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Amamentação: Não existe leite fraco!

Não existe leite fraco, ralo…o leite materno é fabricado de forma perfeita pra cada organismo.

Se alguém disser ao contrário, mesmo se for pediatra, peça para comprovar em artigos científicos ou exames; como não existe, é impossível mensurar a qualidade e quantidade de leite pra cada tipo de bebê, é algo exclusivo, só acreditar, confiar no corpo e se doar na amamentação livre demanda sem regras de horários. Se seu pediatra não for de acordo troque de médico, ou ignore dando peito ilimitadamente para seu bebê.

Amamentar é a melhor forma de imunizar seu filho, não existe tempo limite, após 1 ano o leite tem outras propriedades importantes, ele nunca fica velho ou desnecessário existem artigos científicos que comprovam.

Amamentação: Não existe leite fraco!

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Amamentação melhora desempenho cerebral, diz estudo.

Um novo estudo, que acompanhou 180 lactentes pré-termo do nascimento até a idade de sete anos, descobriu que bebês que foram alimentados com mais leite materno durante os primeiros 28 dias de vida tiveram maiores volumes de certas regiões do cérebro a termo equivalente, e tinham melhores QI , desempenho acadêmico, memória de trabalho e função motora. Os resultados foram publicados online no Journal of Pediatrics.
“Os nossos dados suportam as recomendações atuais para o uso de leite materno para alimentar bebês prematuros durante a sua unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) hospitalização. Isto é importante não só para as mães, mas também para hospitais, empregadores e amigos e membros da família, para que eles possam prestar o apoio que é necessário durante este tempo quando as mães estão sob estresse e trabalhando tão duro para produzir leite para seus bebês “, diz Mandy Brown Belfort, MD, um pesquisador e médico no Departamento de recém-nascido Medicina no Hospital Brigham and Women e principal autor .

Os pesquisadores estudaram crianças nascidas antes de 30 semanas de gestação que foram inscritos no infantil vitoriana estudos do cérebro corte 2001-2003. Eles determinaram o número de dias que os bebês receberam leite materno como mais do que 50 por cento dos da sua ingestão nutricional do nascimento aos 28 dias de vida. Além disso, os investigadores examinaram os dados relativos aos volumes regionais cerebrais medidas por ressonância magnética (MRI) na idade equivalente termo de cada bebê e aos sete anos de idade, e também olhou para parte cognitiva (QI, leitura, matemática, atenção, memória de trabalho, a linguagem, visual percepção) e testes motor em sete anos de idade.
Os resultados mostram que, atravessando todos os bebês, crianças que receberam leite predominantemente de mama em mais dias durante a sua hospitalização NICU teve maior volume de profunda nuclear massa cinzenta, uma área importante para o processamento e transmissão de sinais neurais para outras partes do cérebro, na idade equivalente prazo e por sete anos, tiveram melhor desempenho no QI, matemática, testes de memória de trabalho e função motora. No geral, a ingestão de mais leite humano está correlacionado com melhores resultados, inclusive maiores volumes cerebrais regionais no equivalente prazo e melhores resultados cognitivos aos 7 anos.
“Muitas mães de bebês prematuros têm dificuldade em fornecer leite materno para seus bebês, e precisamos trabalhar duro para garantir que essas mães têm os melhores sistemas possíveis de apoio no local para maximizar a sua capacidade de satisfazer as suas próprias metas de alimentação. Também é importante notar que há muitos fatores que influenciam o desenvolvimento de um bebê, com o leite materno ser apenas um “, diz Belfort.
Os pesquisadores observam algumas limitações no estudo, incluindo a que foi observacional. Embora ajustados para fatores tais como diferenças na escolaridade materna, alguns dos efeitos poderiam ser explicados por outros fatores que não foram medidos, tais como um maior envolvimento materno em outros aspectos de cuidados com o bebê.
Belfort acrescenta que estudos futuros, utilizando outras técnicas de ressonância magnética poderiam fornecer mais informações sobre as formas específicas em que a ingestão de leite humano podem influenciar a estrutura e função do cérebro. O trabalho futuro também é necessário para desvendar o papel da amamentação de outros tipos de cuidados maternos e carinho sobre o desenvolvimento do cérebro do bebê prematuro e não prematuro.

A BOLSA ROMPEU E PARIU DE FORMA NATURAL APÓS 36 h.

Relato da minha doulagem com os pais Natalia Rosa, Jonathan e a filha Ágatha.
– RELATO DA MINHA DOULAGEM: 
Antes de ontem virei o dia c/esse casal,minha gesta tentou entrar comigo p/atuar como Doula no Hospital Leila Diniz na Barra da Tijuca/RJ q nunca entrou e nem aceitou nenhuma Doula mesmo c/a Lei do RJ, só permitiram se eu entrasse como acompanhante sem a presença do acompanhante dela q era o marido. 
A lei é clara q a presença da Doula não isenta do acompanhante; e mesmo assim disseram q não podia atuar como Doula, nada de Rebozo, massagem…negativa q pretendo agir depois….mas não podia prejudicar o TP (Trabalho de Parto) da gesta na hora.

