uma melhor imunidade de rebanho em face da exposição bacteriana? indivíduos vacinados que presumo que eles são imunes, ainda permanecem assintomáticos colonizados por 42 dias com propagação de bactérias? crianças não vacinadas que se infectam e permanecem colonizado por 38 dias? Ou o naturalmente convalescentes que não são capazes de ser colonizados e, portanto, não se espalham as bactérias na re-exposição a doenças? Melhor ainda: Contrair doenças de forma natural sem ser vacinado faz com que durante décadas mais longa será sua imunização do que com a vacinação.

Muitos entusiastas de vacinas gostariam de invocar o termo “imunidade de rebanho” para fazer o argumento de que os não-vacinados representam um risco para os vacinados.
Não há evidência alguma de que ter uma taxa de vacinação de 85% ou 95% protege contra surtos. Esta teoria foi refutada uma e outra vez em populações altamente vacinadas.

A propagação da doença a não-vacinados. Na verdade, é o oposto. As vacinas vivas são conhecidas por espalhar. Aqui está um exemplo recente neste artigo, “As vacinas vivas podem espalhar a doença” ( http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X11015428 ):


As vacinas vivas podem espalhar a doença.

Sabemos também que em pertussis (tosse convulsa) aqueles que são vacinados são mais prováveis, devido ao pecado antigênico original, a ser portadores da bactéria por mais tempo do que os não-vacinados, mesmo quando assintomáticos. 

Em seu artigo publicado em Doenças Infecciosas Clínicas em 2004, Artigo em texto completo disponível aqui ( http://m.cid.oxfordjournals.org/content/38/4/502.long ), Dr. James Cherry, apontou que os adultos, re-vacinados contra a coqueluche, não desenvolvem qualquer actividade antibacteriana qualquer. Porquê as vacinas actuais contêm alguns antigénios, que criam “antigénico pecado original”, pelo que a resposta imunológica à vacina; é anormal. Essa resposta na primeira dose torna-se então a posição padrão do sistema imune em futuras doses de reforço. Assim, no caso das vacinas de tosse convulsa existem importantes fatores de virulência proteína que não tenham sido incluídos nas vacinas, incluindo ACT, TCF, TCT, bem como BRKA e DNT.

Porque os três primeiros não estão incluídos, por isso a resposta imune padrão não impede a colonização, e, além disso, Cherry, afirmou que o “pecado antigênico originais” resulta que pessoas vacinadas são incapazes de limpar as bactérias de seus pulmões. Os não-vacinados têm imunidade a todos os fatores de virulência linha de frente e muito rapidamente limpam as bactérias na re-exposição.
As mães que foram vacinadas, podem desenvolver marcadores substitutos que podem ser medidos em laboratório, mas estes não garantem respostas imunitárias eficientes após a exposição à doença natural, porque a sua primeira “resposta aprendida” estava incorreta. Além disso, eles ainda não possuem certeza “que” o marcador substituto, na verdade, é para pertussis.

Há informações semelhantes sobre o sarampo, a outra doença que tem sido retratado pela mídia como um perigo para a população devido às crianças não-vacinadas. Mas esta informação não é precisa, nem é o sarampo uma doença perigosa em pessoas que têm suficiente vitamina A. 

Damien em seu estudo, apontou que vacinados são 5-8 vezes mais suscetíveis à infecção assintomática do que os não-vacinados. (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/9700638/ ). 

Como, então, são os não-vacinados único responsável pelos recentes surtos de sarampo?

Muitas vacinas estão a ser dito “atenuadas” ou modificado vivo e, supostamente, não infectam, mas ao longo das décadas, vimos como os vírus atenuados mutam, uma vez que eles estão em um ser humano e podem espalhar a doença mais virulentamente. As vacinas contra a poliomielite oral na Nigéria hoje são um caso em questão. Mas isso pode acontecer com qualquer vacina viral atenuada.

Não é raro ver uma criança recentemente vacinada para varicela desenvolver a varicela. Vemos isso com bastante frequência. Infelizmente, os médicos não sabem quase nada sobre as vacinas, reações e complicadores.


Aqui estão algumas coisas a considerar quando você ouve de um surto de uma doença infecciosa: “Como muitos dos afetados foram totalmente vacinados e quantas pessoas morreram ou foram hospitalizados? Foram os casos verificados com testes de laboratório ou são os relatórios com base em relatórios médicos de comunidade? ”
Outra questão a ter em mente é, “foram as pessoas hospitalizadas por causa da doença era realmente sério, ou porque a família não sabia como lidar com ele, e recorreu ao médico para certificar a gravidade da doença ou se poderia matar? “Em outras palavras”, foi a ida ao hospital realmente necessário, ou só para tirar dúvidas? ”
Mortes por estas doenças terríveis que uma vez atormentaram a humanidade voltarão aos níveis pré-vacina, se manterem as vacinações. Podemos ver no gráfico exposto aqui a mortalidade destas doenças foi drasticamente em declínio antes da vacinação. Mas, além disso, você pode querer saber a explicação mais racional para o declínio doença mortal nos tempos modernos. Não é a vacinação. Tem sido demonstrado neste artigohttp://deepblue.lib.umich.edu/bitstream/handle/2027.42/55441/Aiello%20A,%20What%20is%20the%20evidence%20for%20a%20causal%20link%20between%20hygien%20and%20infections,%202002.pdf;jsessionid=96235DB59AD13DD39E3C91FF198A7AB2?sequence=1 ) Que foi a higiene nas sociedades: “Qual é a evidência de uma relação causal entre higiene e infecções” os autores oferecem a evidência epidemiológica entre as práticas de higiene e infecções.
Qual é a evidência de uma relação causal entre higiene e infecções?

Aqui tem outra coisa que você pode não ter sido informado:

Toda a redução ainda para a tuberculose, foi alcançada antes de qualquer vacina e na maioria das reduções para todas as doenças foram atingidas antes que os antibióticos tornassem comercialmente disponíveis em 1950. Então, o que fez isso? Não foram as vacinas. No entanto, todos os países que utilizaram a BCG como “proteção” Front Line, viu um declínio idêntico ao que se viu nos EUA usando nenhuma vacina contra a tuberculose.

Se você comparar os gráficos para o declínio morte em difteria e escarlatina, eles são quase idênticos. No entanto, nunca houve uma vacina amplamente utilizada para a escarlatina. A escarlatina e sua complicação resultante, febre reumática – claramente tem sido demonstrado na literatura médica, para ser conduzido nutricionalmente. É por isso que se você encontrar alguém que diz que teve escarlatina, é principalmente em países com fome, pobreza, em guerra e muito empobrecidos. Em países desenvolvidos, onde a febre reumática é um problema, ele é visto principalmente nos grupos de menor escolaridade, cujo entendimento nutricional é limitado, ou o seu acesso a boa alimentação é limitado.

As pessoas ainda sub-educadas em ambientes sociais estáveis, sem muito dinheiro, que entendem e seguem caminhos nutricionais eficazes, estarão na escala de baixa susceptibilidade porque realmente é a nutrição e bem-estar, que contam. Acontece que a baixa escolaridade, pobreza são os maiores complicadores.
A razão é um problema significativo nos grupos menos escolarizados, menos nutridos, onde a pobreza é galopante, porque a nutrição pobre que é historicamente correlacionada com a febre reumática superior.
Historicamente, no caso de doenças infecciosas, uma boa nutrição tem sido e ainda é, um dos principais fatores de prevenção, que levou a enormes quedas de morbidade e mortalidade por doenças mais infecciosas.
Por: Dra.Suzanne Humphries

Fonte: http://drsuzanne.net/dr-suzanne-humphries-vaccines-vaccination/ 

Revista científica fala sobre Zika e Microcefalia.

  
 Imagino a situação desesperadora das gestantes e familiares; poderia ter acontecido comigo ou com qualquer pessoa, porque somente após a exposição dos casos de microcefalia podemos obter os dados de que iniciou o aumento dos microcefálicos no período de 2014 e 2015, justamente quando estava gestando até parir minha filha em maio de 2015. 
Neste período iniciaram os casos, mas até então não obtínhamos divulgação; garanto que se tivessem divulgado no período da minha gestação estaria na mesma situação alarmante que as gestantes se encontram agora. A diferença é que não obtive esta pressão que estão fazendo, porém todas pessoas que gestaram nestes períodos obtiveram os mesmos riscos e muitos bebês nasceram saldáveis ….e outros continuam nascendo sem sequelas e talvez a gestante até possui o vírus da Zika se realmente este for o causador, ou possui em seu organismo algum componente químico que pode desencadear a causa da má formação em bebês em conjunto com a Zika ou não, mas por algum motivo que desconhecemos, talvez orgânicos, nada aconteceu com o bebê e nem com a mãe, já que existem portadores da Zika que podem não apresentar sintomas. 

Apesar dos alertas, muitas hipóteses e estudos sendo divulgados; porém tudo ainda é recente, não existe nada completamente definido, existem muitos estudos a serem feitos. O clima, os alertas e as pressões são desesperadores, porém deve-se lembrar que existem muitas coisas além das notícias que ainda estão sendo apuradas e analisadas; na ciência um estudo nunca é a verdade absoluta, porque a qualquer momento um novo estudo pode refutá-lo, confrontá-lo e este perder sua validade. 

Apesar das circunstâncias pensem que desde o período inicial dos casos de microcefalia e até agora muitos bebês que continuam nascendo saldáveis; antes de tomarem qualquer decisão pensem em não fazer de forma precipitada, porque existem decisões que são definitivas e não se pode voltar a trás, e pode-se cometer injustiças, ou carregar um peso, dor, sofrimento e sentimento de culpa sem ter definição de nada. 

Não carreguem a culpa pra si mesmos. Não sabemos quem são os culpados, e se existem, ou se ocorreram erros…

Aconselho a gestantes e familiares que façam neste período conturbado um pré-natal não somente fisiológico; mas Pré-natal psicológico, de preferência com psicologo perinatal que é especialista em gestantes e familiares. Quem não possui condições financeiras, procure qualquer universidade que possua curso de psicologia, todas possuem clínica social aberta ao público interessado em terapia, porque os alunos precisam estagiar para obter a formação e as instituições abrem clínica social para ajudar a população. Vale muito a pena e ajudará a todos que estão passando por este período conturbado. 

Toda gestante deveria ter acompanhamento psicológico é fundamental; é um erro não existir acompanhamento psicológico desde o pré-natal. Porque a gestação, parto e Pós parto são etapas com muitas transformações psicofisiológicas; e o psicológico é o grande responsável por acionar dispositivos orgânicos que possam desencadear uma gestação mais tranquila, bem sucedida.

Esperamos e quero acreditar que todas as hipóteses por mais loucas que sejam estejam sendo pesquisadas, com grupos controle de grandes proporções de gestantes destes períodos que tiveram Zika, as que não tiveram, as que ingeriram algum tipo de medicamento, as que se vacinaram, as que não vacinaram, se as vacinas eram as que divulgaram estarem vencidas se eram públicas ou privadas, seus tipos de partos….em fim, acredito que estejam fazendo todo trabalho de levantamento para obterem resultado preciso.

Este foi um período muito esquisito com muitas questões estranhas, nebulosas na área da saúde, vacinas vencidas, vacinas que não são mais encontradas nos postos, crise, pesquisadores cobrando e necessitando de incentivo em suas pesquisas que dependem de investimento público e ou privado para realizarem mesmo antes da Zika seus trabalhos de pesquisas…., o público, como eu, sempre se questionando sem respostas e nem sabemos se teremos todas.

Única certeza que temos é que todas as sociedades devem seriamente repensar sobre destruição ambiental – nossa autodestruição – que está desequilibrando nosso sistema, afetando nossa saúde, ocorrendo tanto desequilíbrio em todos os sentidos e nos afeta diretamente e as gerações futuras. 

No Brasil os agrotóxicos proibidos em diversos países são aplicados na nossa agricultura interfere no ecossistema e no nosso organismo, e comprovadamente interferem nas gestações ocorrendo interações genéticas que somos incapazes de deduzir se fetos terão ou não sequelas (é brincar de cientista com o próprio organismo, que fazemos diariamente desde os excessos de medicamentos, suplementos vitaminicos….bombardeamos nosso organismo de químicas, desequilibrando-o, em algum momento ele responderá). Nos alimentamos de veneno todos os dias com cara de comida saldavel escondido nas saladas, frutas…e as doenças crônicas entre outras só aumentam em nosso país que utiliza como referência nosso vizinho americano que adoece mais do que nós, são os mais vitaminados, vacinados do mundo e os mais doentes também. 

Todos nós sabemos dos riscos de adtivos químicos, de produtos transgênicos, agrotóxicos…na nossa vida, porém são perigos silenciosos que por não vermos os efeitos imediatos não nos importamos, nossa sociedade permite, aceita facilmente o produto novo estrangeiro, não questiona, compra e se faz de cobaia todos os dias. 

Dessa maneira autodestrutiva e permissiva de ser, vivemos como cobaias de um laboratório ambulante, onde ainda pagamos para nos fazerem experimentos. Assim abastecemos e enriquecemos indústrias e o mundo desenvolvido; porém os países de alta renda per capita, do eixo desenvolvido dificilmente permite ser cobai de substâncias químicas, nem de transgênicos….eles ate criam e fabricam os produtos; mas por “coincidência” essas coisas são somente experimentadas em países subdesenvolvidos, América do Sul, África….

A pouco tempo o pânico mundial era o Ebola, agora a febre é o Zika, a natureza se rebela e vítimas se prejudicam, e as pessoas viram a página, até surgir outro fenômeno e a vida autodestrutiva continua sem ninguém tomar nenhuma providência; as sociedades se isolam porque não querem se contaminarem com as mazelas do mundo subdesenvolvido e com o tempo ignoram (as pequenas ajudas para nós “pobres coitados” vem de longe e são jogadas como se fôssemos mendingos; somos vistos como o lixo do mundo, desprezíveis e infectos, até lixo hospitalar os outros países já troxeram e jogaram aqui em seus contêiners. O triste é que nós e as vítimas, viramos o jornal velho, esquecido.   

O Zika, Aedes, e outros tantos nomes que existem ou surgirão são responsabilidade social; são a resposta que estamos exagerando e destruindo o ecossistema e a todos nós. A microcefalia não é do vizinho, do outro, daquela família, ela é de todos nós! 

Infelizmente para economia mundial os microencefálicos são seres improdutivos, pra eles são somente números, estatísticas, estão fora da curva; e estes seres vivos e seus familiares dependem dos investimentos destes detentores da economia mundial para encontrarem ajuda, respostas, ou soluções para seus problemas, para sobreviver… As coisas vão além e são muito mais complicadas do que parecem ser.

Nosso país está em crise. Nossa saúde e nosso povo também!

Quitéria Chagas.

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Segue a entrevista da Revista Sciencemag, acesse o link no final e confira:

-Onde surgiu Zika Virus?

Encontrado ela primeira vez em 1947 e descrito pela primeira vez em um artigo em 1952, Zika tem sido conhecido identificado na África e no Sudeste Asiático, mas até uma década atrás, menos que 15 casos foram descritos na literatura científica. Em 2007, o vírus causou um grande surto em Yap, um grupo de ilhas no Pacífico ocidental que faz parte dos Estados Federados da Micronésia; desde então, ele passou uma grande turnê de outras ilhas do Pacífico de surgir no Brasil, de onde ele começou a espalhar-se rapidamente para outras partes da América do Sul, América Central, México e Caribe.

-Por que ele espalhou tão rápido?

Pode ter ocorrido grandes surtos na África e na Ásia no passado que não terem sido detectados; os cientistas não estavam prestando muita atenção. Mas a epidemia maciça atual foi um evento que poderia acontecer. A América Latina tem um grande número de A. aegypti, também conhecido como o mosquito da febre amarela, um importante vetor para Zika. (O mosquito tigre asiático, A. albopictus, que está aumentando em todo o mundo, acredita-se ser um vector, também.) Além disso, ninguém tinha nas Américas imunidade ao vírus. A viagem torna-se pior, o mosquitos Aedes não voam mais do que algumas centenas de metros durante suas vidas; Zika viaja de cidade em cidade e de país para país, quando as pessoas infectadas entrar em carros, ônibus, trens e aviões.

Esses fatores combinados significa que o vírus tinha a capacidade de se espalhar muito rápido e uma vez que está em alguma região.

-O Zika espalhou para os Estados Unidos e na Europa?