Fomos p/a referência em humanização do SUS no RJ o MMA – Maria Amélia no Centro distante da Barra ela estava de Bolsa rota como falei e consegui ficar c/ela em local perto da maternidade pra permiti-la avançar no TP ainda mais p/não ficar muito tempo no hospital; podíamos até ficar mais tempo esperando, mesmo explicando a família ficou com medo ao ver sangue sair (mas ao chegar no hospital viram q era só sinal do início da dilatação), quiseram ir ao hospital porq já havia mais de 10h de bolsa rota.

Fomos ao MMA porém o clima hospitalar sempre inibe um pouco ainda mais lugar q não conhecia.

O hospital sabia o real tempo da bolsa rota; viramos plantões e todos permitiram respeitaram o tempo dela, casal tranquilo, sinais da mãe bebê perfeitos….

Porém como estudante de psicologia percebi logo juntando a literatura psi, a observação que tive da mãe e família…a forma do TP dela….q prolongamento de TP geralmente é DISTOCIA EMOCIONAL.

To dividindo o relato porq achei importante.

A gesta primípara grávida de uma menina, entrou em silencioso TP quase não gemia, nem vocalizava, nem gritava a dor era um processo introspectivo, sempre olhos fechados, eu respeitei isso…o corpo dela expressava de outras formas…poucos balanços.

No início fazia Rebozo p/aliviar a dor q reclamava no cóccix e massagem…ela pedia muito.

Qd entramos no hospital deixou no início fazer tudo q como Doula podia, caminhava…mas qd início a dilatação de verdade ela ficou ainda mais inconsciente contrações fortes e dormia profundamente em todas essas horas era um TP oculto q parecíamos invisíveis p/equipe porq ela não escandalizava.

Qd iniciou dilatação não queria beber, comer, pediam p/ela se alimentar ela nem conseguia comunicar, falar só balançava a cabeça negando, qualquer toque parecia q recebia um choque, parei de toca-lá qd ela pediu desculpas e disse sussurrando agora não…eu e o marido éramos as pessoas q ela queria ser tocada e ficamos de lado nesse tempo. Marido respeitou expliquei p/ele q era momento importante p/ela fazer nascer a filha, ele entendeu.

Ela começou processo intenso de vômitos fortes diversas vezes, dormia contrai vomitava…várias horas. Solicitei a equipe soro p/hidratar porq ela não comia horas….deram.

Qd amanheceu ela sentiu fome mas qd chegou a comida intensificou o TP e rejeitou, pediram tentou comer vomitou tudo diversas vezes….com o tempo a dilatação de 1 foi p/ 4 só no dia seguinte qd chegou a 7 levaram p/sala de parto q parecia ambiente aconchegante c/banho de ducha particular no quarto de parto só pra ela, sugeri ir p/ducha e mesmo sem estar no período expulsivo ela quis sentou na banqueta porq toda vez q contraia ela fechava a perna instintivamente e a banqueta ajudou a perna abrir e ela se entregar.

Sabia do seu problema c/as pernas conversávamos no pré natal muito porq qd teve forte pródomos ela se assustava e fazia isso; disse a ela q é natural mas precisa trabalhar e permitir abrir as pernas pra Parir…

A relação casal criou força na gestação ela não queria a presença do pai e sim de sua mãe, e na última semana mudou de ideia (tive q dar aulão intensivo p/pai – usei os pacotes vips q tenho de vídeos de congressos sobre parto, vídeos de parto, e muita conversa com ele).

A distocia emocional referente a várias questões inconscientes, na psic.perinatal algumas teorias costumam associar os sintomas a isso; mas não consigo detalhar e nem quero aprofundar tudo agora p/vcs. 

Apesar de não querer deixar a teoria me influenciar, mas os detalhes encaixavam na gesta e no casal..e nos sintomas dela.

Na sala de parto qd sugeri o banho na ducha ela sentou na banqueta fechou os olhos e se conectou fiquei bem longe mas de olho discretamente p/sair do campo de visão dela, ela sempre pedia pra desligar a luz, não precisou pedir já sabia e desliguei…ficou na penumbra do banho….

Começou a mexer muito o corpo pelada na banqueta a dança do TP fluiu a perna q se fechava abriu pela primeira vez em sua totalidade, começava agachar e levantar instintivamente…ficou muito tempo assim..cochilava pouco.

Marido toda vez q ela dormia no TP ele apagava no sono como ela por tamanha conexão do casal nessa hora, ele ficou próximo mas dessa vez sem toca-la nesse sincronismo de sono.

Qd em algum momento ela abriu o olho sempre fechado sugeri, vc quer q ele fique com vc no banho…ela disse vai molhar a roupa dele (ela queria mas tinha preocupação). 

Eu percebi e disse não importa tudo é válido pra filha de vcs nascerem.

Ele disse não tem problema amor tenho outra roupa ela sorriu meio no transe e ele ficou sentado de frente pra ela- ela sentada na banqueta (no pré natal sugeri pra ele fazer carícias em sua coxa de leve sem forçar se ela quiser no sentido de abrir a perna- o toque de preliminares)

Na hora ele fez o carinho…as pernas abriram ainda mais e vi uma cena mais linda do mundo. Ela fechou os olhos em intensas contrações de 1 em 1 prolongadissimas a barriga parecia explodir vi de longe sem eles perceberem a cabeça da bebê através de sua pele pelo volume começar a descer parecia elevador; a bebê alta tava vindo, a parte do pubis começou a inchar muito…pensei vai sair ali.