Tanto os Estados Unidos e Europa já haviam “casos importados” -As pessoas que chegaram de um país Zika-afetada como portadores do vírus. Isto era amplamente esperado, dada a dimensão da epidemia na América Latina. A questão-chave é saber se haverá surtos locais e se mosquitos espalham o vírus de pessoa para pessoa. Há definitivamente uma chance; A. albopictus ocorre em vários países do sul da Europa (e pode mover para o norte), enquanto o sul e leste dos Estados Unidos têm populações de ambos A. aegypti e A. albopictus.
Se assim for, os cientistas esperam surtos de menores do que em outros lugares, com base na experiência do passado com doenças transmitidas por mosquitos. Recentes surtos de dengue na Flórida, Texas, Havaí não adoeceram mais do que algumas centenas de pessoas, por exemplo; um surto de uma doença transmitida por um mosquito chamado de chikungunya no norte da Itália, em 2007, que começou quando um homem infectado com o vírus chegou da Índia-terminou depois de 197 casos. Uma razão que os surtos nestes países tendem a ser menores pode ser que as pessoas gastem menos tempo expostos e vivem em casas que são mais difíceis para os mosquitos entrarem; os tamanhos das populações de mosquitos podem desempenhar um papel também.

-Sabemos com certeza que Zika está causando um aumento nos defeitos de nascimento, ocasionando a microencefalia?

Não temos certeza. Há fortes evidências circunstanciais de que áreas no Brasil duramente atingida pela Zika têm experimentado um aumento acentuado no número de bebês nascidos com microcefalia, uma condição na qual a cabeça é muito menor do que o normal, porque o cérebro não se desenvolve adequadamente. Mas vai demorar pelo menos vários meses antes que os resultados dos primeiros estudos de mulheres grávidas infectadas com Zika caso-controle estejam disponíveis. Médicos no Brasil, onde ocorreram os primeiros aumentos nos casos de microcefalia durante a ultra-sons de mulheres grávidas em Junho e Julho, poucos meses após o súbito aumento em infecções Zika. O especialista em Medicina Fetal Manoel Sarno, que trabalha na Universidade Federal da Bahia, diz que o padrão de dano cerebral que está vendo agora parece distinta de microcefalia causada por outras infecções, como o citomegalovírus (CMV) ou rubéola. Ele e seus colegas começaram um estudo em agosto que está a seguir as mulheres infectadas com Zika durante a gravidez; os resultados poderiam sair final do verão. Estudos semelhantes estão em andamento em outros lugares no Brasil e na Colômbia.

-Existem outras questões urgentes que os cientistas estão com dificuldade?

Os cientistas têm dificuldade em determinar quem foi infectado e quem não foi, porque os testes de diagnóstico têm limitações. Os testes mais precisos-que detectam o RNA viral no sangue de um paciente somente trabalha dentro de uma semana dos primeiros sintomas aparecerem. Após esse tempo, os investigadores podem testar para anticorpos no sangue. Mas os testes atuais para anticorpos Zika reação cruzada com anticorpos para dengue, que é tão difundido no Brasil e em grande parte do resto da América Latina, que quase todos os adultos têm anticorpos contra ele. Isso faz com que seja difícil dizer se a mãe de um bebê nascido com microcefalia estava infectado com Zika mais cedo ou em sua gravidez.
Os pesquisadores também gostariam de saber quantas vezes o Zika é transmitido através do contato sexual. Um cientista EUA que pegou o vírus na África passou para sua esposa depois que ele chegou em casa em 2008; e um segundo caso de suspeita de transmissão sexual aconteceu na Polinésia Francesa, em 2013. Mas os investigadores não têm idéia do que é o risco. (“Se eu fosse um homem e eu tenho sintomas Zika, eu esperaria um par de meses antes de ter relações sexuais desprotegidas”, virologista Scott Weaver, da Universidade do Texas Medical Branch em Galveston disse recentemente ao The New York Times.)

-Quais são as drogas disponíveis contra Zika?

Nenhuma. Até o ano passado, Zika era tão raro, e acreditava ser tão leve, que ninguém se preocupou em olhar para as drogas, realizar experimentos científicos. Mesmo agora que o vírus está em alta, não é óbvio que há um grande mercado para um medicamento antiviral, porque a grande maioria das pessoas infectadas têm muito poucos sintomas ou nenhum. E não é claro que uma droga pode prevenir defeitos de nascença, quando as mulheres contraem Zika durante a gravidez; no momento em que se infectar e desenvolver os sintomas, pode ser tarde demais para evitar tais danos, se realmente for comprovada a relação Zika e microcefalia. A vacina contra a Zika pode oferecer mais esperança de prevenir microcefalia, caso seja comprovada a relação.

-E quando podemos esperar uma vacina?

Isso vai levar anos. Vários grupos começaram a fazer vacinas candidatas contra Zika, um processo que vai demorar pelo menos vários meses. A maioria destas abordagens de vacina são verticalização em vacinas existentes. Por exemplo, muitas vacinas são feitas por meio de costura proteínas de superfície de um agente patogénico para um vírus ou vector inofensivo; que agora está sendo testado com Zika usando esses mesmos vetores. Uma vez que um candidato vacina é feita, ela terá de ser testada em animais antes de ensaios humanos; começandocom estudos pequenos de segurança, em seguida, passar para maiores estudos que testam se o produto funciona em humanos. Tudo isso leva normalmente 10 a 15 meses. Dada a urgência, o cronograma pode ser comprimido, mas, mesmo assim, Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional EUA de Alergia e Doenças Infecciosas, disse STAT que pode ser pelo menos 5 a 7 anos antes que uma vacina Zika está comercialmente disponível.

-Então o que podemos fazer para parar a propagação do vírus?

Os países e as comunidades podem tentar reduzir as populações de mosquitos, removendo os pequenos reservatórios, tais como água em vasos de flores, garrafas vazias, e nos pneus…em lugares onde os mosquitos Aedes gostam de se reproduzir. As pessoas também podem reduzir sua exposição, especialmente importante para as mulheres que estão ou possam vir a engravidar, colocando telas nas janelas e usar repelente de insetos. No entanto, a história tem mostrado que o impacto do controle do mosquito sobre epidemias é modesto na melhor das hipóteses, e eles são difíceis de sustentar.

-Existem melhores maneiras de controlar os mosquitos?

Ainda não, mas estão sendo estudadas. A biotecnologia britânica chamada Oxitec-que foi comprado recentemente por Intrexon EUA, empresa de biologia sintética que desenvolve mosquitos A. aegypti contendo uma construção de genes que vai matar sua prole antes que eles atinjam a idade adulta. Quando um enorme número de indivíduos do sexo masculino desta estirpe são liberados na natureza, eles vão acasalar com as fêmeas locais.
Em outra linha de pesquisa, os cientistas estão a infectar A. aegypti com uma bactéria chamada Wolbachia, o que reduz a capacidade dos mosquitos de transmitir doenças. Os pesquisadores que desenvolveram estas abordagens foram principalmente pensando sobre a dengue, mas o aumento de Zika está dando as suas tentativas de um novo sentido de urgência. Novamente, levaram vários anos antes que essas estratégias façam efeito.

Fonte: http://www.sciencemag.org/news/2016/01/zika-virus-your-questions-answered
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O que toda gestante deve saber sobre vacinas e riscos, por Dr.Joseph Mercola.

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/

Fonte: http://www.mercola.com

PALESTRAS ONLINE GRÁTIS – CIÊNCIA DO INÍCIO DA VIDA.

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Vc descobrirá o que é a Ciência do Início da Vida e como ela pode revolucionar a educação e a saúde do planeta!

Conhecerá Técnicas que irão Resgatar a sua Criança Interior e Torná-lo Uma Pessoa mais Consciente e Preparada Para Ter Um Filho.

Aprender sobre a importância da preparação do casal para a gestação e o que é possível ensinar na infância, para criar um filho saudável e feliz!

Aprender a criar as melhores condições e um ambiente enriquecido, para receber o seu filho. Palestra c/médicos, cientistas, psicólogos… RECOMENDO MUITO!!

Evento criado pela cientista, médica e psiquiatra Eleanor Luzes.

Os Riscos da vacinação na gravidez, analisem!