Chamei discretamente uma enfermeira pedi p/ela falar baixo pra não atrapalhar TP ela percebeu q tava bom e se afastou disse deixa mais um pouco mas ficou por aí…

Qd realmente a filha tava descendo mais, a gesta resolveu levantar sair do banho e queria se cobrir e vestir a calcinha…tentei falar mas dessa vez não rolou ela rejeitou novamente. 

Parei pensei o q fazer? 

Ela se deitou de lado e descansou de roupa. 

Entrou enfermeira fez toque e dilatação total. Qd a enfermeira saiu a gesta me disse estar cansada, eu falei vcs querem sair daqui com sua filha no braço? Vc quer q acabe? 
Vamos permitir sua filha vir ao mundo?

Sei q a barriga é gostosa mas vc precisa se despedir dela, vc precisa permitir ela vir, vc que fará tudo c/sua bebê ela quer nascer mas vc precisa permitir isso. 

Ela parou pensou balançou a cabeça em silêncio agarrou a barriga e parecia conversar mentalmente em seus olhos fechados.

Sai deixei o casal sozinho. 

Tive q agir ajudar no empoderamento deles, e voltarem a acreditar. Ambos estavam preocupados c/saúde do bebê e da gesta exausta.

Utilizei o poder médico q psicologicamente pode ajudar ao casal acreditar, fui na equipe e disse:

Gente a gesta da bolsa rota prolongada é distorcia emocional o corredor parou equipes me olhavam, gente chegou e surgiu uma santa EO entrou no quarto c/voz forte e serena viu os batimentos do bebê e disse a filha de vcs tá ótima, batimento perfeito, mas vc precisa trazer ela, vamos ver sua filha – a Agatha -, qd chegar contração forte faça força comprida de cocô… Nessa hora as contrações estavam irregulares, fracas e espaçadas, a gesta deu pausa pra esperar a próxima e a EO disse p/pai vamos colocar uma música, o q vcs gostam coloca aí…o pai pegou o celular e a Playlist ele escolheu Beyonce a sala de parto do SUS virou boate…kkk

Sei q não é indicado puxo dirigido mas aquela gesta precisava e queria ela fez e a EO perguntou pai vc quer pegar na cabeça da sua filha, ele pegou e a emoção foi absurda a gesta sentiu q era real….

A EO perguntou p/gesta vc quer pegar na cabeça dela, ela disse mas pode, e devagar começou a descer a mão e na outra força sentiu e sorriu caiu em lágrimas e sorria com a maior felicidade do mundo sem acreditar…o marido idem, os maiores sorrisos do mundo ela olhou pra mim, pra ele e sentiu segurança q realmente tava nascendo, estava tudo bem…

As contrações q estavam fracas surgiram o corpo começou a fazer força sozinho, ela entendeu e sentiu o q era parto na real fora os vídeos, o q era puxo, qd vem a força se contraia pra baixo naturalmente, cabeça no queixo pegou a minha mão e a do pai fazendo sentido pra nós puxarmos as pernas dela com joelhos em sentido peito mais pra lateral abrindo porq ela tava sentada naquela cama de parto reclinável; ajudamos a fazer cócoras naquela cama.

A sala encheu de gente (pensei vai inibir o TP) q nada, ficou mais forte ela engrenou no transe escutava as falas da EO e médica dizendo sobre força comprida fazia, olhava pra mim buscando forças e queria ouvir algo pelo q sentia na afinidade q desenvolvemos…comecei a espécie de “psicoterapia brevíssima na sala de parto”, ela me olhava massageava sua nuca e disse próximo dela: vamos ver sua filha, permita q ela nasça, deixa ela vir ao mundo, se liberta, vence essa dor vc é maior q ela, deixa a dor vir com tudo se entrega, deixa queimar vai arder, mas a dor e arder é bom é ela vindo….

Em tempos e tempo dizia coisas q intuitivamente sentia ser necessário pra ela, o olhar dela me dizia algo, olhar do marido equipe….o clima permitiu.

Esse relato de Doula me fez refletir q na atuação além das regras, técnicas existe a observação apurada que diferencia cada caso pelas questões subjetivas, intrasubjetivas e intersubjetividade q fazem cada caso ser único estar aberta como profissional pra desvendar os segredos ocultos no silêncio inconsciente dos envolvidos pra criar possibilidades e saber agir na hora certa, sem ser muito invasiva e ser invasiva qd permitem tentando ser facilitadora como Doula no processo do parto. 

Percebi q existem pessoas q além de seus poderem internos, alguns como o casal e a equipe precisavam de alguém q acreditasse qd ninguém acreditava, alguém q investisse no pouco provável, no pouco possível e tentar ajudar a tornar possível aquilo q gostariam q acontecesse – o parto. 

O conhecimento da literatura, cursos, tudo são hipóteses nem tudo dá pra seguir ao pé da letra; nosso saber como profissional é de unir todo conhecimento e poder utilizar ou não, ter liberdade p/qd achar necessário criar, recriar no q já existe ou em novas possibilidades, se entregar como a gesta deve se entregar p/parir….assim a Ocitocina e o empoderamento não é só da gesta – isso tudo contagia em todos envolvidos emanando uma força sobrenatural onde a sala de parto se torna um local de potência e todos nós parimos com a gesta. 

No final todos se abraçaram em êxtase e empoderados.

* a menina fez sua estréia no mundo e escolheu nascer dançando na noite de ontem ao som de “single ladies” Beyonce.

Cesárea pode prejudicar formação do sistema imunológico dos bebês, apontam pesquisas.


É nos primeiros instantes de vida do bebê que se dá a principal fase de maturação do sistema imunológico. Assim que sai do útero, ele entra em contato com os micro-organismos que vão ensinar esse sistema a identificar quais são bem-vindos ao corpo e quais devem ser combatidos. Essa etapa de construção do sistema de defesa do corpo só se dá uma vez e se estabelece para o resto da vida do indivíduo.

Vale ressaltar que apenas 10% dos cerca de 100 trilhões de células do nosso corpo são células humanas. Os outros 90% são micro-organismos, principalmente bactérias. Elas habitam o nosso intestino, boca, estômago, nariz, garganta, pele, aparelho respiratório e genital e exercem funções vitais como a proteção contra doenças e metabolização de nutrientes. 

A relação entre a via de parto e essas doenças é tema de um documentário que foi lançado mundialmente no último dia 20. Os cientistas que deram seus depoimentos no longa-metragem “Microbirth” fazem um alerta quanto aos impactos na saúde da humanidade com a degradação contínua do ecossistema microbiológico.

Segundo essa tese, o aumento gradativo no número de pessoas com doenças como asma, câncer, obesidade, diabetes e alergias chegará, dentro de poucos anos, a um limite insustentável, inclusive financeiro. Em relação à saúde, estaríamos à beira de uma crise mundial.

Os especialistas consultados no filme explicam que a qualidade do microbioma, ou seja, dessa comunidade de micro-organismos que compartilham do mesmo espaço corporal, pode influenciar a predisposição do indivíduo a determinadas doenças e relacionam essa vulnerabilidade à via de parto.

“Quando a criança nasce por parto vaginal, ela já começa a ter contato com essa microbiota materna no canal do parto. A criança vai deglutir, aspirar e entrar em contato pela pele com essas bactérias. Isso vai criar uma carga de bactérias iniciais que vão determinar o rumo dessa microbiota, como ela vai ser estabelecida. E a gente sabe que nessa microbiota materna estão bactérias promotoras da saúde”, afirma a doutora Carla Taddei, do Laboratório de Microbiologia Clínica da Universidade de São Paulo. 

De outra forma, ao nascer via cesárea, o bebê perde o contato com as bactérias vaginais. É levado imediatamente para longe da mãe para receber os primeiros cuidados e entra em contato com as bactérias do ambiente hospitalar. “Se neste primeiro momento, as bactérias que chegam nessas mucosas são as que não vão promover a saúde e se estabelecem isso vai ter impactos na saúde deste indivíduo”, explica a doutora Carla.

Segundo ela, o nascimento não é determinante, mas existem trabalhos científicos que fazem ligação entre essa colonização inicial e males como obesidade, diabetes e doença celíaca: “A gente sabe que os adultos diabéticos têm um grupo de bactérias que têm um envolvimento com a diabetes. As pessoas obesas também têm um grupo de bactérias que se envolvem com a obesidade. Inflamações intestinais, doenças intestinais crônicas, câncer e até autismo têm a ver com a microbiota”.

Para reduzir esses impactos, além de promover o nascimento por via vaginal, a doutora Carla Taddei recomenda adotar o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida, alimentação saudável e nutritiva principalmente antes dos dois anos da criança (quando a microbiota se estabelece), evitar antibióticos o máximo possível e permitir que a criança brinque no chão e em contato com antígenos do ambiente.

“Quanto mais estéril o ambiente em que a criança viver, menos condições ela terá do sistema imunológico reconhecer o que são os antígenos. Então, futuramente, o organismo dela vai identificar as partículas como estranhas e vai responder contra, o que causa alergias, problemas respiratórios e atópicos. Já as crianças que vivem em ambientes ricos em antígenos aprendem a lidar com eles e vão ter menor probabilidade de desenvolver doenças alérgicas”, diz.

Sobre o documentário

“Microbirth” é uma produção independente de Alto Films Ltd e foi produzido e dirigido pelo casal de cineastas britânicos Toni Harman e Alex Wakeford. Seu filme anterior, “Freedom For Birth”, foi lançado em mais de 1.100 exibições públicas em 50 países em 2012.

Fonte: Portal EBC.

Doula é fundamental p/gestante. O que ela faz?

Foto: Anderson Barros/EGO

Fiz uma matéria incrível para o site EGO da GLOBO.COM explicando a função e a importância de uma doula para todas as gestantes no pré-natal, parto e pós-parto. 

A Doula pode realizar movimentos executados com um tecido chamado rebozo ajudam a alargar a pélvis, facilitando o nascimento do bebê de forma natural, alivia as dores com métodos não farmacologicos, auxilia e orienta na amamentação, partos, cuidados com o bebê….dentre outros…

Confira, curta e compartilhe a matéria e assista ao vídeo: 

http://ego.globo.com/videos/t/todos-os-videos/v/a-doula-quiteria-chagas-faz-massagem-com-rebozo-em-gravida/5175604/ 

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http://ego.globo.com/gravidez/noticia/2016/07/quiteria-chagas-que-se-tornou-doula-mostra-tecnica-para-aliviar-dor-do-parto.html 

Novo canal You Tube sobre Gestação ao Pós Parto.

O site agora tem voz, estaremos mais próximos no novo canal do You Tube sobre assuntos da gestação ao pós parto.