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/
Por: Barbara Loe Fisher  ( 10/11/2013 )

Era 1977 quando descobri que estava grávida. Istintivamente sabia que precisava ter cuidado durante a gestação; especialmente durante os dois primeiros trimestres, quando os principais sistemas de órgãos do feto desenvolvem a um ritmo acelerado. Na década de 1960, havia muita publicidade sobre bebês que morrem ou nascem sem braços ou pernas, porque as mulheres tinham tomado uma droga (Talidomida) para enjôos matinais no primeiro ou segundo trimestre de gravidez; queria ter certeza de que fiz tudo que podia para proteger a minha saúde e a saúde do meu bebê antes e depois que ele nascesse.
Mães na minha geração foram orientadas a tomar vitaminas extras e comer alimentos nutritivos, mas, acima de tudo, para evitar qualquer coisa que possa prejudicar o feto em desenvolvimento, como o álcool, o fumo do cigarro, medicamentos, radiação, produtos de limpeza doméstica e outras exposições tóxicas. Algumas de nós estávamos cientes dos riscos da anestesia pesada durante o parto e se inscreveu para aulas de Lamaze para se preparar para um parto livre de drogas, que muitos obstetras desanimam, e escolhemos amamentar, apesar de um monte de pediatras estarem empurrando fórmula e mamadeiras naquela época mesmo sem necessidade de problemas de amamentação ou baixo peso do bebê.

Hoje, as mulheres grávidas enfrentam um conjunto diferente de perguntas difíceis e escolhas sobre como manter-se e seus bebês saudáveis. Entre eles estão as vacinas durante a gravidez que funcionários de saúde pública, obstetras e pediatras dizem que vai proteger as mulheres grávidas e seus recém-nascidos de ficar doente com gripe e B. pertussis coqueluche e outros.

Exposições tóxicas, será uma boa ideia?

Embora desde a década de 1970, funcionários da saúde pública têm recomendado vacinação contra influenza para as mulheres grávidas no segundo ou terceiro trimestre, relativamente poucos obstetras promoviam a vacina até a década passada, quando, em 2006, os Centros de Controle de Doenças (CDC) reforçou recomendações que todos mulheres grávidas, saudáveis ​​ou não, devem obter uma vacina contra a gripe em qualquer trimestre.

Então, em 2011, a tosse convulsa contendo tiro dTpa foi recomendado para todas as mulheres grávidas, de preferência após 20 semanas gestação. Ambas as recomendações da vacina atual aprovada pelo Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG), Academia Americana de Pediatria (AAP) e outras associações.

Com estas recomendações, a regra consagrada pelo tempo de evitar qualquer exposição potencial tóxico que pode interferir com o desenvolvimento normal do feto foi suspensa e substituída por uma suposição de que a vacinação durante a gravidez é seguro. Mas qual é a evidência científica que indique que essa suposição é válida?

A falta gritante de Testes de Segurança destas vacinas:

Você tem que olhar mais longe do que as informações nos respectivos folhetos informativos do fabricante da vacina e publicado on-line nos EUA Food and Drug Administration (FDA) e Centros de Controle de Doenças (CDC) para responder rapidamente a essa pergunta.

FATO: As empresas farmacêuticas não testam a segurança e a eficácia de dar a gripe ou a vacina dTpa para mulheres grávidas antes de as vacinas serem licenciadas em USA e quase não há dados sobre as respostas inflamatórias biológicos ou outros a estas vacinas que poderiam afetar a gravidez e o desenvolvimento fetal.

FATO: A Food and Drug Administration (FDA), enumera gripe e dTpa vacinas como na Gravidez Categoria B ou biológicos C, o que significa que os testes adequados não tenham sido feitos em humanos para demonstrar a segurança para as mulheres grávidas e não se sabe se as vacinas podem causar dano fetal ou afetar a capacidade reprodutiva. Os fabricantes de gripe e vacinas dTpa afirmam que estudos de toxicidade e de fertilidade humanos são insuficientes e advertem que as vacinas contra a gripe e dTpa devem “ser dado a uma mulher grávida se claramente necessário.” 

FATO: Há ingredientes em gripe e tosse convulsa contendo vacinas dTpa que não foram totalmente avaliados para genotoxico potencial ou outros efeitos adversos sobre o feto humano em desenvolvimento no útero que podem afectar negativamente a saúde após o nascimento, incluindo adjuvantes de alumínio, que contêm mercúrio (Thimerosal) conservantes e muitos mais bioativo e ingredientes potencialmente tóxica.

FATO: Há sérios problemas com os procedimentos de teste desatualizados para determinação da potência e toxicidade de vacinas contra coqueluche e alguns cientistas estão chamando de limites a serem estabelecidos para o teor de toxina específica contendo pertussis vaccines.

FATO: Não há nenhum estudo publicado mecanismo biológico que avaliam pré-vacinação do estado de saúde e medir as mudanças no cérebro e função imunológica e integridade cromossômica após a vacinação das mulheres grávidas e seus bebês em desenvolvimento.

FATO: Desde o licenciamento da gripe e dTpa vacinas em os EUA, não houve nenhum estudos de casos controlados prospectivos que comparam os resultados de saúde de grandes grupos de mulheres que recebem a gripe e tosse convulsa contendo vacinas dTpa durante a gravidez quer separadamente ou em simultâneo em comparação com aqueles que não recebem as vacinas, e não há comparações de resultados de saúde semelhantes de seus recém-nascidos no nascimento ou no primeiro ano de vida que tenham sido conduzidos.

Avaliações de segurança e de eficácia que têm sido realizados ou são pequenas, ou inexistentes. 

FATO: A FDA licenciou vacinas dTpa para ser dado uma vez como uma única dose de reforço de pertussis tiro para indivíduos com mais de 10 ou 11 anos de idade. A recomendação do CDC é que os médicos dão a todas as mulheres grávidas uma vacina dTpa durante toda a gravidez – independentemente de uma mulher já recebeu uma dose de Tdap.

FATO: Ferimentos e mortes de vacinas contendo pertussis são as reivindicações mais recompensados ​​no programa federal de indenizações a Injury Compensation Vaccine (VICP) e lesões de vacinas contra a gripe e mortes causadas por componentes das vacinas são o segundo mais recompensados financeiramente para familiares em USA.

FATO: A 2013 estudo publicado avaliando relatórios de encefalomielite aguda disseminada (ADEM) após a vacinação nas Eventos Adversos US Vacina Relatórios System (VAERS) e em uma reação européia; descobriram que a vacina da gripe sazonal foi a causa mais freqüentemente suspeitos de inflamação cerebral depois de 18 anos de idade, o que representa 32 por cento do total de casos relatados, e pertussis contendo DTaP estava entre as vacinas mais freqüentemente associados com a inflamação do cérebro em crianças entre o nascimento e idade avançada.

FATO: Quando uma mulher grávida é prejudicada por uma gripe ou a vacina dTpa, as empresas farmacêuticas que vendem as vacinas nos EUA, os médicos e outros prestadores de vacina devem indenizar os prejudicados, mas não está claro se os danos da vacina em um bebê no útero, se os familiares obterão os Beneficios federais e indenizações por lesão causada pela vacina.

Correr para vacinar: Política Científica.

Além da falta de evidência científica credível para demonstrar a segurança, não há bastante pesquisas e mecanismo epidemiológica e biológica provas para demonstrar que é eficaz ou necessário para cada mulher grávida obter uma gripe e dTpa durante a gravidez.

 A corrida para vacinar mulheres grávidas e para tentar vacinar passivamente os fetos em desenvolvimento, é um caso claro de política da ciência.
Uma vacina experimental geneticamente modificadas nanopartículas para o vírus sincicial respiratório (RSV) e um outro para Streptococcus do grupo B estão em ensaios clínicos avançados e estão sendo recomendadas exclusivamente para as mulheres grávidas. Com novas vacinas no horizonte que terá como alvo mulheres grávidas, é extremamente importante perceber que existe uma má política lucrativa de vacinas.

As mulheres grávidas hoje precisam ter um olhar mais analista e questionadoras para os benefícios e riscos; e apurar os anúncios que divulgam benefícios e possuem riscos ocultos por muitos motivos políticos e financeiros de serem vacinadas durante a gravidez, antes de tomar a decisão de se vacinarem. É especialmente importante quando há tantos sinais de alerta de que a população infantil e adulto altamente vacinada da América no século 21 não é muito saudável.

Estatísticas de mortalidade infantil e maternas são uma medida clássica de estado da saúde pública de um país e, neste país, aqui estão as bandeiras vermelhas que não podem ser ignorados por mais tempo.