Confira o novo vídeo que fala sobre Parto Natural e minha experiência sobre o assunto:

Recém-nascido sente dor em procedimentos feitos após o parto, diz estudo da AAP.

  

Entrar no mundo e logo ser levado a níveis estratosféricos de dor, qual o motivo?

O Projeto de peritos The International Evidence-Based Group for Neonatal Pain (Grupo Internacional Baseado em Evidências de Dor Neonatal) representa vários países diferentes, disciplinas profissionais e discute práticas utilizando revisões sistemáticas, síntese de dados e discussão aberta para desenvolver consensos em práticas clínicas que foram apoiadas através de evidência publicada.
Criou-se um protocolo para descrever a administração de analgésico em procedimentos invasivos específicos em caso de dor contínua em neonatos. (ANAND, 2001) É urgente que se entenda que existem vias de dor no feto, pois a negação disso traz consequências emocionais bastante graves. Na verdade, do ponto de vista anatômico, a negação da experiência da dor no feto não se sustenta, sendo, portanto, uma lenda. No sistema nervoso central, o sistema Tachykinin e seus neurotransmissores – substancia P, neuroquinina A, neuroquinina K e assim por diante, já foram identificados, estão relacionados com o controle da dor e já estão presentes entre a 12ª e a 16ª semanas gestacionais. A beta-endorfina e a beta-lipotrofina já são secretadas na 20ª semana, pela hipófise do feto. 

Além disto, diante da dor, ocorre alteração de ritmo cardíaco no feto, alterações metabólicas já mencionadas, resposta motora, alterações faciais, choro e complexas respostas de comportamento. Portanto, em todos os níveis, já foi comprovado este fato: existe dor a partir da 12ª semana de vida intra-uterina. (ANAND et al., 1988)

Com o objetivo de desenvolver diretrizes baseadas em evidência para prevenir ou tratar a dor dos neonatos e suas consequências adversas, compararam-se crianças mais velhas, adultos e neonatos. Estes são mais sensíveis à dor e vulneráveis a seus efeitos a longo prazo. Apesar da importância clínica de dor no neonato, práticas médicas atuais continuam expondo as crianças à dor repetitiva, aguda, ou prolongada. (ANAND, 2001)

Portanto, é preciso entender que o recém-nascido sente dor e em muito maior proporção que o adulto, isto ainda vai até mais ou menos 2 anos de idade. E qualquer pessoa pode observar também que a criança ao sofrer um corte, por exemplo, não sabe de onde vem a dor, são os olhos da mãe que localizam, pois a criança tem dor em todo o corpo e quando a mãe olha a criança chora de alívio, pois localizou-se o incômodo.

Com milhões de pessoas que passaram pela experiência de renascimento, é claro que as consequências da dor no recém-nascido ficam gravadas no sistema límbico para o resto da vida. Pessoas que passaram por procedimento rotineiro de cânula no orofaringe (frequentemente sai com sangue), é rememorada em sessão de renascimento onde a pessoa pode vomitar balde de pura memória deste trauma. 

O mais insano é a razão para tais procedimentos rotineiros. É um processo deliberado de dizer para alguém: você entrou na vida e agora o que te espera é tortura. Isto segue adiante na escola onde a criança não pode urinar quando quer. A hospitalização do parto trouxe tortura para recém-nascidos e um registro severo, que “o poder é implacável – a dor nesta vida é certa, e você não terá nunca quem te defenda, pois a mãe não pode impedir, tampouco o pai”. A sociedade quer pessoas que aceitem sem queixa o “favor da agressão, do abuso”. Depois ¼ da população do mundo é abusada, e o Brasil é o recordista mundial de abuso sexual na infância antes dos 7 anos, novamente “tolera, suporta, se submete”. 

Quem nos anos 50 levou o parto para o hospital no mundo todo, quem concedeu aos senhores da tortura o poder de agredir o ser humano que chega à vida, com o sistema mais forte de sensibilidade a dor que alguém terá na vida? 

Sacarose, glicose, diminuem o limiar de dor, isto já começa pela mãe, ao receber esta absurda substância: Estudos com animais sugerem uma resposta alterada à dor, seja na resposta a opiáceos e antagonistas, como também um limiar de dor alterado em animais diabéticos. Em estudos em laboratório, uma infusão de 50g de glicose em indivíduos normais resulta em uma diminuição significativa tanto do nível de limiar de dor, como do máximo de nível de dor tolerada, como medido por respostas à dor elétrica induzida pelo estimulador de Grass. Além disso, pacientes com diabetes Mellitus são hiperálgicos quando comparados com indivíduos normais. Conclui-se que a infusão de glicose rápida pode resultar em diminuição da tolerância a dor. (MORLEY et al., 1984) A infusão de glicose gera um problema metabólico no binômio mãe-filho, pois o bebê pode nascer com hipoglicemia, já que seu pâncreas, assim como o de sua mãe, passaram a produzir muita insulina para controlar a entrada excessiva de glicose no sangue circulante. Este bebê pode nascer também com hiponatremia, se houve infusão de soro fisiológico. (GRYLACK et al., 1984).

Sondagem Anal é um procedimento perverso, será que esperar uma criança evacuar, é tão intoleravelmente inaceitável em termos de tempo profissional? Memórias ficam. Recém-nascido não é pedaço de carne. Quando tudo isto vai terminar? Só quando a população for devidamente informada de que seu filho nasce em hospital e logo é conduzido por uma sessão de tortura que deixará sequela para sempre na vida. 