Mortalidade materna e infantil taxas elevadas na América

Como muitos casais jovens em idade fértil sabem as mulheres que engravidam e partos na América de hoje tem mais de duas vezes o risco de morrer durante a gravidez, o parto ou após o parto do que há três décadas?  Mulheres que têm bebês estão morrendo de insuficiência cardíaca, hipertensão arterial e acidente vascular cerebral, infecção do sangue, diabetes e coágulos sanguíneos em maior número, porque a taxa de mortalidade materna na América tem crescido em escalada desde 1987.

Nos classificaram em um número dismal 50 da mortalidade materna no mundo, o que é pior do que a da maioria dos países europeus e alguns países da Ásia e do Oriente.

Igualmente chocante é o fato de que os EUA agora possuem a maior taxa de mortalidade infantil de todos os países industrializados e ocupam o número 31 entre as nações nas taxas de prematuros aumentaram 36% desde o início 1980 e 6 em cada 1.000 bebês nascidos na América morrem antes do seu primeiro ano.

Defeitos de nascimento, dano cromossômico, parto prematuro, baixo peso ao nascer e síndrome da morte súbita do lactente são as principais causas de morte de cerca de 23.000 recém-nascidos a cada ano, com metade dessas mortes ocorrem no primeiro dia de vida. Um bebê nascido nos Estados Unidos tem duas vezes mais probabilidade de morrer dentro das primeiras 24 horas, em relação aos bebês nascidos no União Europeia

Por que a saúde nos EUA está em forte declínio?

US funcionários de saúde pública dizem que “não há respostas claras” porque a nossa taxa de mortalidade materna é tão alta. Eles não sabem por que nossos bebês estão morrendo no primeiro dia e no primeiro ano de vida, em contraste gritante a muitas outras nações onde as taxas de mortalidade materna e infantil estão diminuindo.

Funcionários da saúde pública também não conseguem descobrir por que tantos bebês e crianças na América sofrem com problemas cerebrais e do sistema imunológico. Doenças crônicas inexplicáveis sem precedentes e incapacidades pioraram nas últimas três décadas – 1 em 9 de sofrimento com asma; 1 em 50 autismo em desenvolvimento; 1 em 400 tornando-se diabéticos e milhões sofrendo com alergias alimentares graves, inflamatórias do intestino e outras doenças crônicas.

A saúde dos adultos norte-americanos também se deteriorou durante as últimas três décadas em comparação com outras nações ricas, e nossa expectativa de vida é pior do que muitos outros países. O CDC diz que as doenças crônicas são hoje as causas mais comuns e dispendiosas de morte e incapacidade, com cerca de metade de todos os adultos que vivem, pelo menos um possue doenças crônicas.

EUA Um mercado de drogas e vacinas:

O que não está na lista de possíveis causas para esta falha no boletim de saúde pública é a falta de acesso a medicamentos e vacinas. Com uma população de 316 milhões de pessoas de 7 bilhões de pessoas na Terra, os EUA gastam quase US $ 3 trilhões por ano em saúde – mais do que qualquer outra nação no mundo, 76 – e nós consumimos 40 por cento de todos os medicamentos vendidos globalmente. Além disso, a América é o principal comprador de vacinas no mundo 32000000000 $.

Desde 1981, 95 por cento de todas as crianças que entram no jardim de infância receberam doses múltiplas de sete vacinas, incluindo a coqueluche eo sarampo vaccines. 

Em 1991, o CDC recomenda todos os bebês obter um tiro da hepatite B em 12 horas e, até 2012, mais de 70 por cento dos recém-nascidos haviam recebido um tiro de hepatite B no nascimento, enquanto entre 80 e 90 por cento das crianças de três anos ontem doses múltiplas de onze vacinas.
Em uma cruzada para eliminar uma crescente lista de micróbios, as autoridades de saúde dos EUA atualmente pediatras exigem aplicar às crianças 49 doses de 14 vacinas por seis anos com início no dia de nascimento, com mais de duas dezenas de doses administradas no primeiro aniversário. Vacinas adicionais são recomendadas a crianças, adolescentes e adultos, incluindo vacinas contra a gripe anuais em por toda vida.

A exigência de vacinas compromete a saúde na América?

Cada estado em os EUA têm leis que exigem dezenas de vacinas para creches e escolas em contraste com vizinhos México e Canadá, que recomendam, mas não obrigam as vacinas (uma disposição na Constituição do Canadá proíbe a vacinação obrigatória).

Japão, Nova Zelândia, Austrália, Islândia e Noruega recomendar mas não obrigam vacinas e 15 países da União Europeia, incluindo Reino Unido, Alemanha, Espanha, Grécia, Dinamarca, Países Baixos, Finlândia e Áustria recomendam mas não exigem vacinas. Todos estes países têm taxas de mortalidade infantil mais baixas do que os EUA e não recomendam que as crianças menores de um ano de idade obtem o maior número de vacinas como as crianças americanas.

Na verdade, nenhum outro país obriga o número de vacinas que os EUA exigem para que as crianças freqüentarem creches e escolas ou para os adultos.

Não é à toa que mais americanos estão fazendo perguntas sobre por que nossas crianças precisam de tantas vacinas e por que os adultos precisam de obter uma vacina contra a gripe todos os anos – mesmo durante a gravidez – quando a nossa população já é a mais vacinada no mundo, mas muito menos saudável do que outros países que não exigem ou recomendam tantas vacinas.

Pergunte para a Ciência:

Se você está grávida e tem outros filhos, está ciente de que a Academia Americana de Pediatria está pedindo aos pediatras para vacinar os pais trazendo seus filhos para as visitas tendo o bebê doente ou não; e especialmente grávidas. Se um obstetra ou pediatra fizer pressões para vacinar e você está grávida, peça ao médico para lhe mostrar os artigos científicos da Science que recomendem. Se você concluir que os benefícios da vacina não compensam os riscos para você e seu bebê, mas são pressionados alguma forma para fazer uma escolha sem fundamentação, você deve encontrar outro médico que irá tratá-lo com respeito e honrar suas escolhas de cuidados de saúde.

Ir para NVIC.org para saber mais e se inscrever para Advocacy Portal on-line gratuito de NVIC para que possa trabalhar para proteger a liberdade de tomar decisões voluntárias de vacina em seu estado.

É sua saúde, sua família, sua escolha.
Fonte: http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/11/10/vaccination-during-pregnancy.aspx

Biografia da autora do texto, quem é Barbara Fisher – NVIC é uma ONG que orienta e ajuda famílias vítimas de vacinas: 
http://www.nvic.org/about/barbaraloefisher.aspx
http://www.nvic.org/about/barbarafisherbio.aspx

PDF c/todas informações sobre a vacina dTpa – TDap:

 https://www.gsksource.com/pharma/content/dam/GlaxoSmithKline/US/en/Prescribing_Information/Boostrix/pdf/BOOSTRIX.PDF

Microcefalia e Zika a história não revelada.

  

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/

Por Dr. Kathy Forti.

“O recente surto de vírus Zika no Brasil está agora a ser ligado aos mosquitos transgênicos desenvolvidos pela empresa de biotecnologia britânica Oxitec, que é financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates.

A empresa Oxitec tem lançado os mosquitos Aedes geneticamente modificados no meio selvagem no Brasil desde 2011 para combater a dengue. A empresa produz até dois milhões de mosquitos geneticamente modificados por semana em sua fábrica em Campinas, Brasil.

O mosquito Aedes é a variedade mais dominante do mundo do mosquito, e os dois únicos países das Américas que não têm esse mosquito são Chile e Canadá. O vírus Zika, que foi detectado em 18 dos 26 estados do Brasil, é transmitido pelo mosquito Aedes.

Mais de 4.000 bebês já nasceram no Brasil com cérebros encolhidos desde 1 de Novembro de 2015. Brasil normalmente recebe cerca de 150 casos deste tipo de defeito de nascença em cada ano; o que significa que, nascimentos anormais deste tipo têm aumentado em cerca de 13 mil por cento.

Enquanto o governo brasileiro corre para culpar o vírus Zika para este enorme aumento dos defeitos congênitos anormais, os fatos permanecem claros. Apenas um pequeno número de bebês com defeitos congênitos, que morreu, tinha o vírus em seu cérebro. Isso significa que um grande número de bebês que morreram não tinham vírus Zika em seu cérebro. 

Difícil culpar o Zika: que existe desde antes de 1948 e nunca foi conhecido por causar defeitos de nascimento. Na verdade, Zika faz apenas uma em cada cinco pessoas ficar “levemente” doente com sintomas de gripe, com sintomas de todo em 4 dos 5 pessoas. 

Então, por que eles são rápidos em culpar um vírus geralmente benigno, Zika?

No final de 2014, o ministro brasileiro da Saúde anunciou que um novo tiro dTpa seria obrigatória para todas as gestantes a partir de 2015. Registros agora mostram que todas as mães com bebês defeituosos de nascença receberam esta vacina recentemente formulada durante a gravidez. 

Atual aplicação da vacina dTpa e do aumento de defeitos congênitos é muita coincidência. As consequências desta vacina testada é o que está sendo varrida para debaixo do tapete. O que nos traz mais uma vez para Bill Gates, o Rei da eugenia e Vacinas.

Em 2015 o Programa de Pesquisa de Vacinas Vanderbilt, recebeu uma doação de $ 307.000 da Fundação Bill & Melinda Gates para estudar as respostas imunes de mulheres grávidas que recebem os dTpa (-doses vacinas contra coqueluche acelular reduzida combinados com tétano e difteria toxóides) vacina. Não se pode encontrar os resultados brutos.

Em 2011, o Centro de Controle de Doenças (CDC) emitiu uma recomendação de que as mulheres grávidas recebem o tiro dTpa em 20 semanas de gestação. DTpa combina o tétano, difteria e coqueluche (tosse convulsa) vacinas em uma única vacina. 

A vacina dTpa nunca foi aprovado e seguro para uso durante a gravidez. Na verdade, dTpa é classificado pela FDA como droga de Classe C, indicando que não é uma escolha segura durante a gravidez. 

No final de 2014, o ministro brasileiro da Saúde anunciou que a vacina dTpa seria obrigatória para gestantes. Registros agora mostram que todas as mães com bebês defeituosos de nascença receberam esta vacina recentemente formuladas durante a gravidez. A vacina dTpa e este aumento de defeitos congênitos é mais do que apenas um pouco de coincidência. 

As consequências desta vacina testada é o que está sendo varrida para debaixo do tapete. O que nos traz mais uma vez para Bill Gates, o Rei da eugenia e Vacinas.

FATO: As empresas farmacêuticas não testarem a segurança e a eficácia de dar a gripe ou a vacina dTpa para mulheres grávidas antes de as vacinas serem licenciadas nos EUA e quase não há dados sobre as respostas biológicas inflamatórias ou outras com estas vacinas que poderiam afetar a gravidez e nascimento, ou outros resultados. 

Existem ingredientes em gripe e tosse convulsa contendo vacinas dTpa que não foram totalmente avaliados para os efeitos adversos potenciais genotóxicos ou outros sobre o feto humano em desenvolvimento no útero que podem afetar negativamente a saúde após o nascimento, incluindo agentes de alumínio, que contêm mercúrio (Thimerosal) conservantes e muitos mais ingredientes bioativos e potencialmente tóxicos.

É de se admirar houve uma corrida para colocar a epidemia culpa é defeito de nascença em outro lugar? 

O fato de o Brasil submeter suas mulheres grávidas para uma vacina testada como obrigatório é genocida, e agora eles sabem disso. Eles compraram, sem fazer a pesquisa de precaução. Ou talvez eles receberam dinheiro suficiente para não olhar. 

Os Estados Unidos são agora empurrados em desenvolver uma vacina para o vírus Zika. Não temos sido por este caminho antes com Ebola sustos grande mídia e a corrida previsível para capitalizar sobre uma vacina lucrativa para todos os que temiam por sua vida (que já tinha à espera nos bastidores)?

Para piorar a situação, o Brasil diz que vai mobilizar 220.000 soldados para lutar contra o vírus Zika. Soldados estão sendo orientados a ir de porta-a-porta para pulverizar inseticidas nos bairros para ajudar a matar mosquitos. Inseticidas tóxicos pulverização em torno de mulheres grávidas e crianças? Eles são loucos? Para agravar ainda mais a insanidade … 

O governo diz que vai distribuir repelentes para cerca de 400.000 mulheres grávidas de baixa renda. 

Autoridades de El Salvador, Colômbia e Brasil também sugeriram mulheres pararem de engravidar até que a crise passe. Agora, há uma vitória definitiva para a agenda de controle populacional de Bill Gates. Apenas assustar as pessoas a evitar o sexo e ficar grávidas. De fato, recentemente sugeriram que o vírus Zika “pode ​​ser” uma doença sexualmente transmissível, só porque ele foi encontrado no sêmen de um homem que tinha o vírus Zika. Eles podem tentar plantar as sementes do medo mortal mais uma vez; é absurdo.

A pressão está aumentando sobre a Organização Mundial de Saúde a declarar uma emergência Zika de preocupação internacional. De acordo com as Normas Internacionais de Saúde, Director Geral Dr. Margaret Chan pode estabelecer um comitê de emergência, que pode eliminar as campanhas de vacinação globais com vacinas experimentais. Você está compreendendo?

Há muito mais para esta história … Agora, os cientistas estão estudando no Brasil seqüências genéticas de mosquitos Bill-Gates-vacina alegadamente transmitir o vírus Zika e outras doenças para ver se ocorreram mudanças que poderiam ter gerado mosquitos mutantes. O mosquito lançado era susceptível de ser um sonho a longo prazo que ele tinha para controle de natalidade, através da vacinação forçada, o que ele tem trabalhado desde 2003.

No cenário de vacinação forçada, os mosquitos são geneticamente programados para produzir a “vacina” permanentemente uma vez libertados no ambiente, de modo que não teriam de lançar novos mosquitos NUNCA novamente. Seus efeitos se tornariam, simplesmente parte da natureza.
Isto significa que, em algum momento da sua vida você e todo mundo é obrigado a ser picado por um mosquito criado por Bill Gates. Deus nos ajude!
Por Dr. Kathy Forti. ”

Fonte: http://www.trinfinity8.com/zika-virus-mosquitos/ (Neste link tem acesso ao texto em inglês e possui diversos outros links no próprio texto c/acesso aos artigos p/estudo).

Veja também: http://drrimatruthreports.com/zika-gets-a-bad-rap-new-killer-dtap-vaccine-to-blame/ 

http://www.vaccinationinformationnetwork.com/small-brain-disorder-in-brazilian-babies-caused-by-zika-virus-or-vaccine/

LEIAM: Os Riscos da vacinação na gravidez, analisem! –

https://quiteriachagas.com/2016/01/31/os-riscos-da-vacinacao-na-gravidez-analisem/

Causa da Microcefalia não é Zika Vírus, pode ser as vacinas em gestantes; diz estudo.

LEIA: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas https://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/

  

Autor do estudo: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD. Realizou estudo e assinou denúncia junto ao Ministério Público. Vale a pena conferir.

“Microcefalia em Pernambuco e Brasil. Acabo de fazer uma denúncia assinada junto ao Ministério Público Federal. Ver abaixo:

Denúncia de Crime contra a população brasileira, uma sequência de erros e procedimentos grosseiros, realizados pelo Ministério da Saúde, SUS, seus institutos associados e suas autoridades constituídas, que provocaram e continuam provocando a atual crise de MICROCEFALIA (MC) em todo o Brasil. Análise mais detalhada e específica de dados e fatos referentes ao Estado de Pernambuco.

Autor: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD
Pós-doutor pelas universidades americanas de Harvard, Washington University em St. Louis e North Carolina State University; Doutor pela Washington University em St. Louis; Mestre e Bacharel em Física pela UFPE; Áreas de atuação: Ressonância Magnética, com trabalhos em neurologia, próstata, Física do Estado Sólido, entre outros.

RESUMO DESTA DENÚNCIA

A crise de Microcefalia (MC) que surgiu no Estado de Pernambuco, com um pico máximo de casos em novembro de 2015, não se deve ao vírus ZIKV e nem é uma epidemia. Quatro fatos-causa principais existem e claramente explicam os dados, números de casos e períodos das notificações. 