Separar o recém-nascido da mãe – as duas horas antes do nascimento e as duas após o nascimento são do ponto de vista da mãe (se não dopada, ou ter recebido oxitocina sintética), uma tortura para os dois, fora ter risco de morte materna e fetal e benefício ZERO. Estas 4 horas são vitais para o sistema ou dogma de auto-avaliação de um ser para o resto da vida, só desprogramável por Renascimento. Isto é sobejamente conhecido, tanto pela atividade cerebral na mãe e bebê, durante este tempo, como pela composição sanguínea de ambos, afinal prepararam-se para um encontro definitivo na vida de ambos, isto é bem sabido pela neurociência, fora a extensa literatura de relatos de Renascidos em todo o mundo.

Banho e escovação, em pele delicadíssima, e a retirada do vernix caseoso que a natureza criou para proteger da gravidade. Porque remover o que a natureza criou, sem sequer ter a mínima reflexão de sua finalidade? Às vezes penso que estamos em período primitivo e cruel ao extremo. Procedimentos são feitos sem o menor bom senso, em nome de quê? Com qual finalidade? Senão anular a auto-estima de quem nasce para o resto da vida. O que há de científico nestes procedimentos? E por mais que antropólogos há décadas denunciem, isto continua a acontecer. O artigo que se segue propõe alguma reflexão sobre isto.

A pratica de dar leite e soro no berçário é frontalmente para dizer que a mãe não é nada, a relação mãe-filho não importa, o ser que veio ao mundo não importa, pois mamífero tudo o que precisa é do leite materno ao nascer e até seu desenvolvimento motor pleno. Porque os hospitais sem conhecimento dos pais criam as situações que muitas vezes tem consequências graves para os bebês?

Bem-vindo este artigo que informa, é informação para decidir o lugar seguro para nascer alguém para ser amado e se sentir amado na vida. 

Veja quais são esses procedimentos dolorosos e perigosos realizados no recém-nascido:

Procedimentos desnecessários no recém-nascido podem causar anemia, alergias, arritmia cardíaca e outros problemas.

Existem alguns procedimentos desnecessários que certos hospitais insistem em fazer de forma rotineira nos recém-nascidos. Quando realizados sem real necessidade, esses procedimentos podem causar uma série de problemas de saúde no recém-nascido. Saiba quais são eles, quando precisam ser feitos e os problemas de realiza-los sem necessidade.
A aspiração gástrica pode ser necessária para o recém-nascido em algumas situações. “Se o bebê nascer deprimido e com muito mecônio pode vir a ser necessário, ou até manter a sonda aberta para saída dos gases que serão usados via oral para reanimação”, explica o pediatra neonatologista Jorge Huberman.

Quando realizada de forma rotineira e sem necessidade a aspiração gástrica pode ser prejudicial para o recém-nascido. “A grande maioria dos bebês, mesmo os nascidos de cesárea, não precisam ser aspirados. A aspiração pode levar a diminuição de frequência cardíaca, espasmos de laringe, queda da pressão arterial e dificuldade de mamar nos bebês”, constata Huberman.

Aspiração das vias aéreas

A aspiração das vias aéreas é orientada em algumas situações específicas. “Quando nascer deprimido e houver mecônio espesso associado e quando se suspeitar de atresia de coanas ou de má formação esofágica”, observa Huberman.
Os potenciais riscos de realizar a aspiração das vias áreas sem necessidade são: arritmias cardíacas, laringoespasmo (oclusão da glote devido à contração dos músculos da laringe) e vasoespasmo da artéria pulmonar. “A grande maioria dos bebês nascem bem e não precisam ser aspirados. Eles são perfeitamente capazes de limpar suas próprias vias aéreas (tossindo e espirrando). Além disso, os bebês que nascem por parto vaginal, ao passar pelo canal de parto, os pulmões do bebê são massageados, provocando a expulsão natural dos líquidos. A aspiração, tanto a orotraqueal (pela boca) quanto a nasotraqueal (pelo nariz) causam muito desconforto para o bebê”, alerta Huberman.


Cortar o cordão umbilical enquanto pulsa

Não é recomendado cortar o cordão umbilical antes dele parar de pulsar. “De acordo com evidências científicas este procedimento aumenta aumenta a incidência de anemia na infância. É possível também aguardar a expulsão da placenta antes do clampeamento do cordão umbilical”, conta Huberman.


Sondagem anal

É comum introduzir uma sonda no ânus do bebê para verificar se a passagem está desobstruída. “Uma alternativa seria aguardar ao menos 24 horas para ver se o bebê faz cocô e só depois observar se é necessário fazer o procedimento”, diz Huberman.


Separar o recém-nascido da mãe

Nos partos hospitalares, o neonatologista normalmente após realizar os procedimentos desnecessários mencionados acima, permite apenas um breve contato do bebê com a mãe na sala de parto e já leva o recém-nascido para o berçário para ficar em observação entre duas a quatro horas. “Esse procedimento não tem justificativa no caso de um bebê saudável e é prejudicial para o estabelecimento do vínculo bebê-mãe (família) e para o início da amamentação”, ressalta Huberman.


Banho dado pela equipe de enfermagem

Ao contrário do que muitos acreditam o primeiro banho do bebê não precisa ser realizado pela equipe de enfermagem. “O primeiro banho do bebê é dado normalmente por uma enfermeira, que, com mãos enluvadas esfrega bem o bebê para retirar toda ‘sujeira’ e entregá-lo ‘limpinho’ à família. O bebê costuma nascer com algum vérnix no corpo (substância oleosa esbranquiçada que reveste a pele do bebê quando ele está no útero), o qual é totalmente absorvido nas primeiras horas de vida do bebê. A família pode escolher que o primeiro banho do bebê seja dado no momento que quiserem, por alguém da própria família, que tocará no bebê com mãos sem luvas e com carinho”, observa Huberman.

Oferta de líquidos ao bebê

É comum que se dê ao bebê, no berçário e sem o consentimento ou conhecimento da família, uma mamadeira com soro glicosado ou leite modificado. “Isto pode interferir na amamentação e predispor o bebê a alergias”, alerta Huberman.
Outro procedimento polêmico é o uso do colírio de nitrato de prata que agride os olhos do bebê e deveria ser aplicado em bebês onde a mãe possui gonorreia; é aplicado de praxe em todos bebês.

Existe uma questão mercadológica nesse sistema da maternidade, informem-se e analisem. 

Busquem no pré-natal equipe de obstetra, enfermeira obstetra e pediatra humanizados. Pergunte e questione sobre os procedimentos; os verdadeiros profissionais de saúde humanizados não realizam estes procedimentos em bebês saldáveis. 

Sabendo que no hospital o profissional que determina, autoriza ou não os procedimentos nos bebês são os pediatras, pergunte ao obstetra quem será o pediatra do seu bebê no dia do parto, conheça, questione e diga como deseja que seu bebê  seja recebido. 

Contrate uma Doula pra orientar a colocar tudo isso em seu plano de parto e protocolar para que vire documento  onde a equipe médica deve seguir. Exijam é direito de vocês!

DOULA AGORA É LEI NO RJ! Direito da mulher e família.

  

AGORA É OFICIAL! DOULA É LEI !  GOVERNADOR DO RJ ASSINOU !      DOULAS ESTÃO PERMITIDAS A ATUAR EM TODAS AS MATERNIDADES E HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS DO ESTADO DO RJ QUANDO A PARTURIENTE SOLICITAR.

Muito feliz por fazer parte disso, na militância como Doula, cidadã e fazendo parte da equipe de trabalho na diretoria da Associação das Doulas do Rio de Janeiro agradeço ao Governador em Exercício Francisco Dornelles e ao nosso governador Luiz Fernando Pezão, ao deputado Edson Albertassi da liderança do governo, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e um dos autores da lei. 

Aos deputados autores da lei: Luiz Paulo, Chiquinho da Mangueira, André Lazaroni, Carlos Minc, Jorge Felippe Neto e Rogério Lisboa; ao grande autor da Lei Deputado Dr. José Luiz Nanci, e a todos deputados da Alerj que aprovaram com unanimidade. 

Agradecemos a Defensoria Publica do RJ, ao Nuden.

Agradecimento absoluto a todas as gestantes, doulas, familiares q lutaram conosco em atos, manifestações, liminares judiciais…

  
As Doulas apoiamos emocionalmente as mulheres da gestação até o Pós parto, orientamos sobre todo esse processo de transformação em sua vida e caso tenha, orientamos sobre a vida casal nessa fase, conscientizamos sobre os tipos de parto, seus procedimentos, benefício e riscos para que faça escolhas conscientes. 

Utilizamos métodos não farmacológicos de alívio nas dores além de massagens específicas na hora do parto, existem e ensinamos as posições mais favoráveis, tem um tecido Rebozo que utilizamos essa técnica mexicana para fazer massagem descomprimir a pelve, podendo melhorar o oposicionamento do bebê….Durante o trabalho de parto ajuda muito, além de trabalharmos para diminuir medos, que são maiores inibidores do trabalho de parto, através da informação podemos ajudar. 

Orientamos nos cuidados com bebê e na amamentação.

Na Europa existem muitas, nos países onde possuem humanização do parto que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde, aprovam e recomendam nosso trabalho. 

A Lei: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=324914

OS BENEFÍCIOS DA PLACENTA NO PÓS-PARTO.

  

Resolvi explicar os benefícios da placenta no pós-parto, porque e como utilizá-la.

Ingeri a minha placenta,do nascimento da minha filha em forma de cápsulas, foi  importante na recuperação pós-parto. 

O parto fisiólogico possui uma diferença gritante de rápida recuperação, cientistas dizem que promove Resert no organismo; sinto que é verdade, ingerir as cápsulas da placenta potencializou. 

Valeu a pena tudo, inclusive sentir as dores do parto, que são únicas, importantes e passam; não sinto mais cólicas menstruais e nem TPM, emagreci tudo da gestação, voltei a ter o físico da minha adolescência, sinto-me muito melhor do que antes da gravidez. 

Este método utilizam há décadas. 

Agora compreendo porque todos mamíferos comem suas placentas, nós racionalizamos tudo e esquecemos q somos mamíferos, perdemos muito com isso, principalmente as mulheres: 

“O método mais popular de encapsulação de placenta usado mundialmente está baseado na técnica da Medicina Tradicional Chinesa, onde a placenta é considerada um medicamento sagrado e poderoso-um órgão repleto de “força de vida” que deve ser consumido para dar suporte para a mulher no pós-parto.