Os dados que aqui reporto e analiso estão sob o domínio público, na imprensa e Ministério da Saúde, podendo ser verificados. Não fui permitido acesso a dados mais completos e precisos oficiais, o que, ao meu ver, tornariam esta denúncia ainda mais evidente, por recuar o pico máximo da Microcefalia em Pernambuco para trás no tempo em um mês ou mais. Me atenho ao Estado de Pernambuco, em grande parte desta denúncia, pois é o que possui dados divulgados ao público de forma mais completa e também é o marco inicial da notificação compulsória da MC no Brasil. 

Os 4 fatos-causa que explicam o comportamento temporal do gráfico que apresento são: 

A) O pico máximo do número de casos em Pernambuco corresponde a um primeiro trimestre de gestação entre janeiro e abril de 2015 com nascimentos microcefálicos. Isso deve-se à vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo com a vacina tríplice, que contém o virus vivo da rubéola. No Ceará, esta vacinação contra o sarampo em mulheres no período fértil com a vacina tríplice continuou até meados de abril; 

B) O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação pelo Ministério da Saúde aumenta o pico e alarga a curva gráfica em torno do seu máximo; 

C) A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, nos dados para Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por um outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacinação contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, a partir do sexto mês de gravidez.; e 

D) O pico máximo de casos de Dengue no Estado de Pernambuco é entre 20 de março e 10 de abril de 2015 e isso requereria, por associação, desde que temos o mesmo mosquito vetor, um pico máximo no gráfico de Microcefalia entre final de dezembro e início de janeiro de 2016 e não em novembro de 2015 como tivemos. Isso, por si só, colocaria possíveis efeitos do ZIKV como causador de Microcefalia em importãncia menor e não como o principal causador da Microcefalia.

APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS GÁFICOS ANEXOS

É necessário lembrarmos que uma gravidez humana tem em média 9 meses.
O gráfico da Microcefalia em Pernambuco, notificação-a-notificação no tempo, mostra um evento com máximo em cerca de 20 novembro de 2015, curva VERMELHA; a totalidade dos casos notificados é apresentada na curva AZUL. 
As curvas são baseadas em estatística muito simples, como as usadas para análise de epidemias. O número de casos é associado ao seu instante de notificação no tempo. 

Três retângulos coloridos registram, no gráfico, regiões de interesse: 

i) O retângulo vermelho, de 20 de setembro de 2015 a 18 de janeiro de 2016, marca a região da curva com notificações de Microcefalia em Pernambuco; 

ii) Tomando-se o centro do retângulo vermelho e recuando todo este retângulo vermelho 9 meses no tempo, uma gestação, temos o retângulo violeta. O retângulo violeta corresponde à região no tempo de 1 de janeiro a 30 de abril de 2015. Um nascimento de microcefálico na curva do retângulo vermelho tem, necessariamente, um início de gestação no retângulo violeta, data em média 9 meses anterior; 

iii) O retângulo amarelo, de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2015, corresponde à vacinação contra sarampo em Pernambuco pelo SUS. Devido possivelmente à Copa do Mundo de Futebol, muitos estados e em sua maioria no Nordeste, apresentaram sarampo em forma quase epidêmica, entre 2013 e 2014; 

iv) A curva vermelha e fina entre 15 de fevereiro e 30 de junho de 2015, com o seu máximo no início de abril, registra, para completude desta denúncia, a epidemia de Dengue em Pernambuco para 2015.

FATOS-CAUSAS, de A a D, acima:

A) VACINA TRÍPLICE: As chamadas públicas e oficiais para vacinação contra sarampo em Pernambuco, pelo Ministério da Saúde e SUS, foram de de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2014. Isso foi devido às centenas de casos de sarampo em PE e CE. 

No Ceará, a vacinação foi estendida até meados de abril de 2015 e inclusive com visitação para vacinação a domicílio. Nas chamadas oficiais, o convite é feito para a vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo. Se a mulher em período fértil engravidar em até 3 meses após a vacinação ou se estiver grávida, no início da gestação e não o souber, os efeitos do Rubella Virus da vacina tríplice são devastadores ao feto e são conhecidos há décadas. Problemas encefálicos, visuais ou cardíacos no feto/recém-nascido podem ser facimente encontrados na literatura deviso à rubéola. 

O que atualmente se divulga como sendo ZIKV é facilmente associado à rubéola. E tivemos sim uma grande vacinação com a vacina tríplice em Pernambuco no final de 2014. Segundo o gráfico de Microcefalia para Pernambuco, Fig. 1, o máximo da curva corresponde e pode ser associado à vacina tríplice usada para o sarampo. A microcefalia é então o efeito colateral do componente de rubéola da vacina tríplice para Sarampo, Cachumba e Rubéola. Este erro é grotesco e houve.

É preciso, também, ter em mente que o vírus da rubéola provoca, quando não o aborto, a síndrome da rubéola congenita e a microcefalia é apenas uma manifestação da tríade clássica: microcefalia, catarata e surdez.

Ver a fala do secretário de saúde de Pernambuco na época:

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/11/08/interna_vidaurbana,541564/dia-d-de-campanha-de-vacinacao-contra-poliomielite-e-sarampo.shtml

Esta chamada foi feita pelas várias secretarias de saude pelo nordeste, sob recomendação do Ministério da Saúde.
Devido à vacina tríplice em mulheres no período fértil, os casos de Microcefalia vão continuar até nove meses depois do término desta vacinação, mais o período inicial de atuação desta vacina no corpo da jovem, o que nos dá um total efetivo de pelo menos 12 meses após a vacina ter sido tomada. 

Como um outro fato exemplo, aqui está uma das chamadas para vacinação de sarampo no Ceará:
 http://g1.globo.com/ceara/noticia/2015/04/ceara-ja-tem-100-casos-de-sarampo-confirmados-em-2015-segundo-sesa.html

OBSERVAÇÃO
Não é o caso de vacinação com a vacina tríplice em mulheres grávidas. Isso pode até ter acontecido, erro grosseiro, mas não acredito ter sido a norma. Eu me refiro às mulheres que engravidaram após se vacinarem. 

Temos as nossas grandes festas culturais de final de ano de 2014 e o carnaval de 2015. Os gráficos apontam para inicio de gravidez entre janeiro a abril de 2015 em Pernambuco. E o efeito da vacinação de rubéola dura meses e estes estariam associados ao primeiro trimestre de gestação. 

Também, não estou me referindo a vacinas vencidas ou contaminadas, neste caso da vacinação contra o sarampo com a tríplice. Afirmo que a vacinação foi efetiva e de grande alcance nos postos de saúde de Pernambuco. 

A Microcefalia que se apresenta 9, 10, 11 ou 12 meses depois de uma jovem fértil ter sido vacinada com a tríplice é devido à componente da rubéola na vacina.

EXEMPLO
Por favor, notem este possível diálogo entre uma atendente em um posto de saúde e uma mulher jovem que foi tomar vacina de sarampo:
— Vim tomar a vacina de sarampo. Um conhecido meu está com sarampo.
Você está grávida?

— Não.

A sua carteira de vacinação… etc.

A jovem engravida nos próximos 3-4 meses e temos um percentual bem alto de casos de acometimento do sistema nervoso central do feto, devido a contaminação do feto no primeiro trimestre de gestação.
Nada mais claro do que isso para explicar como é que em Pernambuco a Microcefalia aparece com números descabidos em novembro de 2015, do litoral ao sertão, ao mesmo tempo. 

A vacinação de sarampo foi oficialmente satisfatória no estado, segundo a Secretaria de Saúde Estadual.

A explosão da Microcefalia em Pernambuco provoca o próximo fato-caso: 

B), abaixo.
B) NOTIFICAÇÃO COMPUSÓRIA: O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação aumenta o pico máximo da curva no gráfico e a alarga em torno do seu pico para Pernambuco. 

Aqui em Pernambuco existiam obstáculos consideráveis, mesmo para médicos, para se aprofundar nos dados de microcefalia existentes na Secretaria Estadual de Saúde. A SES recebia a Declaração de Nascido Vivo (DNV) de todo estado para digitalizar e assim centralizava os dados. Acontece que a DNV não contém o dado antropométrico de perimetro cefálico, somente peso ao nascer, idade gestacional e Índice de Apgar. 

A notificação de defeito congenito (incluindo microcefalia) ficava dependente da observação do declarante (em geral um pediatra). Portanto, a única forma fiel de acessar dados sobre microcefalia era fazer uma busca ativa nos registros das maternidades. 