De acordo com essa tradição, os remédios a base de placenta formam uma parte importante na história do nascimento. 

Um dos primeiros grandes médicos-farmacêuticos especialistas no assunto na China, Li Shi-Zhen, incluiu a placenta como medicamento no primeiro livro da prática da Medicina Chinesa (Matéria Medica) publicado em 1578. 

Existem documentos na Europa (datados a partir de 1700) que explanam sobre placenta desidratada como medicamento, no entanto, foi a partir de meados dos anos 80 q uma parteira americana que estudou a Medicina Tradicional Chinesa trouxe à tona essa tradição que estava caindo no esquecimento. 

Hoje em dia, colocar placenta desidratada e triturada em capsulas se tornou muito popular na América, no Canadá, no Reino Unido e em vários países da Europa. Em 2007 a parteira alemã, naturalizada nos Estados Unidos, Cornelia Enning escreveu um livro (Placenta: the gift of life) que popularizou ainda mais a medicina da placenta, trazendo receitas práticas de tudo o q se pode ser feito para o aproveitamento da placenta.” 

Fonte: www.luzdecandeeiro.com.br 

A sociedade no parto esquece que são mamíferos-Dr.Michel Odent.

  

Pioneiro na revolução obstétrica-Obstetra francês Michel Odent:

“A tecnologia é aliada do homem na Medicina, mas faz com que alguns instintos sejam deixados de lado. Para o obstetra francês Michel Odent, o aparato tecnológico está tornando os partos menos eficazes.

Ele defende a “mamiferização” do parto, que é como chama o conjunto de ações que fazem com que o nascimento respeite as condições inatas da mulher. Quanto mais máquinas, especialistas por perto e iluminação, menor a segurança da mulher no momento em que ela precisa estar tranquila para dar à luz, diz Odent.
O bebê deveria ficar com a mãe assim que nasce e ser amamentado na primeira hora de vida. Sempre lembrando que somos animais, o obstetra fala sobre a fisiologia do parto, sobre os hormônios e substâncias ligadas ao nascimento e ao medo, que podem causar dor.
Entendo o parto humanizado de uma maneira diferente. É preciso redescobrir o nascimento, libertar-se de tudo quanto é crença e ritual milenar ou cultural, eliminando o que é especificamente humano. A começar pela linguagem, que é o método humano de comunicação.
É preciso satisfazer as necessidades universais específicas de mamíferos, como, por exem­­­plo, ter segurança. Na floresta, se uma fêmea está para ter um filhote e percebe que há um predador por perto, vai liberar adrenalina, essencial em uma situação de emergência na necessidade de partir para a luta.
Essa adrenalina vai bloquear o parto, postergar o nascimento. A segurança é uma necessidade básica para qualquer mamífero. Outra necessidade básica é não se sentir observado.
Então, mais do que humanizar o parto, é preciso “ma­­­­miferizar” o nascimento e por isso essa expressão parto hu­­­manizado não tem o mesmo sig­­­­nificado para mim. Humanizar é usar um número grande de ferramentas, é a cesária.”

Fonte: Gazeta do Povo. @gazetadopovo 

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/maternidade/menos-adrenalina-e-mais-ocitocina-no-parto/

Quer uma gestação e parto saldáveis ? Sou Doula. Posso te ajudar. 

  

Fui tentante, gestante e agora sou Doula – RJ; graduanda e pós-graduanda em psicologia.
Como doula procuro identificar com a gestante as suas crenças e medos em relação ao parto, possibilitando em conjunto diminuir estressores e o medo do desconhecido da gestação ao pós-parto que são os grandes responsaveis pela inibição ou não do trabalho de parto e de outras complicações. 

Descomplicando o emocional para a gestação saudavel e parto conscientes, propicia facilitar o organismo a exercer seu funcionamento sem intervenções e problemas. 

Informar, conscientizar a gestante e familiares para que você possa construir da maneira que você quer a historia do nascimento do seu bebê.  

Como doula presto apoio emocional e utilizo métodos não farmacológicos para alivio das dores (tenho bola, rebozo, essências e óleos a escolher a fragrância que mais agrada – as essências possuem poder fitoterápico). Procuro ser uma facilitadora no momento mais importante da sua vida e família. 

A Doula serve a mulher. Servir para sua felicidade, para o seu sonho, você merece sonhar e ninguém deve roubar seus sonhos, seus desejos. Criar expectativas demais pode ser ruim, mas alguém tirar de você o que pode ser construído é pior ainda. 
Vc é capaz! O corpo é seu! O parto é seu! 

Posso ser sua Doula!  

Minha função é instruir a gestante e seus envolvidos de forma mais completa possível.
**sou uma Doula que pariu de forma natural – parto fisiológico em casa (parto domiciliar assistido), sem intervenções, sem toques de dilatação, sem nada desnecessário, parir é uma necessidade fisiológica do corpo feminino, parir é natural. 

Mudei de ideia de parto hospitalar para parto domiciliar com 33 semanas de gestação foi a melhor decisão da minha vida. Tenho experiência, sei como é parir de forma natural e possuo conhecimentos que ajudam no atendimento a mulher e a família envolvidos no nascimento.
Contato: quiteriachagasdoula@gmail.com