Provavelmente devido a isso, o Ministério da Saúde torna compulsória a notificação de casos de microcefalia em todo o Brasil no final de outubro de 2015. Mas, não está claro neste momento se todos os estados notificam a totalidade dos seus casos. 

C) VACINA DTP APÓS SEXTO MÊS DE GESTAÇÃO: Não fosse o “erro” operacional devido à vacinação de jovens no período fértil contra sarampo no Nordeste, dificilmente saberiamos do efeito da vacina DTP que está provocando Microcefalia em todo o Brasil presentemente.

Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacina dTpa contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, i. e., a partir do sexto mês de gravidez. A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, em Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por este outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. 

Em 2014, grande divulgação pública foi feita quanto à utização da vacina dTpa (o a significa acelular) como parte do protocolo pré-natal nacional de gestantes. Foi veiculado um acordo entre o MS-SUS para repasse da tecnologia de fabricação da dTpa no Brasil, com o apoio técnico do laboratório GlaxoSmithKline Pharmaceuticals (GSK). 

O instituto Butantan, que só produzia e ainda produz a DTP ou DTPw (com bactéria viva Bordetella Pertussis, da coqueluche atenuada) para o programa nacional de imunização, passaria a produzir a vacina sem a bactéria viva a vacina dTpa, usada no primeiro mundo.

 A vacina DTP deixou de ser fabricada pela maior parte das indústrias farmaceuticas do mundo. O SUS ainda usa a DTP para vacinar as crianças de 2 meses a 7 anos. Foi também anunciado, em 2014, que o Ministério da Saúde adquirira a dTpa no mercado internacional, 4 milhões de doses, ao custo de R$ 87,2 milhões, que cobririam as 2,9 milhões de gestantes e adultos em 2015, mas que progressivamente substituiria a DTP pela dTpa para todos.

http://www.blog.saude.gov.br/34736-ministerio-da-saude-disponibiliza-no-sus-vacina-contra-coqueluche-para-gestantes.html

O problema com a vacina DTP ou DTPw (atenuada), que parou de ser usada nos EUA em 1995, é que ela causa, entre outras patologias, a microcefalia. É aqui que aparece o problema:

 a) em meados de 2015, o Ministério da Saúde anuncia que não consegue comprar a dTpa no mercado internacional, pois está em “falta” e anuncia a sua troca pela vacina penta-valente, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan. 

Isso é bastante estranho, pois na rede privada de saúde do Brasil, uma gestante pode tomar, pagando, a dTpa que não se encontra em falta. 

Pergunto onde foram parar as 4 milnões de doses de dTpa para as gestantes e pessoal de saúde e que seriam usadas em 2015? 

Por que em 2105 toda e qualquer menção ao acordo de transferência de tecnologia para a produção de dTpa com a GSK somem no Brasil? 

Também, a própria vacina dTpa não é recomendada para uso em gestantes pelos laboratórios que as fabricam, e isso está escrito nas bulas destas vacinas.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/10/30/interna_cidadesdf,504482/tres-tipos-de-vacinas-estao-com-estoque-zerado-no-df.shtml

D) O ZIKV: Uma causa e efeito devido ao ZIKV, necessariamente, acompanharia a epidemia causada pelo mosquito vetor. Não é o que a curva AZUL, Fig. 2, apresenta. 

Neste momento, e desde após o pico em Pernambuco, a curva tende a uma constante de casos por dia, o que requer, em qualquer estudo de epidemias, uma causa diária constante de contaminação. 

O mosquito vetor, Aedes Aegypti, é o mesmo para Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e ZIKV. É razoável considerar, ao menos em primeira ordem, que o período de uma epidemia de dengue estaria associada a uma epidemia de ZIKV no tempo. É o mesmo mosquito. O período de incubação da dengue no homem varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias; após este período surgem os sintomas de dengue; para o ZIKV isso está em estudo no momento. Mas o número de casos por dia é muito alto e se apresenta como uma constante, uma média de 15 casos dia desde o final de novembro de 2015. 

A causa de efeito constante, os casos de microcefalia, requer uma contaminação constante. A VACINA DTP, a versão usada pelo MS-SUS é esta causa, pois todas as grávidas devem se vacinar após o sexto mês de gestação. Temos aqui uma constante que não existia antes de novembro de 2014 e isso explica o porque de todo o Brasil est´å apresentando casos de microcefalia.

Para ZIKV a curva estaria aumentando, acompanhando o aumento do aedes, como temos na propaganda oficial massiça neste momento. Mas o comportamento do gráfico requer uma causa CONSTANTE! A dengue em Pernambuco foi entre 15 de fevereiro ao final de abril. Isso significaria, se fosse o ZIKV, que é o mesmo aedes da dengue, uma grande contaminação neste período. Acontece que isso deslocaria a curva da microcefalia para meados de janeiro de 2016 e esta não seria em novembro de 2015! 

O pico da dengue que está em 15 de abril, provocaria uma região de casos centrados em 15 de janeiro como temos aqui!

Dengue em PE 2015
http://www.coren-pe.gov.br/novo/wp-content/uploads/2015/09/Informe-epidemiol%C3%B3gico-Dengue-SE-01-a-34-1-1.pdf

Questiono, também, um dos marcadores usados para a identificação do ZIKV, o IgG, que aparece em contaminações pela rubéola/rubella, o que o torna inespecífico, exigindo, assim, uma procura pelo DNA do ZIKV, ou um marcador específico e único, para validar os testes de presença do ZIKV nas amostras provenientes de bebês com microcefalia.

CONCLUSÃO
Pelo que demonstro, as causas que provocaram e provocam o grande número de casos de microcefalia em Pernambuco estão associadas a 2 vacinas: 

a) a vacina tríplice erroneamente administrada a jovens no período fértil e b) a vacina usada para coqueluche no Brasil pelo MS-SUS. Pernambuco teve, acredito, 60 municípios com sarampo em 2014. Foi recomendação oficial da Secretaria de Saúde do estado de Pernambuco que a vacinação de sarampo fosse feita em toda a população vunerável nestes municípios e em quem teve algum contato com os acometidos nestes municípios. Só esta constatação explica porque a microcefalia aparece por todo o estado de Pernambuco ao mesmo tempo. Mas isso é somente o pico máximo inicial da curva de microcefalia para PE. A largura do pico tem a ver com a notificação se tornar compusória. As notificações atuais não mais tem a ver com a vacina tríplice. O estado atual de 15 casos por dia de microcefalia em Pernambuco está relacionado com a vacina DTP, DTPw (e suas outras siglas) para difiteria, tétano e pertussis, administrada a “todas” as grávidas a partir do sexto mês de gravidez.

RECOMENDAÇÕES

Parar toda e qualquer vacinação de grávidas ou jovens no período fértil em todo o Brasil!
É muito fácil verificar o que apresento aqui: 
1) Basta analisar as carteiras de vacinação das mães com crianças com microcefalia, por exemplo;
2) Fazer o cruzamento dos dados do posto de vacinação municipal, nos 60 municipios de PE com a ocorrência de microcefalia com a vacinação de sarampo;

3) Com dados oficiais completos, todo e qualquer estado da federação pode ter curvas de causa-efeito plotadas para microcefalia;

4) Apurar as responsabilidades de todas as instituições e suas autoridades, nas pessoas dos seus representantes contituídos, pelos erros e procedimentos que estão provocando este grande número de casos de microcefalia em todo o País; e

5) Acabar com esta aparente farça que pretende singularizar o ZIKV pelos casos de microcefalia no País, quando temos duas causas gritantes que explicam o porque da quantodade absurda de casos de microcefalia no Brasil.
OBSERVAÇÃO FINAL

Me coloco à disposição do MPF para maiores esclarecimentos e para a transferência da grande quantidade de documentos, matérias e artigos científicos que pesquisei, para auxiliar as investigações.”

 Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho.
22 de janeiro de 2016.

LEIAM TAMBÉM O ARTIGO: Microcefalia e Zika a história não revelada. –  https://quiteriachagas.com/2016/01/29/microcefalia-e-zika-a-historia-nao-revelada/

PDF c/todas informações da vacina DTpa – Tdap: https://www.gsksource.com/pharma/content/dam/GlaxoSmithKline/US/en/Prescribing_Information/Boostrix/pdf/BOOSTRIX.PDF

LEIAM: Os Riscos da vacinação na gravidez, analisem! –
https://quiteriachagas.com/2016/01/31/os-riscos-da-vacinacao-na-gravidez-analisem/